segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Obrigado a todos os leitores.

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A imagem é de um jovem a ser arrastado por uma onda de oito metros de altura, na Biscaia. Às vezes, é assim que nos sentimos aqui no Lisboa SOS. Às vezes, perguntamo-nos se vale a pena. E temos muitas, muitas dúvidas. Só aqui continuamos porque sabemos que há alguém que nos lê - e que nos vê. Mesmo quando formos arrastados pela onda da inércia. Até lá, muito obrigado a todos.
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Senhores ladrões de azulejos: é a São Mamede, faz favor.








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Em São Mamede, junto à Rua da Escola Politécnica. Sede da Junta de Freguesia. Aqui fiz o exame da 4ª classe... Os azulejos degradam-se, de dia para dia. Ninguém nota?



Porque não fazer uma praça?




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Na Rua de O Século. Um largo que podia ser uma praça, à italiana, com esplanadas. Mas não, é um estacionamento à portuguesa, com carros. Muitos.

Mouraria.


Lisboa à Prova.


Conferência no ICS: um tema actual...


O Largo do Rato está de rastos.



Face Oculta: a mão na massa.


Justiça pelas próprias mãos.










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Na Rua do Salitre, um cidadão inconformado por uma decisão judicial optou por deixar a marca da sua indignação por todo o lado. Ele é cartazes, grafitos, tudo. Ao menos, aqui há transparência no funcionamento da justiça. O Procurador-Geral da República vai mandar estes grafitos ao Presidente do STJ? E este, irá destruí-los? Não perca os próximos episódios desta saga. Uma novela lisboeta, a juntar a tantas outras.

É que podia estar tudo assim.


Rua da Escola Politécnica.

Face Oculta. Imóvel, mas pensativa.


Procuradoria-Geral da República.

domingo, 15 de Novembro de 2009

Face oculta.


Av. Conselheiro Fernando de Sousa.

Face oculta.


Rua da Escola Politécnica. Vista da Procuradoria-Geral da República.

Casos de Justiça.





Frente à Procuradoria-Geral da República.
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Este homem e a sua mulher estão há anos (oito, no mínimo) à porta do edifício da Procuradoria-Geral da República. Já são uma instituição, como aquela a que estão á porta. Converteram-se em figuras típicas de Lisboa. Onde outrora existiam os galegos e os cauteleiros, agora há um casal que reclama justiça e folheia um... Código Civil. Ao final do dia, guardam os cartazes num estabelecimento em frente, que dá um «jeitinho» bem lusitano e não se importa de armazenar o material. Quem dá 8 anos de vida para estar em frente à PGR? Enfim, Lisboa e os seus quotidianos.

É que podia estar tudo assim.


Rua de São Bento.

Fazer BE.


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Tarde piaste!
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Sede do Partido Socialista, no Largo do Rato.

O trabalho liberta.




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(oferta para Rafael Santos)

Nem mais um Inverno a viver neste Inferno.






















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Nem mais um Inverno neste Inferno

Urgente

Existe ainda famílias a residir na freguesia do Lumiar em Lisboa, na dita zona da Alta que infelizmente vivem em Baixa, são Cidadãos de Lisboa, é gente da nossa terra que vivem em autenticas barracas, sem as condições mínimas de segurança e de salubridade, paredes meias com a Escola D. José I, à entrada do Bairro da Cruz Vermelha no Lumiar.

A A.M.B.C.V. Lumiar efectuou uma visita domiciliária a D. Maria de Lurdes Fialho, utente do nosso espaço sénior e deparam-nos com um drama humano, que não passa pela cabeça de ninguém, veja o estado de degradação em que se encontra o seu fogo habitacional.

Este edificado situa-se na Estrada da Torre n.º 134, lá dentro vamos encontrar várias portas, D. Maria de Lurdes habita, há 50 anos na porta n.º 8, na companhia do seu filho e sua nora ambos a viver no sótão da casa.

Ao entrar a porta dentro, vamo-nos deparar, com espaço bastante exíguo, cozinha sem as mínimas condições de segurança, armários e tectos suportados por barrotes, casa de banho, meu amigos (as) sem palavras, o quarto mais vale ver a foto, pois a imagem fala por si.

Resumindo, elevados níveis de infiltração provenientes da cobertura, colocando em perigo a instalação eléctrica, perigo de derrocada, perigo de incêndio, são inúmeros os Perigos e todos eles podem envolver os seus residentes num grave acidente.

Mas este não é o único caso a registar, existem outros agregados familiares a viver nas mesmas condições, verifica-se a existência de mais três famílias a viver na porta n.º 1, D. Virgínia Mora, na porta n.º 5 D. Adelina e na porta n.º 6 D. Maria do Sameiro.

Este flagelo humano, não é do desconhecido da Autarquia de Lisboa e já se arrasta seguramente desde 2004, já estiveram no local em Janeiro do corrente ano, equipas da Protecção Civil e do Regimento Sapadores de Bombeiros e decerto que constataram a gravidade da situação sócio habitacional.

Será que estamos à espera que haja mortes, para depois realojar os sobreviventes, se os houver?
Perguntamos, será que a Câmara Municipal de Lisboa, através da Divisão de Gestão Social do Parque Habitacional, não terá habitações devolutas para receber estes agregados?

Sr.ª Vereadora da Habitação Social da Câmara Municipal de Lisboa, não deixe passar estas famílias nem mais um natal nestas condições!

Urge pensar rápido é impossível viver nestas condições.

VER FOTOS no BLOG da AMBCV Lumiar http://ambcvlumiar.wordpress.com/

Agradeço publicação no Vosso Blog Lisboa SOS, Obrigada

Pl`Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha no Lumiar

João Carlos Beça

Rua de São Pedro Mártir (nome muiiito adequado).



Ai, Mouraria...



Os jardins suspensos da Rua de O Século.




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Na Rua de O Século, um palácio em ruínas. Nasceu uma árvore no meio da fachada. E cresceu, cresceu. cresceu.

Portas.


Padrões.


Homenagem a Maluda.


Cais do Sodré.

Então, senhores ladrões de azulejos?




Cais do Sodré.

Tristes domingos.


É esta a cidade onde quer viver?


Centro Comercial da Mouraria.

Sinais.


Pela violência revolucionária!


Publi-cidade.


Sinais.


Sinais.


Sinais.


FCG - Homenagem a Sena da Silva.



Lançamento da obra "Sena da Silva"
Fundação Calouste Gulbenkian

18/11/2009 às 18h30 no Auditório 2
Entrada livre
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Um livro dedicado à vida e obra de António Sena da Silva (1926-2001), notável designer que foi também professor, arquitecto, divulgador, gestor e o primeiro presidente do Centro Português do Design, será lançado pela Fundação Calouste Gulbenkian no próximo mês de Novembro.
Esta edição – que inclui textos de especialistas de várias áreas disciplinares, alguns dos quais companheiros de percurso – revela a actualidade do seu pensamento e o seu decisivo contributo para a afirmação e consolidação do Design em Portugal. Cada um dos 17 autores que colaboram nesta edição abordou uma determinada faceta da sua vida e obra.
A edição integra ainda uma biografia, um levantamento de trabalhos e projectos e uma colectânea dos seus textos, muitos deles inéditos.
Em Portugal, António Sena da Silva foi uma das vozes que mais sublinhou a necessidade imperiosa de um design mais sustentável, chamando a atenção para o seu significado na avaliação e política de gestão, alertando para a indispensável requalificação dos recursos humanos, reavaliação dos níveis salariais, racionalização de procedimentos e aproveitamento criativo e inovador dos recursos existentes. Com a entrega e paixão que colocava em tudo o que fazia, defendia a necessidade de uma mudança efectiva no modo de pensar e agir. Os caminhos que foi tentando abrir, a sua cultura, a consciência e o modo como criava e motivava equipas fazem dele uma referência na sua área, testemunhada neste livro.
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sábado, 14 de Novembro de 2009

Tudo como sempre...

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«Provedor arrasa Câmara de Lisboa por ilegalidades no prédio da Cofina» (in Expresso).

Jardim do Príncipe Real: cuidado!


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«O PCP acusa a Câmara de Lisboa de se preparar para, "a coberto de uma pretensa requalificação modernizadora", alterar "negativa e irreversivelmente" o Jardim do Príncipe Real. O abate de "árvores históricas" é uma das críticas feitas à autarquia, que rea-ge garantindo que só irá "substituir" exemplares "com problemas graves ao nível fitossanitário".O PCP parte da intervenção em curso no Príncipe Real, um jardim emblemático da cidade nascido na segunda metade do século XIX, para criticar toda a actuação que vem sendo desenvolvida na área dos espaços verdes. Em comunicado, o partido fala numa "ânsia de mostrar trabalho" que é concretizada "descartando não só as suas [dos jardins] características históricas, mas também as próprias árvores". O assessor de imprensa do vereador dos Espaços Verdes afirma que estas críticas não têm fundamento e sublinha que o projecto de requalificação do Jardim do Príncipe Real, que arrancou esta semana e deve durar quatro meses, "foi aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqrueológico". As árvores a abater, explica, são "cerca de 20" choupos e ulmeiros "com problemas graves ao nível fitossanitário", a substituir por lódãos, e "seis robínias", que darão lugar a exemplares da mesma espécie."Não está prevista qualquer intervenção em nenhuma das árvores classificadas do jardim", garante João Camolas, acrescentando que no fim da obra "até haverá mais árvores", porque vão ser plantadas algumas nas clareiras que estavam vazias. A requalificação do espaço, "há muito pedida" pelos munícipes, abrange os pavimentos, a iluminação e o parque infantil.» (in Público).

NOTA DO CIDADANIA LX, QUE SUBSCREVEMOS NA ÍNTEGRA:

A verdade é que cada vez mais se confia menos nos tais relatórios à vista que servem de pretexto ao abate sistemático de árvores de grande porte, em zonas "estratégicas" (ex. recente, inexplicável, foi no Parque do Vale do Silêncio, nos Olivais), à custa do argumento estafado de "problemas fitossanitários". Disso e das podas mal feitas já todos estamos fartos. Quem fez o diagnóstico? Há muito tempo que só confio em dois organismos: Laboratório de Patologia Vegetal Verissimo de Almeida e Autoridade Florestal Nacional (ex-Direcção-Geral de Florestas. Aqui, tal qual aquando da investida no Campo Pequeno, HÁ GATO!

Chegaram os bósnios!








Rossio.

Restauro dos tectos da Igreja do Sacramento: mecenas, precisa-se!


O futuro a Deus pertence.


Tem-te não caias.


Variedades de Variações.


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O leilão de uma parte do espólio de António Variações rendeu 35 mil euros. Ou seja, 7 mil contos, em moeda antiga. Um mecenas não deveria ter avançado esta quantia irrisória para evitar a dispersão de um espólio desta figura ímpar? Acreditem: daqui a uns anos, não muitos, Variações seá uma referência, o maior símbolo da década de 80 do século XX português. A propósito: nos dias 24 e 25 deste mês, 150 documentos de Luiz Pacheco vão a leilão. Nova dispersão?

Palácio Pombal.
























Rua do Alecrim.

Mérito e Sociedade?


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Aqui, no Cais do Sodré. Mas por todo o lado, o Movimento Mérito e Sociedade (MMS) sujou a cidade de autocolantes. Quem os tira? O MMS quis ser «diferente» dos «outros». E foi. Para pior.

Mil palavras.


Mouraria.

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Sinais.


Eunice.


Teatro Nacional D. Maria.

A pedalar.


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No Rossio, encontrei este homerm. Anda a pedalar há seis anos pela Europa fora. Disse-me que era português, que se chamava Adelino Manuel. Pelo sotaque, não me pareceu. Mas enfim...
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Sinais.


Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Sequência, reflexos.


Rua Augusta.

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

Uma manhã no Chiado.


Filmagens da série «Morangos com Açúcar».

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Teatro Bocage.


Passagem para um outro lado.


Plantar uma árvore.



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Caros amigos do SOS LISBOA,

Um grupo de cidadãos está a organizar uma notável iniciativa de plantação de 1000 árvores num só dia em Lisboa. As árvores serão plantadas numa zona limítrofe de Monsanto:
Dia 21 de NOVEMBRO de 2009 às 10h
As árvores serão adquiridas aos viveiros florestais de Monsanto e as espécies a plantar serão autóctones, essencialmente sobreiros e azinheiras. A C.M.L. apoia a iniciativa, através da disponibilização e preparação do terreno, e também fornecendo apoio logístico e técnico no dia da plantação. As árvores serão adquiridas ao preço de custo (entre 1 e 3 euros).
Cada participante poderá comprar e plantar uma ou mais árvores. Idealmente em média pretende-se que cada pessoa plante 3 árvores de forma a atingirmos as 1000 árvores com cerca de 300 participantes.
Os Designers Rita Hart, Catarina Vasconcelos e João Guimarães são responsáveis pela criação do logotipo que será o símbolo da iniciativa.
Esta inovadora iniciativa está a ser encarada como projecto piloto. Se funcionar bem poderá ser replicado noutra escala. Os participantes nesta iniciativa serão portanto os pioneiros.

Os interessados deverão inscrever-se no site http://www.plantarumaarvore.org/

Divulguem!

Cumprimentos,-- LIGA DOS AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO, Rua da Escola Politécnica, 581250-102 Lisboa

Lisboa, tempos fortes.


Sinais.


quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

A Corja! (actualíssimo...)


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A CORJA! SEMANÁRIO DE CARICATURAS (1898)
A Corja! Semanário de Caricaturas, saiu em Lisboa, em 1898, publicando 17 números. Teve redacção e administração na Rua da Rosa, 257. Em jeito de provocação afirmava ser o ”jornal de maior circulação… em todo o Governo Civil”. Feito integralmente por Leal da Câmara, autor da maior parte dos desenhos, o semanário contou ainda com a colaboração de outro artista de renome, Sebastião Sanhudo, o “correspondente caricatural no Porto”. Numa espécie de editorial de apresentação, Gomes Leal, a pedido de Leal da Câmara, definia “a significação da palavra Corja”, e com isso o objectivo do semanário: a crítica sistemática, e corrosiva, aos “comilões do Orçamento”, os políticos, que devoravam as linhas-férreas, as alfândegas, os tabacos, “como o outro [D. Carlos] devora bacalhau com batatas”. Na linha dos jornais de Bordalo Pinheiro, A Corja!, apesar de efémera, foi uma das mais violentas folhas de humorísticas e satíricas que se publicaram contra a Monarquia Constitucional e as suas instituições, agora disponível na Hemeroteca Digital, aqui.

Seminário sobre conservação do património.

Ex.mos Senhores,

Numa iniciativa conjunta da APCA (Associação Portuguesa das Casas Antigas) e do GECoRPA (Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico) realiza-se, no próxima dia 14 de Novembro o seminário “A Qualidade nas Intervenções de Conservação, Reabilitação e Valorização das Casas Antigas”. O evento terá lugar no Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa, e justifica-se pela constatação da necessidade em promover as boas práticas de reabilitação, criando condições para uma exploração rentável das casas antigas portuguesas, sem prejudicar a preservação do seu carácter e da nobreza.

Na expectativa da vossa presença, apresentamos os melhores cumprimentos.

Joana Gil Morão
Assessora de Direcção
GECoRPA
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O seminário terá lugar no Palácio dos Marqueses de Fronteira, Largo de São Domingos de
Benfica, 1500-554 Lisboa.
Para mais informações sobre o Palácio dos Marqueses de Fronteira, contactá-lo através do
telefone: 21 778 45 99, ou pelo Fax 21 778 03 57, ou consultar o sítio Internet:
www.fronteira-alorna.pt.

Rua de O Século: chafariz ou chavascal?







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Chafariz da Rua de O Século (Freguesia de Santa Catarina). Para quando um restauro deste Monumento Nacional? O Chafariz do Largo do Carmo está em igual estado de degradação. Assim como o Chafariz da Esperança. E o Chafariz do Arco de São Mamede também. Todos classificados "Monumento Nacional". De pouco, ou nada, parece servir o reconhecimento legal enquanto património de interesse nacional... É uma vergonha nacional.
Fernando Jorge

Palácio Centeno.



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A Capela da Reitoria da Universidade Técnica de Lisboa, no Palácio Centeno, foi ontem inaugurada como «Sala EDP», depois de obras de recuperação durante as quais foram encontrados importantes achados arqueológicos. Boa!