sábado, 12 de novembro de 2011

Lisboa, Lisboa: um grande blogue.





http://lisboalisboa.blogspot.com/

Parabéns, Ana Henriques.

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Parabéns, Ana Henriques, do jornal «Público». Anda há muito, muito tempo a defender Lisboa nas páginas daquele jornal. Parabéns. Isto, sim, é serviço Público.

Aqui, não há crise.






Fundação Saramago recebe chaves da Casa dos Bicos no dia 16

A autarquia de Lisboa entregará a chave da Casa dos Bicos à presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, no dia 16, numa cerimónia simbólica no dia em que o escritor português completaria 89 anos.


«É o primeiro passo para a instalação da Fundação José Saramago na Casa dos Bicos, embora só deva abrir ao público no início de 2012», disse hoje à agência Lusa Sérgio Letria, da fundação.

A cerimónia de entrega das chaves da Casa dos Bicos decorrerá às 12:00 e contará com as presenças do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, da presidente da fundação, Pilar del Río, de alguns convidados e do Coro Lopes-Graça, que protagonizará um momento musical.

Diário Digital / Lusa

O espírito de um povo.




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Ontem, Dia do Armistício. Londres, sede do Lloyd's Bank. Às 11 horas, todos os empregados fizeram um minuto de silêncio. Não é preciso uma «troika» para ensinar cidadania.

SAPO Codebits arranca com foto panorâmica gigante de Lisboa






Uma das atrações do Sala Tejo, no Pavilhão Atlântico, é uma panorâmica interativa de Lisboa. Faz parte do projeto SAPO Panoramas, cujo principal objetivo é documentar Portugal, e é composto, para já, por 12 panorâmicas nacionais nas quais é possível fazer zoom e ver alguns detalhes dos locais.
A panorâmica “futurista” é uma das maiores do mundo, é composta por 18 mil imagens, 60 giga pixéis e é fruto de uma equipa de 15 pessoas que trabalhou no projeto durante 5 meses. Está exibida numa tela com 25 metros de comprimento e é controlada através de gestos, detetados por um Kinect, uma componente da Microsoft desenhada para jogos na Xbox.
Trata-se, nas palavras de Celso Martinho, director técnico do SAPO, “um dos maiores projetos fotográficos feitos em Portugal”, tornando-se, assim, num “dos grandes lançamentos do ano do SAPO”.


http://panoramas.fotos.sapo.pt/pontepilarsul

http://panoramas.fotos.sapo.pt/jardimestrela2011



http://panoramas.fotos.sapo.pt/castelosjorge

http://panoramas.fotos.sapo.pt/jardimbotanico2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Contraluz.

Ler

Livraria Almedina, no Centro de Arte Moderna, F.C.Gulbenkian.

Obra a obra, Lisboa piora.

Está a ser demolido aquele que dizem ser o prédio mais estreito da Europa ... Lisboa ficou mais pobre


Lisboa ficou mais pobre

in Público

Chamavam-lhe o prédio mais estreito da Europa. Fosse ou não fosse, era motivo de estranheza para quem passava na Rua Aquiles Monteverde, em Lisboa, junto ao Jardim Constantino, com o seu metro e sessenta de largura. Neste momento dele só resta já uma parede: está a ser demolido, porque a barriga que lhe foi crescendo na fachada, depois da morte de prédios contíguos, ameaçava deitá-lo ao chão.
"Era muito estreito à frente, mas depois alargava para trás", conta o presidente da Junta de Freguesia de S. Jorge de Arroios, João Taveira, que passou ali muito tempo quando era adolescente, no atelier de um artista com quem aprendeu azulejaria. "O edifício do lado é ao contrário: mais estreito atrás e mais largo à frente". Em tempos que já lá vão o terreno pertencia a dois irmãos desavindos. Como ambos queriam construir nele, a solução foi dividi-lo desta insólita forma.



Os actuais proprietários do prédio magrinho ainda pensaram que o Instituto do Património Arquitectónico o pudesse proteger, mas isso acabou por nunca acontecer. "Lamento este fim, porque se tratava de um caso único, pelo menos em Lisboa", diz João Taveira. "Podia ter havido esforços por parte da câmara ou do Estado para que fosse recuperado". A.H.

Embatucado.

Mobilidade: Autarcas exigem reunião urgente com o Governo




18 autarquias rejeitam plano de transportes

Os 18 municípios da Grande Lisboa estão unidos contra as propostas apresentadas pelo grupo de trabalho que está a preparar um plano de reestruturação dos transportes públicos. E exigem o agendamento de uma "reunião urgente" com o Governo.

Janete Frazão


"Concluímos por unanimidade de todos os municípios na rejeição da generalidade das propostas apresentadas, por significarem uma redução drástica da atractividade do transporte público e por não corresponderem às necessidades e aspirações das populações da Área Metropolitana de Lisboa", lê-se num parecer assinado pelo grupo de vereadores da Mobilidade da AML, a que o CM teve acesso.



Os autarcas consideram que as diversas medidas plasmadas na proposta, nomeadamente o encerramento do Metro às 23h00 e algumas estações às 21h30, "carecem de justificação técnica e política" e defendem ser "necessário conhecer a avaliação dos impactos das mesmas, assim como a respectiva análise custo/benefício" para "compreender o seu alcance".



Os vereadores da mobilidade afirmam que a redução de custos no actual quadro de dificuldades económicas não pode se feita "a todo o custo, pondo em causa o próprio serviço". E consideram que as medidas propostas em tese podem levar ao fim do serviço público de transportes". Por fim, os autarcas questionam a necessidade de criação deste grupo de trabalho, por considerarem que vem "duplicar as competências da Autoridade Metropolitana de Transportes".

(in CManhã).

Mamma múmia!


Múmia de museu de Lisboa única no mundo com diagnóstico de cancro


De Margarida Cotrim (LUSA)

Lisboa, 10 nov (Lusa) -- A múmia egípcia com mais de 2.000 anos, pertencente ao Museu Nacional de Arqueologia (MNA), é um caso único mundial, após lhe ter sido diagnosticado um cancro na próstata, adiantou à Lusa o investigador Carlos Prates.


Após exames de tomografia que permitiram reconstituir, a três dimensões, todo o corpo mumificado, foi dignosticado a esta múmia, com cerca de 2300 anos, um cancro na próstata com extensões ósseas.
"É um caso único, sendo provavelmente o segundo mais antigo conhecido. Há um achado referente à mesma hipótese nuns ossos muito degradados encontrados na Sibéria, cujas análises presumem que as razões de morte tenham sido cancro na próstata, mas não há radiografia, nem imagens, e dão a idade de 2700 anos; a múmia de Lisboa tem à volta de 2300 anos", disse à Lusa o médico radiologista Carlos Prates, coordenador da equipa clínica.


© 2011 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.


Dias a Fio. De Luísa Costa Gomes.


No São Luiz de quarta a domingo,
até dia 20 de Novembro.

Os pobres que paguem a crise: são muitos mais e já estão habituados!



A política de destruição dos transportes e da mobilidade pública continua.
Veja aqui os novos desenvolvimentos no jornal Público.

País real ou como da água se faz vinho.




A los lectores de Lisboa SOS, buenos dias.



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pensão Amor: senhoritas fogosas.







Cais do Sodré. Os novos inquilinos chegam à Pensão Amor e ao Bar da Velha Senhora
Por Clara Silva, publicado em 10 Nov 2011 - 02:00 Actualizado há 16 horas 33 minutos
O novo bar dos donos do Clube Ferroviário abre hoje as portas na Rua Nova do Carvalho. Por cima, um antigo prédio de prostituição foi recuperado pela empresa que criou a Lx Factory
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Na Pensão Amor ainda há camas, armários, cadeiras e espelhos dos tempos em que o prédio era casa de prostituição. Na verdade, no número 38 da Rua Nova do Carvalho, em Lisboa, funcionavam quatro pensões que alugavam quartos à hora a prostitutas e a marinheiros que atracavam no Cais do Sodré, vindos de várias partes do mundo. Agora, os quartos também podem ser alugados ao dia, à semana ou ao mês, mas a empresas – que nada têm a ver com prostituição.
Quando a Mainside, a empresa responsável pelo projecto da LX Factory, também em Lisboa, decidiu comprar este prédio devoluto no Cais do Sodré, teve de expulsar os antigos inquilinos. “Eram okupas e coisas assim. Alguns sairam logo, outros foi mais difícil e tivemos de recorrer aos métodos legais”, conta Queirós Carvalho, o responsável pelo projecto. “Alguns quartos tinham lixo até ao tecto e o prédio demorou um mês a limpar. No andar de cima, umas águas furtadas, até havia bicharada morta. Já está lavado há seis meses, mas tem um cheiro que ainda demora a sair.” A empresa de reabilitação de prédios antigos já tem experiência na zona. Foram eles que recuperaram o hotel abandonado na Rua do Alecrim, o agora LX Boutique Hotel, pintado de azul, e outros prédios na mesma freguesia de São Paulo.
Quem sobe as escadas da Pensão Amor é surpreendido por uma mulher de pernas abertas. “Valéria vai levá-lo à miséria”, lê-se do lado esquerdo. Nos andares de cima, o cenário é idêntico: “Anita, a mulher por quem o seu coração palpita”, “Clarissa, peitos firmes, bem roliça” ou “Regina, dá um espectáculo que você nem imagina”. Os desenhos e as frases foram pintados nas paredes pelo ilustrador Mário Belém. “Fizemos um concurso e convidámos artistas a recriar cartazes burlescos de cabarets”, explica Queirós de Carvalho. “Este foi o que seleccionámos e ele optou por pintar as frases em português, já que se trata do Cais do Sodré.”
As escadas do prédio mantêm-se desde o tempo em que foi construído, logo após o terramoto de 1755. “Optámos por não arranjar as paredes e deixar as várias camadas de história”, conta Queirós de Carvalho. No segundo e no terceiro andar, os quartos das antigas pensões foram recuperados e funcionam como escritórios e ateliês. “Tínhamos uma lista de espera de pessoas com projectos interessantes que queriam ir para a LX Factory só que já não tínhamos espaço.” A Mainside seleccionou alguns deles, “engraçados e que não têm nada a ver uns com os outros, para ver no que dá”.
Entre os novos inquilinos do 2.o e 3.o andares está uma empresa de medicina chinesa que faz acupuntura, outra de origamis e os organizadores do Queer Lisboa, festival de cinema gay e lésbico, que ali querem montar uma videoteca.

SALA DO VARÃO O primeiro andar vai estar aberto ao público a partir de 17 de Novembro. “Este piso vai estar aberto aos ‘hóspedes’ da pensão e ao público, como num hotel”, diz Queirós de Carvalho. O espaço tem uma sala vazia com um balcão de bar – restaurado de um antigo hotel em frente – que servirá como sala de espectáculos como lançamentos, concertos, teatro ou ópera. “A ideia é que as pessoas saibam que a partir das 18h há sempre qualquer coisa a acontecer aqui e potencializar esta zona para outros públicos e outros horários.”
Ao lado, há uma sala decorada ao estilo cabaret com senhorinhas (cadeiras antigas) onde se vão poder comer refeições leves. Na sala do varão, como é conhecida pelo varão que tem no meio, funcionará uma livraria/biblioteca erótica, gerida por José Pinho da Ler Devagar. No mesmo piso, haverá também um cabeleireiro Facto, uma boutique e um bar “com aspecto clandestino, já que tem um pé direito inferior a dois metros”, diz Queirós de Carvalho.

BAR DA VELHA SENHORA Enquanto a pensão não abre, os vizinhos de baixo já se instalaram na rua. Mikas, Nuno, Ricardo e João Nuno, sócios do Clube Ferroviário, inauguram hoje o Bar da Velha Senhora. “Muita gente quando pensa no Cais do Sodré pensa nas prostitutas e nos bares. Nós pegámos nesse imaginário que vai do burlesco ao cabaret e vamos tentar que o espaço ande à volta destes temas sem que seja uma coisa debochada”, adianta Mikas. O bar é apertado, ou não tivesse sido em tempos uma loja de artigos de pesca e, ao contrário do resto da rua, não vai funcionar como discoteca. Há mesas para as pessoas se sentarem e petiscarem “pipis e punhetas de bacalhau, ex-libris da casa”, enquanto vêem um concerto (Manuel João Vieira vai estar hoje na inaguração, a partir das 23h) ou um espectáculo burlesco (também durante a noite de hoje).
O nome do bar é uma alusão a uma transmontana que veio parar às ruas do Cais do Sodré, amiga do pintor Toulouse-Lautrec, à qual os quatro sócios gostam de chamar Dona Imaculada. “É uma mistura de história, factos reais e lenda, mas gostávamos que as pessoas acreditassem nela”, diz Ricardo. “Descobrimo-la através da lenda do navio Chili que passou por cá e depois fomos montando a coisa.”

OUTROS INQUILINOS A ideia é também instalar uma esplanada, já que a rua foi cortada ao trânsito. Os comerciantes da zona também estão a planear o mesmo desde que a câmara de Lisboa tomou essa decisão, depois de as discotecas Jamaica, Tóquio e Europa terem encerrado temporariamente por perigo de derrocada.
Também por baixo da pensão, o Povo, bar dos mesmos donos do MusicBox, prepara-se para a inauguração ainda este mês. A partir das 18h será um bar de petiscos, como salada de polvo ou peixinhos da horta, e terá actuações de fadistas da nova geração. Durante um mês, um artista fará espectáculos que serão gravados e o disco final ficará à venda no bar.
O bar Roterdão também quer aderir à ideia de abrir portas mais cedo – agora abre à meia-noite. No fim de Outubro inaugurou uma cave onde funcionava o bar grego Bouzouki, onde os marinheiros gregos dançavam e partiam pratos. “Fizemos um palco para que funcione como espaço cultural com peças de teatro e lançamentos de pequenas bandas rock”, diz o sócio Rui Correia.


(jotrnal «i»)

Porque não ouvem este homem??







Plano ainda não foi votado na Assembleia Municipal
Ribeiro Telles diz que plano para o Parque Mayer põe Jardim Botânico em risco
Por Ana Henriques

A petição em defesa do jardim recolheu 5051 assinaturas

Os planos da Câmara de Lisboa para o Parque Mayer e zonas adjacentes põem em risco o vizinho Jardim Botânico, diz a Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas. Uma posição que é subscrita pelo decano dos paisagistas portugueses, Gonçalo Ribeiro Telles: "Condeno o plano de pormenor do Parque Mayer, porque ele condiciona muito a existência do jardim."

Em causa está a construção que a autarquia quer permitir em redor do recinto verde, classificado recentemente como monumento nacional. Para a associação de paisagistas, o plano "altera a luz, as vistas e a circulação de brisas entre o Jardim Botânico e a Avenida da Liberdade". Tão ou mais grave, "modifica a circulação da água superficial e subterrânea".

"As colinas, mas também a zona ribeirinha e os vales de Chelas, avenidas da Liberdade e de Ceuta estão a ser uniformizados com construções em altura, destruindo a identidade, a estética e a saúde de Lisboa, comprometendo fortemente o funcionamento dos sistemas naturais e tendo como consequência o acentuar das cheias, a concentração de poluição e os abatimentos de pavimento nas zonas baixas", disse ontem a presidente da Associação de Arquitectos Paisagistas, Margarida Cancela d"Abreu, numa intervenção que fez na Assembleia Municipal de Lisboa.

O facto de uma segunda versão do plano já não contemplar um novo edifício para acolher os visitantes do Jardim Botânico não faz baixar de tom as críticas dos paisagistas. Gonçalo Ribeiro Telles, que preside à assembleia geral da associação, afirma que se identifica com todas elas. "O plano propõe a privatização parcial de um espaço hoje público para comércio e habitação", descreve Margarida Cancela d"Abreu, acrescentando que as suas preocupações "não são estéticas e subjectivas", relacionando-se antes com a qualidade de vida e a segurança da cidade.

O plano devia ter sido ontem votado na assembleia municipal, mas como as comissões especializadas deste órgão ainda não emitiram parecer sobre ele o debate foi adiado. A associação dos arquitectos paisagistas defende a delimitação imediata da zona especial de protecção do Jardim Botânico e a elaboração do respectivo plano de salvaguarda.


(in Público).

Obra a obra, Lisboa...

Lisboa

Moradores das Avenidas Novas querem ação "coerciva ou amigável" para impedir riscos de prédios degradados
O fecho de três ruas devido à degradação de prédios na mesma zona de Lisboa levou hoje a Associação de Moradores das Avenidas Novas a exigir que a autarquia atue de forma "coerciva ou amigável" para evitar a repetição destes casos.

Parte da Avenida 05 de Outubro, em Lisboa, foi encerrada na segunda-feira devido ao risco de ruína de um prédio devoluto, um caso que se soma a outros imóveis degradados que também bloqueiam vias, nas avenidas Visconde de Valmor e Elias Garcia.

"É um problema nas Avenidas Novas que cada vez é mais uma evidência: os prédios estão a degradar-se porque os senhorios não fazem obras de requalificação", afirmou o presidente da associação, José Soares.

@ Agência Lusa

Ó da Guarda!!







Lisboa: Zona é frequentada por milhares aos fins-de-semana

Polícias abandonam bares do Bairro Alto
Uma dívida a ultrapassar os 119 mil euros, da Câmara Municipal de Lisboa à PSP, fez com que os bares no Bairro Alto, em Lisboa, deixassem de ter segurança feita pela Polícia.

Por:Magali Pinto


A decisão foi tomada pela autarquia na última semana, e a verdade é que no passado fim-de-semana os agentes que prestavam serviço remunerado aos estabelecimentos nocturnos já não apareceram. "Poupar na segurança não é solução para nada", referiu António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia.

Ao que o CM apurou, o último pagamento foi feito em Abril e a situação já estava a preocupar os polícias, que no ano passado passaram pelos mesmos atrasos de pagamento – o serviço é feito durante a noite na zona de bares do Bairro Alto, aos fins de semana e nas vésperas de feriado, alturas com maior frequência.

Os polícias estão preocupados com a situação, uma vez que se trata de uma zona histórica da capital onde, durante a noite, a segurança é essencial: aproveitando a presença de milhares de jovens, sobretudo durante os fins-de-semana, dezenas de traficantes vendem ali droga em várias esquinas – conforme o nosso jornal já constatou em várias reportagens. O CM tentou ontem obter um esclarecimento da parte da Câmara de Lisboa, mas tal não foi possível.

"O serviço gratificado é sempre valorizado pelos agentes da PSP porque é uma forma de dar resposta aos salários baixos que auferem. Agora ficaram sem direito e com uma dívida", concluiu António Ramos.

(in CManhã).

Observatório de África e da América Latina.



Causas da decadência de Portugal.




Um dos temas que mais nos apoquentam é a chamada "crise da Justiça"! A nós e à generalidade dos países europeus, em que o debate social e político sobre a justiça penal é, hoje, analisado à luz de determinados factores, tais como os da morosidade, a grande inacessibilidade, o desperdício organizacional e administrativo e o da generalização dos movimentos de reforma para a combater.
Quanto à lentidão e à morosidade são mais ou menos conhecidas as estatísticas relativas à elevada percentagem da criminalidade, tendo sido registada no período de 1990-2000 uma tendência de crescimento médio anual de 15 752 processos.
O número de inquéritos abertos em cinco anos (de 1990 a 1995) aumentou cerca de 40,2%, com o número de 426 506 processos.
O aumento da criminalidade registada é também consequência de certos factores económico-sociais, tais como o consumo e tráfico de droga e "criminalidade urbana", bem como o crescimento exponencial da criminalidade complexa, de que não nos podemos alhear e que contribui de forma decisiva para a lentidão e a morosidade.
A esta "crise" o poder político tem vindo a responder com alterações nas legislações respectivas, procurando definir regras normativas dirigidas à resolução/simplificação da ineficiência e da lentidão.



E isto passa por «opinião»... E de uma ex-titular da pasta da Justiça...