Sábado, 28 de Janeiro de 2012

Barbearia Campos Cabelleireiro


























































































































Lembra-se da drogaria do Sr. Oliveira?


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Falámos dela aqui: http://lisboasos.blogspot.com/2009/03/o-que-e-o-tempo.html
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Pode recordá-la, dizer adeus.

Leia e medite.

Quase 300 pessoas encontradas mortas em casa desde 2008 em Lisboa
27.01.2012 - 19:52 Por Lusa


Quase 300 pessoas, na sua maioria idosas, foram encontradas mortas em casa em Lisboa nos últimos quatro anos e em 2012 o número já alcança uma dezena, segundo dados fornecidos pela Câmara de Lisboa.
Este ano, até quarta-feira, quando duas idosas foram encontradas em avançado estado de decomposição em casa, o Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa descobriram dez pessoas mortas em casa. O total, desde 2008, é de 289. De acordo com os dados da autarquia, no ano passado os sapadores depararam-se com 79 pessoas já cadáveres, num total de 1511 operações de abertura de portas com socorro. O vereador da Protecção Civil, Manuel Brito, disse à Lusa que a maioria destes casos são pessoas idosas. Destes quatro anos, 2010 é o que apresenta o menor número destes casos: foram encontradas 60 pessoas mortas em casa. É também em 2010 que surge o único mês - Março - em quatro anos sem identificação de cadáveres em interiores das casas de Lisboa. O número volta a subir em 2009, quando os bombeiros descobriram 71 pessoas sem vida no interior das suas habitações. Os sapadores foram chamados 1365 vezes, mais de 300 delas as pessoas estavam em situações de risco. Em 2008, foram encontradas 69 pessoas “já cadáveres” no interior. É neste ano que se regista também o mês, nestes quatro anos, com mais casos deste tipo: em Dezembro os bombeiros depararam-se com 14 pessoas mortas em casa. Dezembro e Janeiro são, nestes quatro anos, os meses com o maior número destas ocorrências, com a identificação de um total de 39 e 34 pessoas mortas em casa, respectivamente. Por sua vez Julho é o mês com menos registos, tendo os sapadores encontrado 16 pessoas sem vida em casa. Nestes quatro anos o Regimento de Sapadores Bombeiros tiveram 5.763 ocorrências de abertura de portas com socorro, 4.101 com “pessoas carecendo de auxílio no interior” e 1.373 com pessoas “noutras situações de risco”, que passam por situações como o fogão acesso ou o esquentador ligado.

A figura de Lisboa na literatura - olhares cruzados de escritores franceses.




LITERATURA - MESA REDONDA

Terça-feira 7 de Fevereiro 19h00 IFP
A figura de Lisboa na literatura - olhares cruzados de escritores franceses

Após uma semana passada em Lisboa no Palácio Belmonte em companhia de escritores do mundo inteiro à volta de encontros e de ateliers com escritores de todas os quadrantes para uma reflexão sobre a figura de Lisboa na literatura contemporânea, Jean-Yves Loude, Hervé Le Tellier e Olivier Rolin darão conta dos seus trabalhos e falarão dos seus olhares sobre Lisboa no Institut français du Portugal.

Jean-Yves Loude é antropólogo, escritor, especialista do mundo lusófono e particularmente de Cabo Verde, sendo o autor do livro Lisbonne, dans la ville noire.

Hervé Le Tellier é membro da OuLiPo, sendo também um dos pilares dos Papous dans la tête - criação literária da France Culture - e autor de inúmeros romances, cujo ultimo intitula-se Eléctrico W e se desenrola em Lisboa.

Oliver Rolin é escritor, autor de vários romances, a viagem e o além fazem parte dos seus textos. A sua vinda a Lisboa será também a ocasião para o lançamento do seu último livro nas edições Sextante Editora.

Chamem a policia...



Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Políptico.







POLÍPTICO NA BES ARTE E FINANÇA

De 26 de Janeiro a 4 de Maio BES Arte & Finança
Políptico

No âmbito da 2ª edição de Interferências, a exposição de fotografia Políptico parte de um motivo: a evocação dos Painéis de São Vicente de Fora, aqui reinterpretados em “versão” fotográfica e reportados à sociedade portuguesa de hoje.

O conjunto que se projecta trabalha algumas das ideias (umas confirmadas, outras desconfirmadas, outras ainda por confirmar) que a História teceu sobre a obra-prima da Pintura portuguesa do século XV: o problema da autoria individual ou colectiva da obra; a questão da sua unidade ou não enquanto políptico; a obsessão pelo seu simbolismo iconográfico excessivo ou pela decifração de uma “charada” visual propositada; a leitura da figura central como ora sacra (do Santo Padroeiro de Lisboa), ora laica (representando a Nação); ou o problema, mais prosaico, da identificação dos representados à época, desde os mais altos dignitários da nação até às classes mais humildes.

O que se pretende é um retrato da actual sociedade portuguesa conservando artificialmente a ambiguidade das premissas da pintura evocada. Daí que se privilegie o carácter simultaneamente singular e colectivo da autoria dos vários trabalhos apresentados nesta exposição; a individualidade de cada retrato e a sua forçada aspiração a uma unidade de conjunto; a natural profusão de referências simbólicas em cada peça e o seu consequente enigmatismo; o assumir de uma obra-pastiche ou das múltiplas e legítimas reinterpretações possíveis de uma obra.

Às propostas de José Luís Neto, José Maçãs de Carvalho e Pedro Cabral Santo junta-se o olhar de fora de Carmela García, Cristina Lucas e Pierre Gonnord, patrocinado pela galeria madrilena Juana de Aizpuru.

No espaço Bes, ARte & Finança