quinta-feira, 2 de abril de 2009

Singularidades duma cidade: o Cemitério dos Cães no Jardim Zoológico.


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Dog, como esquecer a tua recordação?
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Jessica, Tansinha, Chorona.
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Nufa, Nana, 2005-2007. Esposende.
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Flay, Butcha, Kaite, saudade dos donos.
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King-Tico, os teus donos nunca te esquecem.
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Mafaldinha, ficarás para sempre no nosso coração.
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O Amigo Oscar.
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Histórias de Vida.


Conte a sua história de vida.
Memória Imaterial: memoriaimaterial@gmail.com
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Nos Restauradores.


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Estas e outras imagens surpreendentes de Lisboa contemporânea no:

Lisboa arruinada.


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O blogue «Estado Sentido» tem feito um levantamento notável de imóveis em degradação na zona da Duque de Loulé. Veja em http://estadosentido.blogs.sapo.pt
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Peniteciamo-nos: não temos dado a devida atenção a essa zona de Lisboa. A ela lá iremos, em breve. Ao «Estado Sentido», um sentido obrigado.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Igreja de Nossa Senhora da Pena: conhece?


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Subir o Lavra.


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Quem chega ao largo da Anunciada, para subir o Elevador do Lavra, tropeça num carro estacionado.
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Vamos então ver o que se passa.
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Até agora, não se passa nada. É a Lisboa de sempre.
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Não passa nada, nada se passa.
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O que é isto? Obras? Mas ainda há pouco fizeram obras aqui!
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Isto realmente está um bocado degradado...
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É claro que ele há sempre recantos que nos levam ao velho Portugal que amamos.
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Pois é, parece que este edifício está em risco de nos cair em cima. E, para evitar que caia em cima do centenário ascensor, lá vão ter mesmo de mandar abaixo o prédio. Entretanto, fecha-se o Elevador do Lavra, para segurança dos utentes.
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Já começaram a cair coisas lá de cima. Se calhar, é um bocado temerário estarmos aqui. Qualquer dia a casa vem abaixo. E, claro, não podia faltar o alguidar em plástico azul.
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Adeus, velho amigo.
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Mais um que vem abaixo.
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Não o podiam ter salvo a tempo? Quem não fez as obras devidas? Quem tem a CULPA? Quem vai PAGAR por esta paragem forçada do Elevador do Lavra?
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Lá estão os gémeos, paradinhos. O da direita é o Gicas. À esquerda, o Renato.
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ISTO SÓ FAZ A TERRA TREMER
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De quem é a culpa?
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Chegamos ao cimo e vemos que isto é... Monumento Nacional. O mais antigo ascensor de Lisboa. Só: Monumento Nacional. Sim senhor, obrigado. Monumento Nacional...
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Raridades bibliográficas: exposição.


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Raridades bibliográficas em exposição na Biblioteca Municipal Camões. A não perder!

Freestyle: nova revista. Somos contra!


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Saiu esta semana uma revista. Não,. não falamos na edição portuguesa da Playboy. É pior.
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Diz o Diário de Notícias:
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Nasceu esta semana a primeira revista totalmente portuguesa dedicada à cultura urbana, a Freestyle, de onde se destacam várias expressões artísticas como o hip hop, MC, DJ, breakdance e graffiti. E é esta última que provoca maior polémica. É que se pintar em muros autorizados é uma forma de arte aplaudida, fazê-lo em prédios dos centros históricos, em monumentos, em carruagens de comboios e de metro, é ilegal e arrisca-se a multa ou pena de prisão.
E é desta forma que também pensa Martim Borges, director da Freestyle. "Eu já faço graffiti há dez anos, mas faço-os de forma legal", começou por dizer o também fundador da nova revista.
E as imagens de carruagens de comboios da CP com graffiti que aparecem em grande número na Freestyle? "Eu não respondo pelo que os outros fazem. Essa é uma vertente mais crua dos graffiti e que é a que chateia mais as pessoas. Tal como os que são feitos no Bairro Alto, em Lisboa. Acho que nem vale a pena evitar, é algo que vai sempre existir, por mais que a câmara faça limpezas. Se bem que eu acho bem que se limpe. O que lá se passa é demais e dá um aspecto sujo. Mas o Bairro Alto também é conhecido pelos graffiti, é uma das suas imagens de marca, que até já tem fama turisticamente. Até o Elevador da Glória [que faz a ligação entre a Avenida da Liberdade e o Bairro Alto] é visitado por turistas estrangeiros para verem os grafitti. Tornou-se um símbolo da cidade. O que eu não acho bem é fazer-se assinaturas em monumentos", disse Martim Borges.
O director da revista fez ainda uma ressalva: "Ao contrário do que se pensa, os graffiti não são sinal de violência. O crime que existe no Bairro Alto, como a venda de drogas, não tem a ver com as pessoas que fazem graffiti".
Quem também não está contra esta forma de arte é o próprio presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, que a propósito da limpeza no Bairro Alto falou sobre o assunto. "Não sou completamente contra os graffiti, mas penso que devem ser enquadrados", disse o autarca, referindo ainda que em breve serão criados "espaços próprios para que os artistas possam dar azo à imaginação".
Quem não é fã de graffiti, é a Fertagus e a CP, sobretudo se feitos nas suas carruagens. Segundo Paulo Cerqueira, técnico superior da Fertagus, "o custo médio de limpeza de graffiti nos comboios varia entre 15 a 20 euros por metro quadrado". Já a CP, diz estar atenta ao problema e que a empresa está a reforçar a vigilância".
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Acho que nem vale a pena evitar, é algo que vai sempre existir, por mais que a câmara faça limpezas.
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São palavras do director da revista. É esta a cultura. É esta atitude. Se o Sr. Martim Borges nos disser onde mora, nós lá iremos fazer «arte» na porta do prédio. E outra que já está a pegar moda: grafitar os veículos automóveis.
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Lisboa Arruinada


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Um crime da Câmara Municipal de Lisboa: av. Duque de Loulé, 35
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Este edifício na Duque de Loulé 35, foi até há pouco tempo, um departamento do Estado - das Florestas, creio - e já teve hoje início o processo de demolição. Para disso ter a certeza, questionei um dos empregados da "obra" que para meu espanto me confirmou o desastre. Já estou a imaginar o que se seguirá: um mostrengo sem qualquer interesse, para escritórios que não se arrendam nem se vendem, dada a fartura da oferta e a escassez da procura.

Mais um crime autorizado pela Câmara Municipal de Lisboa que há décadas é a principal responsável pela liquidação do património imobiliário da capital do antigo Reino de Portugal.
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