segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lisboa homenageia Gago Coutinho.



Prémio Valmau.


Coerência arquitectónica, linearidade de estilos. Poço dos Negros.

Prioridade às pessoas.



Há muitas lisboas dentro de Lisboa: os cavalos das Olaias.


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Quem passa pela rotunda do bairro Belo Horizonte (antiga Curraleira), nas Olaias, em Lisboa não fica indiferente quando vê um cavalo a pastar numa rotunda preso por uma corda amarrada a um ferro. Pertence à criação de cavalos de Nélson Oliveira, em plena cidade. Uma actividade a que está ligado desde sempre e que trespassa gerações, "desde o avô".

Hoje em dia, a quinta de Nélson não é mais do que alguns boca-dos de terra relvada separada por betão e por estradas. "Isto anti- gamente era só pasto, depois é que destruíram tudo. Uma pessoa agora para ter um cavalo tem de andar à procura de meia dú- zia de terrenos, por isso, estou sempre a mudá-los de lugar porque vão ficando sem pasto", disse ao DN. Tem 20 cavalos, que todas as noites são guardados num barracão.

Nélson conta que a polícia só entra em acção quando os cavalos pastam na rotunda, por causa do trânsito. Ou quando um deles foge e se passeia de madrugada pela cidade, como aconteceu na semana passada...

Confessou ao DN que não tem vergonha de ter a quinta no meio de um bairro em Lisboa, porque gosta do que faz. "Isto é a minha vida. Um dia que isto acabar, vou para outro lado." Seja para onde for. No campo ou na cidade.

(in «Diário de Notícias»).
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Lisboa de outros tempos: cartões de visita.


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O Restaurante Múni, na Rua dos Correeiros, completamente transformado.


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O tempo em que os carteiros deixavam um cartão de Boas Festas. Civilidade.

Casamentos de Santo António Costa: a saga não acabou.


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«Gays não concorrem a Santo António» (in «Correio da Manhã»).

Renovar Mouraria.


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Movimento para a renovação da Mouraria lançou bases para a desejada requalificação.

Associação Renovar a Mouraria faz voluntariado para a população do alto de um quinto andar e garante que o bairro não é mais inseguro do que qualquer outra zona da cidade lisboeta

Inês Andrade é formadora de professores, Nuno Franco está desempregado. Ambos habitam na Mouraria, bairro ao qual cedem horas em prol de uma população multicultural desfavorecida como não há igual em Lisboa. Esta zona degradada da cidade aguarda por uma transformação que promete mudar a sua face obscura. É por isso que lutam, quando há dois anos lideraram um movimento que se organizou na associação sociocultural Renovar a Mouraria.
Há gente um pouco de todo o lado. "Até do Porto", dizem Inês e Nuno, orgulhosos. Em busca de informações e dos mais variados tipos de ajuda, muitos moradores do bairro acedem a pé, a custo, à sede da associação, num alto quinto andar na Rua da Mouraria, com vista desafogada para o Martim Moniz.
Parte do bairro vai ser objecto de requalificação. O projecto, aprovado pela câmara e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, orça em sete milhões de euros, metade dos quais inscritos no Quadro de Referência Estratégico Nacional. É o que anima os voluntários, que sempre trabalharam com esse objectivo. Há dois anos, assim que o presidente da autarquia aceitou o desafio, travaram uma petição que tinha como primeiro destinatário o Presidente da República. O texto, que ainda recolheu quatro mil adesões, chamava a atenção para essa "pérola" no centro de Lisboa, "abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa", mas que "pela sua história, localização, beleza e diversidade" apresenta "um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar."
Criar emprego
O projecto A Mouraria - As Cidades Dentro da Cidade, desenvolvido em parceria pela câmara, a associação Casa da Achada, a EPUL e o Instituto da Droga e Toxicodependência, é para a Renovar a Mouraria motivo de orgulho. Inês e Nuno fazem uma pausa, olham-se e concordam: "Pressionámos um bocado, mas conseguimos. Estamos no terreno, ouvimos e sentimos a população. E a verdade é que fomos ouvidos. As ideias que transmitimos têm criado uma espécie de bola de neve."
A intervenção no espaço público mudará a face do bairro na Rua do Capelão, desde o Largo da Achada até ao Largo do Intendente. "Somos parceiros de dinamização sociocultural", assume Nuno Franco, que destaca as infra-estruturas para jovens e idosos, como complemento para ocupação dos tempos livres. "Mas há também o espaço para a indústria criativa, mais tarde um espaço museológico como a casa-museu da Severa", acrescenta Inês Andrade, enfatizando a tradição fadista do bairro. "O projecto ajudará a mudar a imagem do bairro, melhorará a auto-estima das pessoas, e o trabalho com as crianças poderá ter efeitos mais imediatos", nota Nuno Franco.
Os responsáveis associativos consideram "um mito" a insegurança no bairro. "É estigmatizante, apenas. Não me sinto mais insegura que em qualquer outra zona de Lisboa. O Intendente é apenas uma pequena parcela do bairro", justifica Inês Andrade. "Não há insegurança, há prostituição e algumas pessoas que se dedicam ao tráfico de droga", atira Nuno Franco, que sublinha o papel do IDT no projecto.
"É preciso ver que há gente em grandes dificuldades sociais. Mas essa parte não é da nossa competência. Achamos é que há condições para a criação de emprego, assim que a imagem do bairro seja transformada. O turismo poderá ajudar, pois propiciará a criação de novos espaços comerciais", antevê Nuno Franco.
"Se o projecto for bem sucedido, e temos razões para crer que sim, pois nem há sinais de atrasos, devendo avançar para concurso público em 2011, será de apostar na valorização do sector das artes e ofícios", corrobora Inês Andrade, que remata: "Poderemos ter uma infinidade de ateliers, já que o bairro tem muitas potencialidades. Resta saber como aproveitá-las, sem estragar a Mouraria."
(in «Público»).

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Um Coração para o Haiti.


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Uma iniciativa com o fim de angariar ajuda para as acções da AMI no Haiti.
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AJUDE O HAITI
A melhor maneira de contribuir, neste momento, é fazendo donativos em dinheiro pois a equipa fará a aquisição dos bens necessários nos países vizinhos.
Relativamente aos resultados da Campanha de Emergência Haiti – “Não há tempo a perder”, iniciada no dia 14 de Janeiro, até ao dia 1 de Fevereiro foram doados à AMI mais de 700 mil euros, a aplicar, nesta fase de primeira urgência, na manutenção e reforço da equipa médica da AMI no Haiti. Seguir-se-á a fase de pós emergência, com projectos sociais e de reconstrução, à semelhança do que a AMI fez no Sri Lanka, onde se mantém desde o Tsunami ocorrido há 5 anos.
A AMI agradece a todos os doadores não só a confiança e generosidade, como também as mensagens de apoio e simpatia transmitidas pelo povo português no blog e facebook.
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CAMPANHA DE EMERGÊNCIA AMI
NIB: 0007 001 500 400 000 00672
IBAN: PT 50 0007 001 500 400 000 00672
SWIFT: BESCPTPL
Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços
- Divulgue esta Mensagem pelos seus contactos de e-mail.
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Os 3 para a Meia-Noite, Boinas, Filomena Cautela e Pedro Fernandes.
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Uma caneca do program 5 para a Meia-Noite foi à praça. A produção do programa acabou por ficar com ela por 50 Euros.
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João Manzarra e Pedro Granger com a camisola assinada pelo plantel do Sporting que foi arrematada por 510 Euros por Rogério Alves e logo imediatamente oferecida à organização para a levar novamente à praça. Foi então arrematada uma segunda vez por 500 Euros o que totalizou 1010 Euros.
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Rogério Alves e Costa Ribas.
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Fernanda Serrano oscula Rogério Alves.
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A nova equipa do programa "5 para a Meia-Noite".
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Não, não temos mais canecas.
Nem mais musgo, nem mais livros de "Coisas Doces".
Acabaram-se.
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Fernanda Serrano.
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Inês, a revelação do "Idolos". Um grande coração para o Haiti.
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Clara de Sousa ofereceu coisas doces com açúcar.
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Não, não temos mais canecas...
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1 para a Meia-Noite, Fernando Alvim.
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Um coração para o Haiti, com o Haiti no coração. Por ti, Haiti. Ai de ti. Um coração para ti. Ali pode ser aqui.

Vistas do Miradouro de Sta. Catarina.








Miradouro de Santa Catarina.