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“Sítio dos mais aprazíveis do Termo de Lisboa, rural, bucólico e romântico, espaço de recreio e veraneio da nobreza e da alta burguesia que aqui desfrutavam de ares e vistas aprazíveis. Apesar de nos primeiros anos do Século XIX, se assumir como rota de passeios domingueiros dos alfacinhas, nos seus passeios às hortas. Gozava a Ameixoeira de bons ares, e era recomendada pelos médicos da cidade como Sanatório de doenças pulmonares.” (Eugénio do Espírito Santo, in Sítio da Freguesia da Ameixoeira).
Hoje, como a nobreza e a alta buruguesia oitocentistas, continuamos a poder desfrutar das vistas maravilhosas da Ameixoeira. Talvez este já não seja local de romarias aos Domingos, mas continua um lugar aprazível. Pena é o desleixo e o abandono a que tem sido votada esta Freguesia. O centro histórico não está cuidado. O chafariz, situado mesmo defronte da Junta de Freguesia, não está a funcionar. Há casas e palacetes ao abandono. O lixo amontoa-se nas ruas. Os novos bairros habitacionais não se integram no meio envolvente. A Ameixoeira voltará a ser o que era?
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À noite, os viadutos da Ameixoeira convertem-se num território inóspito e sem lei.
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