sábado, 4 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Recrutamento.











Terreiro do Paço.

Sem palavras.





Praça Marquês de Pombal.

Judo no Terreiro do Paço.




Nuno Delgado.




















Praça do Comércio.

English Summer Courses na FLUL.




Terrorismo de Estado*.



«As parcerias público-privadas (PPP) para a exploração e manutenção da rede viária regional representam para a Madeira um custo superior a 3500 milhões de euros nos próximos 25 anos. Este montante corresponde ao quádruplo do encaixe financeiro que o Governo madeirense obteve com estas operações, criticadas pelo Tribunal de Contas por violarem os limites de endividamento da região e comprometerem o futuro das próximas gerações» (Público).



* O título do post é uma homenagem à banalização da linguagem e a Marinho e Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados.

É hoje, é hoje.



Portas da Versailles, uma acção Cidadania Lx/Lisboa SOS.


imagem: Lisboa SOS.




Exmos. Senhores


No seguimento de notícias vindas a público dando conta da remoção das portas de madeira existentes na entrada da Pastelaria Versailles, a qual funciona, lembramos, em edifício classificado, sendo as mesmas substituídas por vidros, somos a solicitar a V.Exas. que nos esclareçam quanto à legalidade da referida remoção e, caso tenha sido uma alteração ilegal, quais as diligências a efectuar pelos V/serviços no sentido de ser reposta a legalidade.

Na expectativa, subscrevemo-nos com elevada estima e consideração.

Paulo Ferrero, Fernando Jorge e Júlio Amorim
Anexo: Foto actual.

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Vieira da Silva, adeus...


João de Brito, filho de Jorge de Brito.




Artes plásticas: Venda decorrerá em Paris

Vieira da Silva leiloada
Vários quadros de Vieira da Silva que são propriedade dos herdeiros de Jorge de Brito vão ser vendidos em leilão em Paris no próximo mês de Outubro, depois de uma pré-apresentação em Bruxelas e Monte Carlo para as dar a conhecer a possíveis compradores.
Ana Maria Ribeiro

A família do coleccionador continua, no entanto, a não poder movimentar as oito obras da pintora portuguesa que, embora sejam também propriedade sua, não podem sair do País por se encontrarem em processo de classificação. Desde 2006, ou seja, desde o ano da morte do coleccionador.

O impedimento chega do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), que, no entanto, não consegue dar resposta aos pedidos da família para que termine o processo de vez. Ao Museu Arpad-Szènes– Vieira da Silva, os herdeiros mantêm emprestados seis quadros da pintora portuguesa.

Ao CM, o arquitecto João Teixeira, "amigo de sempre" de Jorge de Brito, confidencia que o financeiro, que iniciou a sua colecção com quadros de Júlio Pomar – de quem era amigo pessoal e cujas obras comprava a prestações –, "nem sequer era grande apreciador da Vieira da Silva", mas que apostou nela e foi comprando muitos quadros "para investimento futuro". O que torna ainda mais irónica a situação dos quadros que a família está impedida de vender.

"O Jorge de Brito foi um homem de grande visão, que conseguiu aumentar o valor comercial da pintura portuguesa. Ele tinha as telas da Vieira da Silva em Zurique, quando lhas pediram emprestadas para expor em Portugal", recorda. "Ele não tinha de o fazer. Fez porque era bom para Portugal. E é assim que lhe pagam?", questiona.

Mas até que haja novo Governo, não há solução à vista.

(in Correio da Manhã)

Memórias do Bairro Alto.







Hortas Urbanas. Um guia. Clique para ampliar.



M;iguel Bombarda: até que a voz nos doa.

















S ruas são de todos, não são de quem as sujar, está bem???













Pela Avenida da Liberdade, o Cidadania Lx!!

Exmo. Senhor Presidente da Câmara,
Dr. António Costa

No seguimento da abertura de 5 quiosques na Avenida da Liberdade, iniciativa que nos merece o maior aplauso - contudo ainda incompleta pela presença do restaurante junto ao edifício Palladium -, vimos pelo presente reforçar algumas ideias que nos parecem fundamentais para que aquela avenida recupere o estatuto de que já usufruiu. Assim, e aproveitando o trabalho em curso de arranjo das zonas verdes;

1. Se prossiga com uma “empreitada geral” de limpeza e arranjo da Avenida, garantindo que à abertura dos quiosques não corresponda, como se tem verificado até agora, a abertura de esplanada ad-hoc, toldos ao vento, lixo nos passeios, buracos e lombas na calçada, caldeiras sem árvores, candeeiros apagados e, sobretudo, ruído a mais - ainda que sejam poucos os residentes da Avenida -; mas que também contemple a limpeza e aprumo dos lagos e a diversa estatuária existente.

2. Se sensibilize a população para que ela se desloque em transporte público, passeando a pé pela Avenida da Liberdade e evitando trazer o automóvel quer para a própria avenida quer para a sua envolvente. Nesse sentido será indispensável que o Metropolitano mantenha abertas durante a noite, bem como aos Domingos e feriados, todas as saídas das estações Marquês de Pombal, Avenida e Restauradores.

3. Se desenvolva e incremente uma estratégia de dinamização, pensada a longo prazo, das diversas salas de espectáculo existentes e da captação de públicos para o eixo Avenida da Liberdade / Praça da Alegria / Portas de Santo Antão, seja para as salas que estão a funcionar (São Jorge, Tivoli, Politeama, etc.) seja para aquelas que há que resgatar com urgência (Capitólio, Odéon, Maxime, Hot Clube, Olímpia, etc.).

4. Se complemente esta estratégia com a criação de percursos de divulgação cultural, devidamente interligados a uma operação de reabilitação urbana, integrando o património cultural, edificado ou não, mais significativo da Avenida da Liberdade e da zona envolvente, por exemplo, igrejas (Sagrado Coração de Jesus, São José dos Carpinteiros, São José, São Luís dos Franceses), edifícios e sociedades recreativas (Palácio Conceição e Silva, Palácio Almada, Palácio Lambertini, Atheneu, Sociedade de Geografia, Casa do Alentejo, Associação Comercial de Lisboa), elevadores (Lavra e Glória), casas de personalidades (Alfredo Keil, Wenceslau de Moraes, Bordalo Pinheiro, etc.), estabelecimentos de restauração (ginjinha, cafés remodelados e com esplanadas de qualidade nos passeios laterais), comércio de carácter e tradição, etc.

5. Se articulem os pontos anteriores com a indispensável restrição de facto ao trânsito a partir do Marquês de Pombal, reservando as faixas laterais actuais para o estacionamento de moradores, cargas e descargas, e acesso às garagens dos hotéis e de outros edifícios; bem como procedendo à diminuição das faixas centrais actualmente existentes, garantindo a continuidade das placas centrais através da eliminação dos parques de estacionamento que as interrompem e da colocação de passadeiras semaforizadas sempre que for imperioso interromper o passeio, e eliminando as barreiras ao tráfego pedonal alinhado todas as peças de mobiliário urbano (mupis, sinais de trânsito, bocas de incêndio, papeleiras, etc.).

6. Por último, a CML deve tornar claro se tem como prioridade inverter a tendência de “tercearização” da Avenida da Liberdade, e fomentar a habitação como forma de contrariar a desertificação daquela artéria nobre da cidade, e quais as medidas de facto nesse sentido.

Com os melhores cumprimentos

Paulo Ferrero, Fernando Jorge, Bernardo Ferreira de Carvalho, João Oliveira Leonardo, Luís Rêgo, Virgílio Marques, Artur Lourenço e Alves de Sousa