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Sábado, 18 de Julho de 2009
Pátio dos Canhões, um museu dentro de um museu.
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A história das guerras portuguesas aos quadradinhos.
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Descoberta do Brasil pelos portugueses.
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Heróica jornada de Chaimite. Em 1895 o oficial português capitão Joaquim Mouzinho de Albuquerque venceu o exército do imperador de Gaza, Ngungunhana, na batalha de Chaimite no sul de Moçambique. Ngungunhana foi capturado, levado a Lisboa, em seguida exilado para as Ilhas dos Açores onde foi batizado e morreu em 1906.
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Luta heróica do Augusto Castilho.
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A cidade de Luanda foi capturada em 1648 aos holandeses por Salvador Correia Sá e Benevides (1602-1681), que em 1647 fora nomeado governador de Angola.
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A Batalha do Montijo foi travada nas proximidades da localidade com aquele nome, na província de Badajoz. Resultou de uma incursão levada a cabo pelo exército do Alentejo, comandado pelo governador das armas Matias de Albuquerque.
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Ao saírmos do Pátio dos Canhões para regressarmos ao interior do Museu Militar deparámos com estes painéis de azulejos de Rafael Bordalo Pinheiro... num estado lastimoso.
Chumbado.
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A tela de publicidade da RENOVA no Rossio recebeu parecer de não aprovação tanto do IGESPAR como da DRCLVT. Esta informação é pública e foi confirmada oficialmente pelo IGESPAR.
A CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA:
Mais uma vez, a tela foi licenciada pela CML (por um período de 3 meses - Maio, Junho e Julho) sem que primeiro tivesse sido efectuado o pedido de autorização ao IGESPAR. Porque razão a CML sistematicamente não acautela os procedimentos previstos na lei? Porque razão a CML só efectuou o pedido um mês depois da tela estar instalada, ou seja, quando o pedido já não faz sentido? É intencional ou pura desorganização dos serviços da CML? Este caso indicia situações preocupantes dentro da Direcção de Ambiente Urbano da CML. O espaço público de Lisboa - em particular o centro histórico - não pode continuar a ser explorado desta maneira pelas grandes marcas e com a cumplicidade da própria CML. Porque razão a tela do Rossio foi licenciada uma vez que nunca poderia receber um parecer positivo do IGESPAR / DRCLVT? Lamentável a Câmara Municipal de Lisboa ter licenciado esta operação de marketing de uma empresa privada apesar de ir contra as boas práticas de gestão de um centro histórico. Desde Maio que temos o Rossio desfigurado com uma mega-tela de publicidade afixada num imóvel classificado, numa zona urbana de relevância nacional e até mundial.
A RENOVA: Condenamos a RENOVA por ter avançado com um projecto desta natureza que óbviamente nunca poderia receber um parecer positivo do organismo do Estado responsável pela salvaguarda do Património classificado. Só quem não conhece a redacção da Lei do Património, ou quem tem pouca ou nenhuma consideração pelos bens culturais classificados, poderia conceber e implementar um campanha de publicidade com este impacto negativo.
Mas os cidadãos tomaram nota desta situação, donde se tiram as seguintes conclusões sobre a RENOVA:
-Desconhece a Lei do Património;-Ignora os pareceres, obrigatórios e vinculativos, do IGESPAR e DRCLVT;
-Explora a cidade histórica e o seu património para fins comerciais;
-Revela insensibilidade aos bens culturais classificados;
-Promove más práticas de marketing e publicidade. Esta mega tela de publicidade, mal disfarçada de «comunicação» da RENOVA, é um atentado ao património classificado, uma ofensa a Lisboa. É uma vergonha que uma marca portuguesa e a CML estejam associadas a uma intervenção que desfigura o património arquitectónico de Lisboa. Seria impossível instalar uma tela de publicidade destas numa praça de igual importância em Paris, Londres, Viena ou Roma. Resta aos cidadãos prevenir que situações como esta se repitam no futuro. Estaremos atentos e não hesitaremos em recorrer a todos os meios legais para proteger e salvaguardar o património classificado. As leis existem para serem cumpridas e não para serem ignoradas ou contornadas.
Fernando Jorge
Uma pequena maravilha.
Sexta-feira, 17 de Julho de 2009
Contrastes.
Azulejos de Lisboa

O gosto pelo orientalismo nos azulejos de Lisboa, Rua do Jardim à Estrela, 25
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Desenho do proprietário que os executou numa olaria de Campolide.
Etiquetas:
Arte Azulejos
Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Mostra de Arte Urbana 2009.

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As obras expostas pela cidade foram executadas entre 29 e 3 de Junho entre a Calçada da Glória e o Largo da Oliveirinha. São sete painéis da autoria de Rodolfo Santos, Miguel Noronha, Alexandra e Hugo, José Luís Carvalho, Nuno Reis, Christoph Sauvage e Telmo Alcobia.Mais informações em http://www.gau-lisboa.blogspot.com/
Uma opinião. Aqui não há censura.
Recebemos pelo correio esta opinião que, obviamente, queremos deixar à consideração dos leitores:
.Caros amigos
De vez em quando visito o vosso blog, e é com prazer que o faço.
Tal como vós acho Lisboa uma cidade linda, e ao mesmo tempo muito estragada.
Por isso se por um lado me deleito a ver certas reportagens e fotos publicadas por outro me entristeço com as imagens que mostram uma cidade degradada aos quais não é o abandono a que tem por vezes sido votada pelos poderes municipais e não só.
Escrevo-vos a manifestar o meu desagrado por este ataque à pessoa de Helena Roseta, e ao acordo pra a Câmara.
António Costa não é com certeza um modelo de virtudes, Helena muito menos.
Mas sinceramente interssa-vos ter lá o Santana ?
Eu acho q nesta altura do campeonato, o mais acertado era aceitar este acordo.
Quantas vezes terão vocês aceite coisas na vida, sem vontade nenhuma para salvaguardar valores mais altos ?
Concordo com muitas coisas que dizem, mas prefiro tudo a ter o Santana e a sua gestão desastrosa em Lisboa.
Por isso peço-vos que voltem só a falar de Lisboa. Das coisa boas e das más sem piedade, Sob pena deste blog se estar a partidarizar, e a tomar posições que não devia tomar e assim descredibilizar-se aos olhos de tantos.
Abraços
De vez em quando visito o vosso blog, e é com prazer que o faço.
Tal como vós acho Lisboa uma cidade linda, e ao mesmo tempo muito estragada.
Por isso se por um lado me deleito a ver certas reportagens e fotos publicadas por outro me entristeço com as imagens que mostram uma cidade degradada aos quais não é o abandono a que tem por vezes sido votada pelos poderes municipais e não só.
Escrevo-vos a manifestar o meu desagrado por este ataque à pessoa de Helena Roseta, e ao acordo pra a Câmara.
António Costa não é com certeza um modelo de virtudes, Helena muito menos.
Mas sinceramente interssa-vos ter lá o Santana ?
Eu acho q nesta altura do campeonato, o mais acertado era aceitar este acordo.
Quantas vezes terão vocês aceite coisas na vida, sem vontade nenhuma para salvaguardar valores mais altos ?
Concordo com muitas coisas que dizem, mas prefiro tudo a ter o Santana e a sua gestão desastrosa em Lisboa.
Por isso peço-vos que voltem só a falar de Lisboa. Das coisa boas e das más sem piedade, Sob pena deste blog se estar a partidarizar, e a tomar posições que não devia tomar e assim descredibilizar-se aos olhos de tantos.
Abraços
Obrigado, CML.
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O novo jardim Sophia de Mello Breyner, no Miradouro da Graça, está lindo. Sóbrio, discreto, limpo, simplesmente belo. Sophia teria gostado. Obrigado, CML. É esta a cidade em que queremos viver.
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Digo
"Lisboa"
Quando atravesso - vinda do sul - o rio
E a cidade a que chego abre-se como se do meu nome nascesse
Abre-se e ergue-se em sua extensão nocturna
Em seu longo luzir de azul e rio
Em seu corpo amontoado de colinas -
Vejo-a melhor porque a digo
Tudo se mostra melhor porque digo
Tudo mostra melhor o seu estar e a sua carência
Porque digo
Lisboa com seu nome de ser e de não-ser
Com seus meandros de espanto insónia e lata
E seu secreto rebrilhar de coisa de teatro
Seu conivente sorrir de intriga e máscara
Enquanto o largo mar a Ocidente se dilata
Lisboa oscilando como uma grande barca
Lisboa cruelmente construída ao longo da sua própria ausência
Digo o nome da cidade-
Digo para ver
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«Lisboa», de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Venha ao menos o alcatrão!
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Na Rua Natália Correia, à Graça, um estacionamento alcatroado. Mas, mesmo ao lado...
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Esqueceram-se do alcatrão?
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Porque não prolongar o relvado que está ao lado? Ficava um bocado de relva numa zona da cidade que tem tanta falta de espaços verdes. Ficava lindo, um relvado. Mas, se não quiserem, venha ao menos o alcatrão.
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Não ficava bem, um relvado?
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Rua Natália Correia.
Declarações da nº 2 de António Costa.
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Têm-me perguntado se assinei a petição “Por Uma Convergência de Esquerda”.
Respeito quem a lançou, mas os seus proponentes, membros da Renovação Comunista, sabem o que lhes disse: a lei não permite que os “grupos de cidadãos eleitores” entrem em coligações. Só os partidos é que podem coligar-se. De modo que a um movimento como aquele em que estou, os “Cidadãos por Lisboa” (CPL), só resta uma de duas opções: ou desistir de se candidatar, ou ir a votos por si próprio, sem prejuízo da abertura a soluções de governabilidade que se impõem em Lisboa, abertura de que neste mandato temos dado sobejas provas.
Continuo a pensar que os movimentos de cidadãos fazem falta e enriquecem a democracia. E não devemos temer o confronto eleitoral. Em 2007, os CPL tiveram mais votos do que três partidos. Em 2009 veremos como será. Mas o que vos posso assegurar é que não faremos coligações eleitorais escondidas com nenhum partido político. A nossa autonomia é uma das principais razões da nossa força – e continuaremos a bater-nos lealmente por ela.
Helena Roseta
Respeito quem a lançou, mas os seus proponentes, membros da Renovação Comunista, sabem o que lhes disse: a lei não permite que os “grupos de cidadãos eleitores” entrem em coligações. Só os partidos é que podem coligar-se. De modo que a um movimento como aquele em que estou, os “Cidadãos por Lisboa” (CPL), só resta uma de duas opções: ou desistir de se candidatar, ou ir a votos por si próprio, sem prejuízo da abertura a soluções de governabilidade que se impõem em Lisboa, abertura de que neste mandato temos dado sobejas provas.
Continuo a pensar que os movimentos de cidadãos fazem falta e enriquecem a democracia. E não devemos temer o confronto eleitoral. Em 2007, os CPL tiveram mais votos do que três partidos. Em 2009 veremos como será. Mas o que vos posso assegurar é que não faremos coligações eleitorais escondidas com nenhum partido político. A nossa autonomia é uma das principais razões da nossa força – e continuaremos a bater-nos lealmente por ela.
Helena Roseta
Declarações da nº 2 de António Costa.
Uma nova maneira de fazer política
Dois anos volvidos sobre o lançamento do nosso compromisso eleitoral, pensamos que o caminho então iniciado valeu a pena. Temos mantido na Câmara Municipal de Lisboa uma posição construtiva e vigilante. Não nos deixámos acantonar no papel de oposição sistemática. Estivemos desde o início nos grandes debates sobre a cidade, como o nó de Alcântara, a frente ribeirinha ou a Terceira Travessia. Muitas das nossas propostas têm "picado" o executivo para dar resposta a problemas candentes da cidade. E soubemos contribuir para consensos e maiorias, quando tal era decisivo. Os temas essenciais da nossa campanha de há dois anos - a habitação, a mobilidade, a participação dos cidadãos - têm norteado o nosso trabalho. Acabámos de pôr em consulta pública on-line um Programa Local de Habitação construído segundo uma metodologia participativa. É a primeira vez que se coloca à consulta dos cidadãos os principais objectivos de uma política antes (e não apenas depois) de ela estar aprovada pelos órgãos do município. Estes dois anos mostraram que é impossível mudar Lisboa sem mudar a forma de fazer política. Não se podem resolver os problemas da cidade se os jogos politico-partidários e as conveniências de cada partido forem colocadas acima dos interesses da cidade. E não se pode ter melhor cidade sem melhor cidadania. É por isso que movimentos de cidadãos como o nosso têm um papel fundamental: eles podem mostrar uma nova maneira de fazer política - com participação, sem querelas sectárias e sem subordinação aos ditames de tutelas partidárias que se movem segundo lógicas próprias, muitas vezes alheias aos interesse da cidade. É disto que a grande maioria dos eleitores está saturada. Por isso nos sentimos motivados para voltar a pedir aos eleitores lisboetas que nos permitam apresentarmo-nos de novo, assinando as proposituras que estarão disponíveis neste site. Desta vez precisamos de mais um esforço: três assinaturas por eleitor, uma para cada um dos órgãos a eleger (câmara, assembleia municipal, assembleia de freguesia). Contamos com o empenhamento dos cidadãos de Lisboa. É por eles e com eles que o nosso movimento existe e faz sentido. Todos os caminhos novos têm um começo. Convidamos a que o façam connosco. Helena Roseta (in http://www.cidadaosporlisboa.org/index.htm )
Dois anos volvidos sobre o lançamento do nosso compromisso eleitoral, pensamos que o caminho então iniciado valeu a pena. Temos mantido na Câmara Municipal de Lisboa uma posição construtiva e vigilante. Não nos deixámos acantonar no papel de oposição sistemática. Estivemos desde o início nos grandes debates sobre a cidade, como o nó de Alcântara, a frente ribeirinha ou a Terceira Travessia. Muitas das nossas propostas têm "picado" o executivo para dar resposta a problemas candentes da cidade. E soubemos contribuir para consensos e maiorias, quando tal era decisivo. Os temas essenciais da nossa campanha de há dois anos - a habitação, a mobilidade, a participação dos cidadãos - têm norteado o nosso trabalho. Acabámos de pôr em consulta pública on-line um Programa Local de Habitação construído segundo uma metodologia participativa. É a primeira vez que se coloca à consulta dos cidadãos os principais objectivos de uma política antes (e não apenas depois) de ela estar aprovada pelos órgãos do município. Estes dois anos mostraram que é impossível mudar Lisboa sem mudar a forma de fazer política. Não se podem resolver os problemas da cidade se os jogos politico-partidários e as conveniências de cada partido forem colocadas acima dos interesses da cidade. E não se pode ter melhor cidade sem melhor cidadania. É por isso que movimentos de cidadãos como o nosso têm um papel fundamental: eles podem mostrar uma nova maneira de fazer política - com participação, sem querelas sectárias e sem subordinação aos ditames de tutelas partidárias que se movem segundo lógicas próprias, muitas vezes alheias aos interesse da cidade. É disto que a grande maioria dos eleitores está saturada. Por isso nos sentimos motivados para voltar a pedir aos eleitores lisboetas que nos permitam apresentarmo-nos de novo, assinando as proposituras que estarão disponíveis neste site. Desta vez precisamos de mais um esforço: três assinaturas por eleitor, uma para cada um dos órgãos a eleger (câmara, assembleia municipal, assembleia de freguesia). Contamos com o empenhamento dos cidadãos de Lisboa. É por eles e com eles que o nosso movimento existe e faz sentido. Todos os caminhos novos têm um começo. Convidamos a que o façam connosco. Helena Roseta (in http://www.cidadaosporlisboa.org/index.htm )
Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Um tiro no pé.

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Helena Roseta sorri de quê? Não percebe que isto foi o PIOR que podia ter feito? Que tudo aquilo que era a sua imagem - a independência, a integridade, a dignidade, a incorruptibilidade - se esfumou ao firmar um pacto com António Costa? Não compreendeu que podem-lhe dar o que quiser, desde o Plano de Reabilitação da Baixa ao Terreiro do Paço, que já perdeu o que valia muito mais, a CREDIBILIDADE?
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A decisão foi errada porque:
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1º - isto parece um negócio de feira. Não podem legalmente fazer uma coligação eleitoral. Fazem um «acordo coligatório» (o que é isso, já agora?). Roseta entra em 2º na lista mas depois há uma trafulhice qualquer e quem fica em nº 2 da CML não é ela. Que negociata estranha. Nada própria daquilo que era Helena Roseta.
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2º - os movimentos de cidadãos, está nos livros de ciência política, perdem sempre quando se metem nestas aventuras. Perdem autenticidade, perdem capacidade de diferenciação, perdem autonomia de posicionamento. São inevitavelmente tragados pelo partido-mãe. Hoje, dia 15 de Julho, acabou o «Cidadãos por Lisboa». De que vale votar neles se eles e o Costa são a mesma coisa?
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3º - fica claramente a ideia de que, afinal, Roseta é uma política como os outros. Que, no fundo, o que não quer a todo o custo é que Santana tenha a remota hipótese de ganhar. Que a derrota de Santana vale mais do que o futuro da cidade. Isso é muito feio, Helena... E até dá uma imagem de força ao Santana: mostra que têm medo dele.
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4º - a questãozinha da coerência: irá Helena engolir tudo o que disse de António Costa e da sua gestão? Se era má a gestão, segundo dizia, vai aliar-se com quem era mau? Ou será que, por milagre, Costa passou a ser um presidente da CML competente?
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5º - a pretensão de, aliando-se aos «fortes», fazer alguma coisa por Lisboa. Se pensar assim, santa ingenuidade... Já o dissemos: dar-te-ão umas migalhas. Poderão até dar-te coisas importantes para fazer, mas nada disso apagará a imagem de que te vendeste. Se o que fizeres for bem feito, o Costa arrecada os louros, ninguém se lembrará de um grupúsculo chamado «Cidadãos por Lisboa». Se te estampares... bem, já te estampaste. Nada conseguirás fazer de útil. Pode ser injusta, pode ser imerecida, mas a marca da politiquice e da negociata já a levas até ao fim dos teus dias nesta edilidade. E quando o discurso era baseado na «independência», na «ética», na «cidadania», a contradição entre as palavras e este acto ainda se torna mais fatal para o teu destino.
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6º - Helena Roseta: tu não eras como o Zé. Passaste a ser. E, pior que isso, agora já não podes voltar atrás.
.Em suma: muitos vão achar que foste uma vendida. Nós, mais benevolentes e evangélicos, só julgamos que foste uma idiota útil. Descansa em paz.
E o Terreiro do Paço?
«Acordo Coligatório».
Sapadores e calceteiros.
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Em Sapadores, numa extensa placa central, o trabalho dos calceteiros... parou a meio. Está como as imagens mostram. Pó no Verão e lama no Inverno.
Olhe esta imagem.
Uma porta é uma porta.
Na Praça Olegário Mariano, à Almirante Reis, tropeçámos numa porta a ser arranjada. Meticulosamente. Verde e dourado. Falámos com o proprietário do prédio, um edifício grande, de arrendamento. «É claro que eu podia pôr uma porta de alumínio, mas nós temos que conservar estas coisas», «se fosse um condomínio, ninguém tratava disto assim». Há coisas que nos fazem acreditar que as coisas estão a mudar.
.Exposição de Eduardo Gageiro no Museu da Carris.

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No Museu da CARRIS, está patente até 18 de Julho a exposição “A Cidade de Lisboa”, do conhecido fotojornalista português Eduardo Gageiro. O bilhete do Museu dá também acesso à exposição permanente.
As imagens captam momentos da Lisboa dos anos 60 e 70, do Ascensor da Bica e da Glória, da fadista Amália Rodrigues ou de anónimos, com a mestria que valeu a Gageiro mais de 300 prémios de fotografia.
No Museu da CARRIS, está patente até 18 de Julho a exposição “A Cidade de Lisboa”, do conhecido fotojornalista português Eduardo Gageiro. O bilhete do Museu dá também acesso à exposição permanente.
As imagens captam momentos da Lisboa dos anos 60 e 70, do Ascensor da Bica e da Glória, da fadista Amália Rodrigues ou de anónimos, com a mestria que valeu a Gageiro mais de 300 prémios de fotografia.
Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Isto sim, é um senhor.

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Este sim, é um candidato que vale a pena. Razões? Aqui vão:
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1ª - Recuperou o Parque Mayer. E não pagou um cêntimo ao americano!
2ª - Equilibrou o orçamento da Câmara.
3ª - Na vida, nunca deixou um projecto a meio: da comunicação social ao Sporting, passando pela edilidade lisbonense até à chefatura do Governo, foi sempre até ao fim.
4ª - Numa fase de desânimo colectivo, sempre nos deu motivos para rir. Por exemplo, esteve recentemente no impagável blogue «Psicolaranja»: http://psicolaranja.blogs.sapo.pt/
5ª - Instalou hotéis de charme no Intendente - pelo menos, tinha esse projecto.
6ª - Tem uma obsessão freudiana por túneis.
7ª - Tem um jeito erspecial para escolher sedes de campanha: nas anteriores autárquicas a que concorreu, era um edifício horrível do pai da namorada, Catarina Flores, junto ao Largo Trindade Coelho; agora, é uma loja que estava anunciada como «sex-shop», na Rua de O Século.
8ª - Porque tem como colaboradores e amigos Miguel Almeida, Rui Gomes da Silva e Pedro Pinto. Isto, por si só, define uma personalidade.
9ª - Porque instalou uma Secretaria de Estado da Agricultura na Golegã.
10ª - Porque deu uma entrevista a Ricardo Costa, candidatando-se a Primeiro-Ministro, na residência oficial do Presidente da CML.
11ª - Porque temos saudades de Helena Lopes da Costa.
12ª - Porque gaijas boas.
13ª - Porque construiu uma utilíssima estrutura, tipo «pala», em baixo da Ponte, junto às Docas. Aquilo serve para quê?
Porque apoiamos Costa: 5 razões decisivas.

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Apoiamos António Costa. Porquê? Cinco razões decisivas:
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1ª - Porque acabou a tempo as obras do Terreiro do Paço. Basta lá ir e ver.
2ª - Porque José Saramago o apoia e não, não foi por causa da Casa dos Bicos.
3ª - Porque disse recentemente, em entrevista ao «i», que todos os jardins iam ser recuperados. Basta ir ao Jardim Constantino ou à Paiva Couceiro. Estão impecáveis.
4ª - Porque as brigadas móveis e rápidas actuaram de forma rápida e móvel. Tão móvel e rápida que nunca as vimos.
5ª - Porque o Bairro Alto está, efectivamente, limpo de grafitos. Como foi prometido: em Setembro do ano passado, o Bairro Alto iria ser limpo pelos moradores com «kits» fornecidos pela CML. Ficou lindo. Basta ir ver.
Cine Conchas.
No âmbito das Festas de Lisboa'09, Cine Conchas (Quinta das Conchas, Alta de Lisboa). Quintas, sextas e sábados às 21h45. Entrada livre. Uma excelente ideia que merece ser multiplicada nos meses e pela cidade [programação].
Ah, é verdade: De Costas Para Lisboa: as fotografias são nossas!
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