A Fábrica de Pão de Francisco Lourenço no Quelhas. A fachada simples em azulejos faz parte do património da cidade de Lisboa.
Mostrar mensagens com a etiqueta azulejos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta azulejos. Mostrar todas as mensagens
domingo, 22 de maio de 2011
Fábrica de Pão de Francisco Lourenço
Etiquetas:
azulejos,
Lisboa,
Património
terça-feira, 30 de março de 2010
Azulejos de Lisboa.
Clique na imagem e... boa viagem pela azulejaria!
.

Etiquetas:
azulejos,
Lisboa,
Património
domingo, 28 de março de 2010
Adega Machado em "Silêncio"
Etiquetas:
azulejos,
Fado,
Lojas de Lisboa,
Património
sexta-feira, 26 de março de 2010
"Casa dos Banhos" Balneário D. Maria II
"[...] o Balneário, ou Casa dos Banhos, inaugurado pela rainha D. Maria II em 29 de Outubro de 1853, dia de aniversário do príncipe-consorte D. Fernando, a que se seguiu uma círcunstanciada visita ao hospital. Tal como o Pavilhão de Segurança, também este é um edifício de elevado valor patrimonial, qualificado pelo IPPAR em 2001 de 'Imóvel de Interesse Público, em vias de classificação', na sequência de proposta e de Memória Justificativa apresentadas pelo Hospital Miguel Bombarda em 1999 (aguarda-se para breve a classificação definitiva de ambos)." (in "Panóptico, vanguardista e ignorado - O Pavilhão de Segurança do Hospital Miguel Bombarda", p.14. Vítor Albuquerque Freire, Livros Horizonte, 2009.)
Balneário D. Maria II, corte pormenorizado, gravura de 1855. A partir da direita, zona dos banhos terapêuticos, as caldeiras e a cozinha industrial adjacente.."Quanto à arquitectura, o Balneário D. Maria II é igualmente [tal como o Pavilhão de Segurança] um edifício de elevado valor. De pendor romântico, conjuga de modo exuberante mas harmonioso diversas correntes estilísticas da época: revivalismo gótico, com portas de arco quebrado; revivalismo renascentista, com loggia de arcos de volta inteira dando para um pátio, a lembrar os hospitais italianos do Renascimento; arquitectura do ferro e industrial, observável no gradeamento de ferro do pátio, e na madeira e ferro aplicados na zona das caldeiras; arrojada azulejaria de fachada, de cunho bem português, invulgar em idifícios públicos.[...] a arcada do edifício apresenta graves problemas de estabilidade que obrigaram ao seu escoramento, tornando-se urgente a realização de delicadas e dispendiosas obras de reparação estrutural, que ultrapação o âmbito da instituição." (in "Panóptico, vanguardista e ignorado - O Pavilhão de Segurança do Hospital Miguel Bombarda", p.15. Vítor Albuquerque Freire, Livros Horizonte, 2009.)
.
.
."O Balneário D. Maria II representava melhoria de suma
importância, pois variados tipos de banhos integravam as terapêuticas psiquiátricas então prescritas: banhos de chuva, de onda, de imersão; de duche descendente, lateral ou local; frios, tépidos, mornos ou quentes; de estufa e de vapor, com aromas medicinais. O 'Plano da Casa dos Banhos' patenteia uma significativa componente experimental, e na sua elaboração participaram Bernardino António Gomes e outras figuras da medicina portuguesa. A água quente e o vapor eram fornecidos por sofisticado sistema de caldeiras, tubagens e aparelhos, especialmente concebidos pelo fabricante português José Pedro Collares Júnior, sujeito à aferição e aprovados pelo lente de Física da Escola Politécnica e pelo engenheiro-chefe do Arsenal da Marinha. O vapor produzido na sala das caldeiras também proporcionava o aquecimento das marmitas e fogões da avançada Cozinha Industrial que foi erguida adjacente ao Balneário." (in "Panóptico, vanguardista e ignorado - O Pavilhão de Segurança do Hospital Miguel Bombarda", p.14. Vítor Albuquerque Freire, Livros Horizonte, 2009.)

."[...] é um edifício hospitalar voltado para o exterior, para a população, desenhado com o intuito de atrair o gosto dos doentes da cidade que aí se dirigiam por prescrição dos seus médicos, para lhes serem ministrados os diversificados tipos de banhos terapêuticos. Um notabilíssimo espírito de abertura à comunidade, materializado no primeiro edifício psiquiátrico português, e infelizmente sem paralelo até aos nossos dias." (in "Panóptico, vanguardista e ignorado - O Pavilhão de Segurança do Hospital Miguel Bombarda", p.15. Vítor Albuquerque Freire, Livros Horizonte, 2009.)
Pavilhão de Segurança, Enfermaria-Museu Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa/Hospital Miguel Bombarda
Horários:
Quartas-feiras: 11h30-13h
Sábados: 14h-17h
Outros dias com marcação prévia: 10h-13h, 14h-16h.
Visitas Guiadas - incluem no seu percurso o Balneário D. Maria II (1854) e o ex-gabinete do director, onde o Prof. Miguel Bombarda foi assassinado nas vésperas da revolução de 1910.
Endereço: Rua Dr. Almeida Amaral, 11169-053 Lisboa
Telefone: 213177400 / 213177435
Acessos: Estacionamento gratuito
Etiquetas:
Arquitectura,
Arte,
azulejos,
Lisboa
Subscrever:
Mensagens (Atom)

