segunda-feira, 6 de junho de 2011

"a minha casa é onde estás", exposição de fotografia de Filipe Casaca.



PRESS RELEASE


A Galeria Pente 10 - Fotografia Contemporânea inaugura no dia 7 de Junho, terça-feira, às 19h00, a exposição “a minha casa é onde estás”, de Filipe Casaca. A exposição consiste em 15 provas únicas, a preto e branco, impressas pelo fotógrafo. Será lançado o livro “a minha casa é onde estás”, edição do autor.




“a minha casa é onde estás reúne um conjunto fotografias de Filipe Casaca feitas ao longo de um período de 3 anos e que reflectem sobre o tema da intimidade. É um largo retrato de uma ambiência doméstica, de uma vivência íntima de um espaço partilhado entre duas pessoas. Não é um tema fácil ou recorrente e a comprová-lo temos raras presenças temáticas que atravessam as obras de outros fotógrafos. Aparecem sempre fotografias isoladas, ao longo do tempo, mas raramente organizadas num corpo desta natureza. O conjunto apresentado traz-nos imagens poderosas, onde espaço e protagonistas nos surgem como matéria esculpida do negro para a luz.” (Francisco Feio)




Filipe Casaca nasceu em Lisboa, em 1983. Frequentou a Faculdade de Belas Artes em Artes Plásticas-Escultura e o Instituto Português de Fotografia. Em 2008 expôs na galeria P4 a série “Telegrama”. No mesmo ano desenvolveu “Habitats” em parceria com um doente e artista do Hospital Júlio de Matos, que integrou uma exposição colectiva no Pavilhão 28. Em 2009 foi seleccionado para os Encontros de Imagem de Braga. A série “a minha casa é onde estás” foi exposta na K-Galeria em 2010 e é agora publicada e lançada em livro na galleria Pente 10.




Está representado em várias colecções públicas e privadas, nomeadamente na BES ART – Colecção Banco Espírito Santo.




GALERIA PENTE 10

Travessa da Fábrica dos Pentes, 10 (ao Jardim das Amoreiras)

1250-106 Lisboa

INAUGURAÇÃO: 7 de Junho, terça-feira, às 19h00

Patente ao público de 7 de Junho a 31 Julho de 2011

Lojas antigas.








Biblioteca Digital Mundial da UNESCO.







A Biblioteca Digital Mundial da UNESCO já está Disponível para todos

A UNESCO, em parceria com outras 32 instituições, lançou no dia 21 de Abril a Biblioteca Digital Mundial, um site que reúne documentos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo.

O site da Biblioteca Digital Mundial (BDM) funciona em sete idiomas (árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, português e russo) e apresenta conteúdos em mais de 40 línguas. Esta é uma biblioteca de acesso gratuito, disponível para os utilizadores que queiram aceder a mapas, manuscritos, partituras, gravações, filmes, gravuras e imagens de fotografia e pintura dos cinco continentes.

No site basta clicar sobre um dos continentes pretendidos e depois escolher o “lugar” para aceder a documentos. Ao clicar em Portugal surgem mapas e gravuras com datas que vão desde 1500 a 1900, num total de 13 arquivos históricos para consulta.

Com esta iniciativa, a UNESCO pretende despertar a curiosidade dos cidadãos ao nível dos conhecimentos sobre o património cultural de todos os países e promover a livre circulação de todas as formas de conhecimento, sejam educacionais, científicos, culturais ou sobre comunicação.

http://www.wdl.org/pt/

Abriu a época das transferências.



Orlando Ribeiro, um Mestre é um Mestre.



Estatística.

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Obra do Mercado do Chão do Loureiro custou 3,6 milhões de euros mais do que o Previsto («Jornal de Notícias»).

A cidade vista pelos sem-abrigo.


A imagem insólita das ovelhas no meio da cidade prendeu um sem-abrigo... (DR)


Projecto já chegou a outras capitais europeias
A cidade vista por quem não consegue morar nela
Por Marisa Soares

Um artista plástico pediu aos sem-abrigo que fotografassem Lisboa. As melhores imagens vão ser vendidas para ajudar a associação CASA.

Como é a Lisboa dos sem-abrigo? Para o senhor Luís, é a cidade dos eléctricos "amarelinhos" e das ovelhas que parecem perdidas numa rua do centro da capital. Para o senhor Justino, é a cidade banhada pelo rio Tejo, ao fim da tarde. Bruno Gaspar, um artista plástico e ilustrador de Leiria, deu máquinas fotográficas descartáveis a 15 sem-abrigo da capital e pediu-lhes que gastassem os rolos até ao fim. Cada disparo será por uma boa causa: as fotografias vão estar em exposição e as melhores vão ser leiloadas. A verba arrecadada reverte a favor do Centro de Apoio aos Sem Abrigo (CASA).

A ideia surgiu no final do ano passado. "Comecei a envolver-me com a CASA e percebi as dificuldades que enfrentam. Achei que tinha o dever de ajudar, enquanto cidadão", justifica. Os voluntários da CASA distribuem diariamente cerca de 350 refeições, à noite, nas ruas de Lisboa. "Há um ano e meio, distribuíamos 180", diz o presidente do centro, Jorge Correia.

As carrinhas da associação são procuradas por pessoas sem tecto e não só. "Vêm muitos desempregados, que usam o subsídio para pagar o quarto e o que sobra não chega para comer", diz Inês Pardal, uma das voluntárias. Nos últimos meses, aumentou o número de estrangeiros, sobretudo do Leste. Com cada vez mais pessoas a pedir apoio, agora é a CASA que precisa de ajuda. É necessário aumentar o espaço da cozinha e adquirir mais equipamentos. O dinheiro conseguido com a venda das fotografias servirá para apoiar esse investimento.

Jorge Correia espera que o projecto consiga "inspirar" quem mora nas ruas e mostrar que, mesmo naquela condição, podem ser úteis e ajudar quem os ajuda.

Fotografar outras capitais

As máquinas fotográficas descartáveis têm sido oferecidas por desconhecidos, deixadas na Livraria Arquivo, em Leiria, ou enviadas pelo correio. "Gostava que empresas como a Kodak ou outras do ramo quisessem apadrinhar o projecto", admite Bruno Gaspar.

O artista plástico, que dirige uma empresa de publicidade em Leiria, vai agora levar o projecto além-fronteiras. Através de amigos e pessoas conhecidas, já seguiram máquinas descartáveis para Madrid (Espanha), Londres (Inglaterra), Paris (França), Berlim (Alemanha), Amesterdão (Holanda) e Bruxelas (Bélgica). Os próximos destinos são Nova Iorque (EUA) e Toronto (Canadá).

Depois do Verão, Bruno Gaspar pretende organizar uma exposição com as fotografias de todas as cidades. "Quero que eles [os sem-abrigo] possam visitar a exposição livremente", diz, acrescentando que pondera também projectar as fotografias em alguns locais onde os sem-abrigo de Lisboa dormem.

Mas o projecto de Bruno Gaspar não se fica por aqui. A partir da próxima semana, vai trocar a cama confortável por um pedaço de cartão, algumas mantas e um espírito aberto. "Vou pôr-me à prova". O objectivo é retratar a experiência em vídeo, desenho e texto, para depois publicar.

Segundo os dados mais recentes da Câmara de Lisboa, de 2007, as equipas de rua identificaram 1187 sem-abrigo. Mais de metade dormia em centros de acolhimento e quase um terço em espaços abertos. Os números são antigos mas são os que constam do Plano Cidade para a Pessoa sem Abrigo de Lisboa, aprovado em Maio de 2009.


(in Público)

Miguel Bombarda, a ameaça continua!



Exmos Senhores


Na sequência do nosso comunicado acerca da aprovação e publicação da Resolução da Assembleia da República, recomendando ao Governo para que o acervo patrimonial e documental do extinto Hospital Miguel Bombarda seja preservado e valorizado, incluindo o Balneário D. Maria II, o Pavilhão de Segurança e a sua envolvente, além de especificar que os vários elementos artísticos, documentais, clínico e mobiliário devem permanecer no local, integrados no Museu (ver n/comunicado em http://cidadanialx.blogspot.com/2011/05/ar-aprova-recomendacao-sobre-hospital.html), somos a comunicar que neste preciso momento se verifica o NÃO CUMPRIMENTO desta Resolução.

Também o Apelo de grandes personalidades como Paula Rego, António Damásio, Raquel Henriques da Silva, Simonetta Luz Afonso, etc, solicitava às Ministras da Cultura e da Saúde o alargamento do Museu de Sítio do Hospital, para o edifício do antigo Convento, integrando no seu acervo o valioso Arquivo Histórico.

Com efeito, neste preciso momento, não se sabe se por ordens da Administração do Hospital Miguel Bombarda ou da empresa Estamo, proprietária, por via da Parpública, do Hospital Miguel Bombarda, está a ser transferido para o Hospital Júlio de Matos todo o acervo histórico e clínico do Mibuel Bombarda (sem haver sequer a prova de que o mesmo tenha sido totalmente inventariado), o que contraria claramente a Recomendação aprovada pela Assembleia da República.

Damos conhecimento deste facto à Assembleia da República, ao Ministério da Cultura, ao Arquivo da Torre do Tombo, e à Câmara Municipal de Lisboa.

Melhores cumprimentos


Paulo Ferrero, Júlio Amorim e Carlos Moura


domingo, 5 de junho de 2011

Detidos no Rossio



Os três jovens foram detidos esta tarde, por volta das 15h00, no Rossio, em Lisboa, quando participavam numa assembleia popular promovida pelo movimento Democracia Verdadeira Já.

Segundo Renato Teixeira, da organização, a PSP apreendeu fotografias, material de som e boletins para um “referendo popular” que estava previsto acontecer ao longo do dia de hoje. “Sente-se representado no actual sistema democrático?” era uma das perguntas dos boletins.

Foi a presença no Rossio de material de propaganda e de som que levou a Polícia Municipal àquela praça de Lisboa, indicou ao PÚBLICO o oficial de serviço, chefe Ângelo Gonçalves. Desde o passado dia 24, o Rossio tem sido palco diário de “assembleias populares” e durante 12 dias vários jovens chegaram mesmo a acampar ali, sem que se tivesse registado qualquer intervenção policial.

Questionado sobre as razões que ditaram uma acção diferente hoje, o responsável da Polícia Municipal respondeu: “Não tenho conhecimento do que se passou nos outros dias. Como oficial de serviço, hoje tive conhecimento e mandei uma brigada”.

Segundo o chefe Ângelo Gonçalves, quando os agentes da Polícia Municipal tentavam identificar um jovem e apreender o material houve outros dois que “tentaram obstaculizar a acção” policial. Ambos foram já acusados também de “injúrias, resistência e coacção sobre os agentes”. Um dos elementos da Polícia Municipal foi agredido, acrescentou, embora não tenha sido necessário prestar-lhes assistência médica. O responsável da PM disse também que para além dos jovens que foram detidos, houve vários outros que também tentaram “obstaculizar” à acção da polícia, tendo-se gerado “tumultos” quer levaram a uma intervenção de agentes da PSP. “Foi utilizada a força estritamente necessária para repor a ordem pública”, adiantou.

Vários jovens afirmaram que foram agredidos com bastonadas. Uma das manifestantes tinha vergões vermelhos nas costas, que mostrou aos jornalistas. O oficial de serviço no Comando Metropolitano de Lisboa negou.

A PSP garantiu que quem fez as apreensões do material foi a Polícia Municipal. “A Polícia Municipal deslocou-se ao local para apreender algum material que eles lá tinham. Os ânimos exaltaram-se. A PSP foi chamada. E o Comando Metropolitano de Lisboa foi lá apenas para apoiar a Polícia Municipal”, disse ao PÚBLICO o oficial de serviço da PSP de Lisboa.

Na véspera das eleições legislativas o movimento Democracia Verdadeira Já queria marcar o dia com debates e reuniões de trabalho. Contudo, por volta das três da tarde, a polícia municipal e PSP apareceram no local, alegando que os jovens estavam a ocupar indevidamente a praça, contou Renato Teixeira. Testemunhas disseram ainda ao PÚBLICO que houve algumas bastonadas, algo que a PSP nega. “Não houve carga policial”, disse o oficial de serviço que confirma, contudo, alguns “empurrões”.

Luísa Acabado, advogada dos três jovens, adiantou que dois deles foram constituídos arguidos e terão que comparecer perante o juiz de instrução criminal na segunda-feira, às 10 horas da manhã. Foram acusados de obstrução à actuação da polícia, acrescentou. O terceiro jovem que foi conduzido à esquadra da Polícia Municipal, na Praça de Espanha, terá sido apenas identificado.

O material apreendido no Rossio continua na esquadra da Praça de Espanha.

Notícia do Público actualizada às 20h37

Nota: Curiosamente estas mesmas Polícia Municipal e Polícia de Segurança Pública nada parecem fazer quanto aos carteiristas que enxameiam os eléctricos n.º 12, 15 e 28. A Rua do Ouro está sempre pejada de indivíduos a oferecer haxixe e coca a quem tiver pele mais branca ou cabelo mais loiro. Estão lá há décadas. No Martim Moniz os camiões TIR estacionam e descarregam várias vezes por semana.

É mais fácil ver quem passa no Rossio.

Navio Monge atracado no Cais do Tabaco.





O Monge é um navio de ensaios e medidas da Marinha de Guerra Francesa, destinado a acompanhar o teste de mísseis balísticos e tácticos disparados da costa francesa ou a partir de submarinos em imersão e a cooperar em operações envolvendo o seguimento de satélites e a observação de alvos no espaço próximo. Construído pelos Chantiers de l'Atlantique, em Saint-Nazaire, o navio entrou ao serviço a 4 de Novembro de 1992, substituindo o .navio de ensaios Henri Poincaré, que estava ao serviço desde 1968. O navio tem como patrono o matemático francês Gaspard Monge (1746-1818).




















António Ramos Rosa no ICS.

Rua Ferreira Borges.





Imagens de Fernando Jorge.

Festas destas, não.







































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Lisboa foi inundada de publicidade. Patrocínios, admitimos. Agora autocolantes que vão ficar para durar, não. Insufláveis no Terreiro do Paço, não. E o lixo? Garrafas, vidros, copos, tudo. Que desgraça.

(imagens do Cidadania Lx).

Rua da Graça: 3 imóveis municipais...






























Imagens Fernando Jorge.

Fotografia em Lisboa.

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«Há quanto tempo trabalha aqui?», de Luísa Ferreira, nas Varandas da Rua Augusta.

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«Tragédias de Amor», de João Carlos, no Jardim do Torel.

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«Subir ao Povo», de Eduardo Gageiro, no Panteão Nacional.