domingo, 6 de maio de 2012

E você, não age?


É preciso lata! Conspurcam a cidade e ainda mostram a selvajaria. Isto não é ARTE. Vejam o «site» acima e digam se aquilo tem valor artístico - ou não passa de mera selvajaria.

Esclarecimento.






4º COMUNICADO DA ASSEMBLEIA DE SÃO LÁZARO 94


No dia de hoje, fomos confrontados com a divulgação de notícias em diversos meios de comunicação social sobre um problema de infiltrações de águas que afetou a ILGA – Centro LGBT, sediado no rés-do-chão do prédio na Rua de São Lázaro e ocupado no dia 25 de Abril.


Sobre este assunto, vimos prestar alguns esclarecimentos:


1. Nos dias de hoje, ontem e anteontem, alguns membros da ocupação de São Lázaro tiveram a oportunidade de realizar, junto de membros da ILGA, um levantamento da situação, a qual foi travada e emendada. Ainda ontem, um canalizador por nós contratado realizou uma vistoria junto do local, com o objectivo de resolver o problema e reparar os danos no mínimo de tempo possível. Uma infiltração é uma infiltração e não um camião cheio de galinhas a voar sobre as cabeças de jornalistas ávidos de porrada e mal-dizer. Tem uma solução técnica e viável.


2. Há dois tipos de infiltrações em São Lázaro 94. Uma, resultado da infiltração da água da chuva ao longo dos últimos anos (dez?), que afeta a ILGA na fachada nascente, constituindo a principal causa de danos estruturais num sector vertical que atravessa todos os pisos. Tal resulta de portadas e janelas permanentemente abertas ao longo de invernos a fio. Porque não foi isto remediado antes? Quando bastava apenas fechar portadas e alguns trabalhos de pouca monta, mas com benefícios óbvios a longo prazo, os quais decidimos fazer. O outro tipo de infiltração foi provocado pela saída de água de canalizações apodrecidas. Esta situação foi de imediato travada pelo corte de água no ramal de rua pela EPAL. Neste momento, a solução técnica reside no corte da entrada de água na rede apodrecida do prédio; na permissão do fluxo no ramal recente que abastece a ILGA; e no pedido de reabertura à EPAL.


3. Na segunda-feira, encontra-se prevista uma vistoria e peritagem técnica à estrutura do edifício por um profissional, por nossa conta, da qual resultará um relatório independente que nos servirá a todos para falar com propriedade do estado do prédio. Teremos em conta as anteriores vistorias realizadas.


4. As casas não apodrecem por estarem ocupadas, mas sim por estarem abandonadas. Não se nega o facto da ocupação de São Lázaro 94 ter provocado percalços temporários no espaço da ILGA, nomeadamente no que se refere à infiltração, que lamentamos e que nos aprontámos a resolver. Porém, foi a sua ocupação que produziu melhorias significativas e, sobretudo, a perspectiva de uma reabilitação de todo o imóvel.

A Graça tem graça.



Clique para ampliar.


Rua do Alecrim, 24.





Imagens de Fernando Jorge.

De um leitor.



Boa tarde


Agradeço terem publicado por diversas vezes as fotos que tenho enviado.

Hoje, ilustro o anedótico zelo da Emel ao BLOQUEAR (e nem sequer multar apenas) este veículo que, como se constata, atravanca imenso e perturba inadmissivelmente o trânsito, isto quando a mesma Emel fecha os olhos a casos de estacionamento selvagem largamente referidos em diversos blogs sobre Lisboa.

Acrescento que costumo fazer caminhadas por ali, o carro não só não é meu como desconheço o dono.

Com os meus cumprimentos,

Ontem foi um luarão nesta cidade.


Ontem foi um luarão nesta cidade.


A entrada do gato...


Está a vê-la?

Ainda o Pingo Doce



Daniel Oliveira, o virtuoso, falava assim no último programa do Eixo do Mal...





Uns foram ao Pingo Doce roubar, o Daniel só não foi porque andava a gamar carteiras nas manifs. Atenção ao preciosismo, o Daniel Oliveira não ía lá roubar, ía lá para levar um bocadinho.... Pois, isto de roubar não é para os filhos dos poetas...





Meu, não apareças... É menos um profissional do gamanço. A falta que tu vais fazer ao Pingo Doce. Já agora desanda daí, até quando temos de levar contigo, baza... Queremos ver pessoas decentes nas televisões. Baza... Vai ler uns livros do paizinho e desampara a loja.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Ocupar não é estragar.




Inundação provocada por "ocupas" encerrou sede de associação gay


Por Ana Henriques in Público

Ocupantes notificados para abandonarem edifício camarário no prazo de dez dias questionam coerência de posições da vereadora Helena Roseta. Autarca escusa-se a comentar


Uma inundação causada pelos "ocupas" da Rua de S. Lázaro, em Lisboa, obrigou ao encerramento da sede da associação Ilga - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero. Os activistas gay não sabem quando poderão reabrir. Tanto a linha de aconselhamento telefónico como o serviço de apoio psicológico da associação estão interrompidos e sem data para retomarem o funcionamento.
O problema terá tido origem num cano roto. Pouco depois de se instalarem na casa camarária junto ao Hospital de S. José, há uma semana, os "ocupas" abriram a água, que se encontrava fechada. "Avisámo-los para não o fazerem, porque já há ano e meio tinha sucedido o mesmo durante outra ocupação", relata o presidente da Ilga, Paulo Côrte-Real. A associação está sediada há década e meia no rés-do-chão do prédio camarário da Rua de S. Lázaro, enquanto os "ocupas" invadiram o primeiro e o segundo andar. Depois de vários dias com a água a escorrer por paredes e tectos, a associação teve de fechar ao público, conta o presidente da associação. "Há um bocado de tecto prestes a cair e foi preciso chamar a Protecção Civil e a EPAL para a água voltar a ser fechada".
"Quem pode resolver a situação é a câmara. Já enviámos fotos do sucedido ao presidente António Costa", observa o mesmo responsável.
Entretanto, os "ocupas" foram notificados pelas autoridades para abandonar o local no prazo de dez dias úteis. Antes disso, na quarta-feira, o grupo divulgou no seu blogue (saolazaro94.blogspot.pt) uma carta aberta à vereadora da Habitação, Helena Roseta, questionando a coerência das suas posições no que à ocupação de casas diz respeito. A autarca, que tem criticado a invasão do imóvel municipal mas que se disponibilizou para receber os ocupantes, não quis comentar a missiva.
"No seu programa eleitoral, Helena Roseta apregoou o direito à habitação e denunciou as políticas de degradação e abandono do parque habitacional", recordam os ocupantes. "Surpresa das surpresas, após ter esquecido tudo o que disse até ao dia da sua eleição vem agora opor-se à ocupação e revitalização de um prédio abandonado - enquanto o parque habitacional da câmara continua a cair de podre e o mercado imobiliário especulativo continua a ditar as regras da vida na cidade", acusam.
Os "ocupas" dizem que, apesar de alguns membros da equipa da autarca terem mostrado publicamente o seu apoio ao projecto Es.Col.A do Porto, Helena Roseta "fez passar apressadamente em Abril um despacho que visa reduzir de 90 para apenas dez dias o prazo máximo de permanência de ocupantes em edifícios abandonados pela Câmara de Lisboa", logo três dias depois de terminar o prazo para o despejo na Fontinha. "Curiosa coincidência de datas ou pura matreirice?", questionam. A decisão sobre se irão ou não sair da casa no prazo estipulado, ou reunir-se com a autarca deverá ter sido tomada ontem à noite, já depois da hora de fecho desta edição. Jovens na sua maioria, os "ocupas" garantem estar a promover algumas actividades no prédio, como ioga, música e ateliers de pintura.
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Nota Lisboa SOS: este blogue não tem uma posição oficial nem oficiosa sobre as ocupações. Mas uma coisa é ocupar, outra é prejudicar terceiros. Assim, não.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Anita no Pingo Doce



Teatro Rápido, no Chiado.



O espetáculo será apresentado ao sábado e ao domingo durante o mês de
Maio, são 6 sessões: 10H30, 10H55, 11H20, 11H45, 12H10 e 12H35, na Rua Serpa
Pinto nº14 (Chiado).

Hannah Arendt em Lisboa...



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Nesta casa, na Ruia da Sociedade Farmacêutica, nº 6, encerrada, viveu durante a Guerra a grande filósofa Hannah Arendt, uma das maiores do século XX. Em qualquer país do mundo, uma placa, pelo menos... não? O Jornal de Letras deu o alerta.
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A Baixa de Lisboa comemora o 1º de Maio.























Imagens do Cidadania Lx.

Obra a obra...

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«Cada lisboeta pagou 500 euros em impostos mas só recebeu obras municipais no valor de 80»


(Público, de 3/5/2012).

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Fernando Lopes (1935 - 2012)



Fernando Lopes no Jardim da Estrela, Lisboa 2011
© Fotografia Ângela Camila Castelo-Branco