domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Pérolas Trufadas.

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«A minha arquitectura é um cadáver exquisito»
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«Nuno Krus Abecasis, (...) era um grande grande admirador meu»
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«Apesar de católico, eu sou maçon, do Grande Oriente Lusitano»
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«Jorge Sampaio, um velho amigo meu das lutas académicas»
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«João Soares, outro grande amigo meu»
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«Só faço obras de autor»
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«a diferença entre a boa e a má arquitectura é uma questão de centímetros»
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«eu não ando a vender sabonetes»
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«As pessoas têm que estar atentas no momento certo, porque só se lembram dos outros quando morrem»
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«eu não ando a brincar aos barquinhos»
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«eu não estou a fazer aeromodelismo»
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«a arquitectura é como o azeite e o vinho: faz-se no silêncio, depois aparece»
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«Com certeza. Isto ainda é um aborto» [em resposta à pergunta: «Acha então que quando a obra estiver feita ela vai ser mais entendida?»]
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«É como quando um casal está na cama a fazer amor e decide fazer um filho. Isso é o projecto»
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«é evidente que há pessoas que odeiam a arquitectura que eu faço»
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«não faço alarde da minha obra»
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«ninguém é insubstituível»
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(in «Sol/Tabu», de 5/2/2010).
O Avatar Lusitano.
Núcleo de Acessibilidade: obrigado.
Exm@s. responsáveis do Blogue Lisboa SOS,
Agradecemos a v/ referência ao Núcleo de Acessibilidade e o destaque dado ao nosso comentário, que pretendia apenas prestar um esclarecimento.
Tomamos a iniciativa de vos enviar, para conhecimento, o Relatório da Sessão de Auscultação sobre acessibilidade no espaço público de Lisboa, em Setembro passado.
Tivemos o prazer de contar com a participação de cidadãos dos blogues CidadaniaLx e Passeio Livre, e de vários outros membros da sociedade civil.
Teríamos muito gosto em convidar-vos para futuras sessões (se e quando as houver, é um assunto relativamente ao qual aguardamos neste momento orientação superior).
Reiteramos a nossa disponibilidade para partilhar conhecimentos na área da acessibilidade e esclarecer dúvidas que possam ter sobre a legislação aplicável neste domínio.
Melhores cumprimentos,
Pedro Homem de Gouveia
Núcleo de Acessibilidade
Coordenador do Serviço de Consultoria
Coordenador do Serviço de Esclarecimento de Dúvidas
Divisão de Estudos e Planeamento
Departamento de Acção Social
Câmara Municipal de Lisboa
Tel. 21 394 43 00 ext. 496
Fax. 21 394 45 22
Rua do Machadinho, 20
1200-707 Lisboa
Agradecemos a v/ referência ao Núcleo de Acessibilidade e o destaque dado ao nosso comentário, que pretendia apenas prestar um esclarecimento.
Tomamos a iniciativa de vos enviar, para conhecimento, o Relatório da Sessão de Auscultação sobre acessibilidade no espaço público de Lisboa, em Setembro passado.
Tivemos o prazer de contar com a participação de cidadãos dos blogues CidadaniaLx e Passeio Livre, e de vários outros membros da sociedade civil.
Teríamos muito gosto em convidar-vos para futuras sessões (se e quando as houver, é um assunto relativamente ao qual aguardamos neste momento orientação superior).
Reiteramos a nossa disponibilidade para partilhar conhecimentos na área da acessibilidade e esclarecer dúvidas que possam ter sobre a legislação aplicável neste domínio.
Melhores cumprimentos,
Pedro Homem de Gouveia
Núcleo de Acessibilidade
Coordenador do Serviço de Consultoria
Coordenador do Serviço de Esclarecimento de Dúvidas
Divisão de Estudos e Planeamento
Departamento de Acção Social
Câmara Municipal de Lisboa
Tel. 21 394 43 00 ext. 496
Fax. 21 394 45 22
Rua do Machadinho, 20
1200-707 Lisboa
Dá-te asas? E a autorizaçãozinha?

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Red Bull Air Race ainda não tem autorização
Instituto de Aviação Civil não recebeu pedido formal para a prova.
O Instituto Nacional de Aviação Civil ainda "não recebeu nenhum pedido para autorização" da realização da prova de aviação Red Bull Air Race em Lisboa, aprovação essencial para que a corrida ocorra, disse ontem à agência Lusa fonte daquela autoridade.
"Até ao momento não foi recebido nenhum pedido formal para avaliação e autorização do Red Bull Air Race em Lisboa", disse a fonte do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), acrescentando que a prova não se pode realizar sem autorização.
"A organização da prova tem de fazer um pedido, para explicar o que quer fazer, as características da prova, para nós avaliarmos e vermos se é possível que a prova se realize", explicou a mesma fonte.
Está previsto que aquela corrida de aviação decorra entre a Ponte 25 de Abril e a Torre de Belém, zona utilizada como corredor aéreo no acesso ao Aeroporto de Lisboa.
Questionada sobre se o acesso aquele aeroporto poderia ficar condicionado pela realização da Red Bull Air Race, o INAC considerou "prematura qualquer consideração", já que ainda não se conhece, "formalmente", as características da prova.
No entanto, o INAC avançou que "em caso de necessidade serão estudadas alterações ao perfil da prova de forma a minimizar essas limitações e a eventualidade de serem publicados procedimentos alternativos", já que se "pretende que a segurança operacional e aviação comercial não sejam afectadas". A mesma fonte lembrou que o mesmo aconteceu com as edições do Porto.
Contactada pela Lusa, a Red Bull disse que "está a ser desenvolvido o plano de navegação aérea" e que este "será em breve entregue à entidade competente, tal como aconteceu nas últimas três edições".
A Câmara de Lisboa aprovou, com votos da maioria socialista, na quarta feira, um protocolo para a realização da Red Bull Air Race na capital, apesar das críticas da oposição de "falta de transparência" e "rigor financeiro" com o protocolo.
(in «Jornal de Notícias»).
Red Bull Air Race ainda não tem autorização
Instituto de Aviação Civil não recebeu pedido formal para a prova.
O Instituto Nacional de Aviação Civil ainda "não recebeu nenhum pedido para autorização" da realização da prova de aviação Red Bull Air Race em Lisboa, aprovação essencial para que a corrida ocorra, disse ontem à agência Lusa fonte daquela autoridade.
"Até ao momento não foi recebido nenhum pedido formal para avaliação e autorização do Red Bull Air Race em Lisboa", disse a fonte do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), acrescentando que a prova não se pode realizar sem autorização.
"A organização da prova tem de fazer um pedido, para explicar o que quer fazer, as características da prova, para nós avaliarmos e vermos se é possível que a prova se realize", explicou a mesma fonte.
Está previsto que aquela corrida de aviação decorra entre a Ponte 25 de Abril e a Torre de Belém, zona utilizada como corredor aéreo no acesso ao Aeroporto de Lisboa.
Questionada sobre se o acesso aquele aeroporto poderia ficar condicionado pela realização da Red Bull Air Race, o INAC considerou "prematura qualquer consideração", já que ainda não se conhece, "formalmente", as características da prova.
No entanto, o INAC avançou que "em caso de necessidade serão estudadas alterações ao perfil da prova de forma a minimizar essas limitações e a eventualidade de serem publicados procedimentos alternativos", já que se "pretende que a segurança operacional e aviação comercial não sejam afectadas". A mesma fonte lembrou que o mesmo aconteceu com as edições do Porto.
Contactada pela Lusa, a Red Bull disse que "está a ser desenvolvido o plano de navegação aérea" e que este "será em breve entregue à entidade competente, tal como aconteceu nas últimas três edições".
A Câmara de Lisboa aprovou, com votos da maioria socialista, na quarta feira, um protocolo para a realização da Red Bull Air Race na capital, apesar das críticas da oposição de "falta de transparência" e "rigor financeiro" com o protocolo.
(in «Jornal de Notícias»).
Impotente.

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Patriarcado não pode evitar construção da Igreja de São Francisco Xavier, no Restelo
Parecer do Secretariado das Novas Igrejas alertava já em 1999 para a imagem que daria uma arquitectura deste género na cidade
O responsável do Secretariado das Novas Igrejas do Patriarcado de Lisboa, arquitecto Diogo Lino Pimentel, diz que só os católicos da paróquia de São Francisco Xavier poderiam decidir construir ou não a nova igreja, cujas obras de construção se iniciaram em Dezembro.
"A dona da obra é a Fábrica da Igreja Paroquial", a entidade jurídica administrativa da paróquia, diz Lino Pimentel. "A paróquia é quem decide, não sei se compete ao patriarca aprovar ou não" a construção.
O projecto, do arquitecto Troufa Real, levantou polémica quando foi anunciado o início das obras. Apesar de contestado por grupos de católicos e por outros arquitectos, as obras iniciaram-se mesmo.
No final de Dezembro, em entrevista à agência Ecclesia, o patriarca de Lisboa afirmava que falta ao projecto do Restelo "a gramática" que aprendera: "A inspiração do mistério em cada pedra que se põe, em cada parede que se faz".
D. José Policarpo confessava não morrer "de amores" pelo projecto, mas defendeu que ele não foi contestado entre a sua aprovação, em 1999, e o início da construção. "Não posso dar o dito por não dito. De repente, talvez por ser uma caravela, entrou em tempestade... Vi nos jornais que [o arquitecto Troufa Real] já tinha aceite rever aquele mastro enorme da caravela, a que já começaram a chamar minarete. Na concepção arquitectónica, o mastro da caravela é a torre da igreja. É talvez alta de mais... Não sei se uma caravela com um mastro daqueles consegue navegar..."
Lino Pimentel confessa que também não gosta do projecto e que a Igreja não deveria já usar "esta linguagem" arquitectónica. E põe em questão o tipo de presença, que ela traduz, da Igreja na cidade: "Este é o retrato que se quer dar da Igreja na cidade? Nunca se fez uma reflexão sobre isso e ela era necessária" (ver texto no P2).
No parecer do organismo que dirige, e ao qual o PÚBLICO teve acesso, alertava-se: "A igreja é não só lugar de reunião comunitária e cultural, como também imagem visível da presença da Igreja [Católica] na cidade". Nesse sentido, um edifício religioso reflecte, "em cada momento, a realidade da relação da Igreja com a sociedade em que se insere".
Para o arquitecto responsável por acompanhar os projectos de novas igrejas no patriarcado, as periferias e os novos espaços urbanos colocam hoje problemas específicos à construção de novas igrejas. "Uma igreja é um problema urbanístico, sociológico e pastoral", diz. Na década de 60 do século XX, lembra, quando se iniciou em Portugal a renovação da arquitectura religiosa, a implantação de uma igreja era estudada tendo em conta a população, o número de católicos que frequentava as missas ao domingo, o número de lugares necessário e a área necessária.
Hoje, esse trabalho não tem sido completo. Também por isso, na entrevista citada, o patriarca falava da necessidade de um novo estudo sobre necessidades de construção de templos católicos.
(in «Público»).
O responsável do Secretariado das Novas Igrejas do Patriarcado de Lisboa, arquitecto Diogo Lino Pimentel, diz que só os católicos da paróquia de São Francisco Xavier poderiam decidir construir ou não a nova igreja, cujas obras de construção se iniciaram em Dezembro.
"A dona da obra é a Fábrica da Igreja Paroquial", a entidade jurídica administrativa da paróquia, diz Lino Pimentel. "A paróquia é quem decide, não sei se compete ao patriarca aprovar ou não" a construção.
O projecto, do arquitecto Troufa Real, levantou polémica quando foi anunciado o início das obras. Apesar de contestado por grupos de católicos e por outros arquitectos, as obras iniciaram-se mesmo.
No final de Dezembro, em entrevista à agência Ecclesia, o patriarca de Lisboa afirmava que falta ao projecto do Restelo "a gramática" que aprendera: "A inspiração do mistério em cada pedra que se põe, em cada parede que se faz".
D. José Policarpo confessava não morrer "de amores" pelo projecto, mas defendeu que ele não foi contestado entre a sua aprovação, em 1999, e o início da construção. "Não posso dar o dito por não dito. De repente, talvez por ser uma caravela, entrou em tempestade... Vi nos jornais que [o arquitecto Troufa Real] já tinha aceite rever aquele mastro enorme da caravela, a que já começaram a chamar minarete. Na concepção arquitectónica, o mastro da caravela é a torre da igreja. É talvez alta de mais... Não sei se uma caravela com um mastro daqueles consegue navegar..."
Lino Pimentel confessa que também não gosta do projecto e que a Igreja não deveria já usar "esta linguagem" arquitectónica. E põe em questão o tipo de presença, que ela traduz, da Igreja na cidade: "Este é o retrato que se quer dar da Igreja na cidade? Nunca se fez uma reflexão sobre isso e ela era necessária" (ver texto no P2).
No parecer do organismo que dirige, e ao qual o PÚBLICO teve acesso, alertava-se: "A igreja é não só lugar de reunião comunitária e cultural, como também imagem visível da presença da Igreja [Católica] na cidade". Nesse sentido, um edifício religioso reflecte, "em cada momento, a realidade da relação da Igreja com a sociedade em que se insere".
Para o arquitecto responsável por acompanhar os projectos de novas igrejas no patriarcado, as periferias e os novos espaços urbanos colocam hoje problemas específicos à construção de novas igrejas. "Uma igreja é um problema urbanístico, sociológico e pastoral", diz. Na década de 60 do século XX, lembra, quando se iniciou em Portugal a renovação da arquitectura religiosa, a implantação de uma igreja era estudada tendo em conta a população, o número de católicos que frequentava as missas ao domingo, o número de lugares necessário e a área necessária.
Hoje, esse trabalho não tem sido completo. Também por isso, na entrevista citada, o patriarca falava da necessidade de um novo estudo sobre necessidades de construção de templos católicos.
(in «Público»).
Tudo é possível.

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Hotel do grupo BPN funciona sem licença de exploração
ASAE abriu processo de contra-ordenação, por falta de "título válido de abertura", ao Hotel Gat Rossio
O Hotel Gat Rossio, do grupo BPN, está aberto há seis meses mas esteve até meados de Dezembro sem autorização de utilização e exploração. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fez uma inspecção ao hotel, no Rossio, em Lisboa, e concluiu, que não tinha "livro de reclamações nem título válido de abertura".
A BPN Imofundos é a proprietária do hotel que adquiriu à promotora Diomira Imobiliária Lda. e está aberto desde Julho de 2008. Apesar da inspecção da ASAE e do consequente processo, a empresa Diomira garantiu, em declarações ao i, que "o imóvel dispõe de alvará de autorização de utilização para o fim a que se destina e foi devidamente vistoriado pela entidade administrativa competente". Acontece que a licença de utilização foi diferida em Dezembro, já com o hotel em funcionamento, como confirmou ao i a própria promotora.
Depois da primeira inspecção, em Outubro, a ASAE reforça o aviso. Em Dezembro a entidade esclarece, numa carta enviada ao denunciante da situação, à qual o i teve acesso, que por questões de segurança se "constata que existe, igualmente, matéria da competência da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC)". A ASAE reencaminhou a denúncia para a ANPC que ainda não se pronunciou sobre a segurança do hotel de 77 quartos.
A arrendatária do hotel, Gat, diz tê-lo arrendado com todas as condições e a BPN Imofundos diz ser "alheia" por apenas se ter limitado a "adquirir um imóvel à sociedade Diomira" com as obras concluídas.
Contas avessas Os problemas começam com as contas do hotel, a empresa de construção civil Luís Ribeiro garante que a promotora do hotel lhe deve 377 mil euros. Ao i, a Diomira responde que não, que quem é devedora é a empresa de construção civil. O impasse levou ontem a empresa Luís Ribeiro a protestar junto ao hotel, exigindo que lhe seja devolvido o edifício por "não estar pago", disse ao i o dono da empresa.
Perante a situação que começa a "criar alguma instabilidade comercial", a BPN Imofundos admite "proceder criminalmente" caso a empresa de construção civil continue com os protestos. O empreiteiro admite agora avançar com uma providência cautelar.
(jornal «i»).
A BPN Imofundos é a proprietária do hotel que adquiriu à promotora Diomira Imobiliária Lda. e está aberto desde Julho de 2008. Apesar da inspecção da ASAE e do consequente processo, a empresa Diomira garantiu, em declarações ao i, que "o imóvel dispõe de alvará de autorização de utilização para o fim a que se destina e foi devidamente vistoriado pela entidade administrativa competente". Acontece que a licença de utilização foi diferida em Dezembro, já com o hotel em funcionamento, como confirmou ao i a própria promotora.
Depois da primeira inspecção, em Outubro, a ASAE reforça o aviso. Em Dezembro a entidade esclarece, numa carta enviada ao denunciante da situação, à qual o i teve acesso, que por questões de segurança se "constata que existe, igualmente, matéria da competência da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC)". A ASAE reencaminhou a denúncia para a ANPC que ainda não se pronunciou sobre a segurança do hotel de 77 quartos.
A arrendatária do hotel, Gat, diz tê-lo arrendado com todas as condições e a BPN Imofundos diz ser "alheia" por apenas se ter limitado a "adquirir um imóvel à sociedade Diomira" com as obras concluídas.
Contas avessas Os problemas começam com as contas do hotel, a empresa de construção civil Luís Ribeiro garante que a promotora do hotel lhe deve 377 mil euros. Ao i, a Diomira responde que não, que quem é devedora é a empresa de construção civil. O impasse levou ontem a empresa Luís Ribeiro a protestar junto ao hotel, exigindo que lhe seja devolvido o edifício por "não estar pago", disse ao i o dono da empresa.
Perante a situação que começa a "criar alguma instabilidade comercial", a BPN Imofundos admite "proceder criminalmente" caso a empresa de construção civil continue com os protestos. O empreiteiro admite agora avançar com uma providência cautelar.
(jornal «i»).
“BANDIDOS”
Grupo de Amigos da Igreja de São José dos Carpinteiros (e edifícios anexos)

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A Casa dos Vinte e Quatro funcionou na Irmandade de São José a seguir ao incêndio do Hospital Real de Todos-os-Santos em 1750. A mesa da Casa é talhada de madeira exótica do século XVII, com 24 lugares e 24 gavetas das diversas confrarias da cidade de Lisboa
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Fotos: Arquivo Fotográfico da CML e Ex-DGEMN
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
«Bandido».

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Chamar "bandido" foi reflexo da revolta, diz Sá Fernandes
Os advogados de José Sá Fernandes estão a basear a estratégia de defesa na envolvente psicológica do julgamento por corrupção de Domingos Névoa, no caso em que Sá Fernandes está a ser julgado por difamação. O tribunal de Braga ouviu ontem as testemunhas de defesa do jurista, e actual vereador da Câmara Municipal de Lisboa, e alegaram que o "estado de revolta" por este vivido terão levado ao uso do termo "bandido" para qualificar aquele empresário bracarense.
Durante o julgamento do caso de corrupção, Névoa afirmou que tinha sido Ricardo Sá Fernandes, irmão do autarca lisboeta, quem o tinha procurado para lhe pedir dinheiro, ao contrário do que sustentava a acusação. Esta "inversão dos factos" terá contribuído para que o advogado tivesse reagido violentamente contra Névoa, considerou ontem a defesa.
"O meu irmão estava revoltado com a perversão dos factos. Essas declarações reflectiram-se no seu estado de espírito", defendeu a juíza Paula Sá Fernandes, irmã do vereador na câmara de Lisboa. A magistrada considera que o uso da expressão "bandido" serviu para "tornar mais coloquial" a opinião do irmão e que a palavra foi usada "no seu sentido naif" para designar alguém que está fora da lei.
Também o arquitecto António Cruz Braga, amigo de Sá Fernandes, testemunhou que as afirmações do vereador foram feita num "contexto de tensão emocional". "Esta questão da corrupção é para ele uma luta continuada. Ele estava revoltado pela tentativa de inversão dos factos", afirmou.
Opinião semelhante tem o advogado Pedro Moniz Ramos. "Sentiu-se injuriado na sua honra. Esta é uma indignação comum a todas as vítimas", considera. "As declarações de Sá Fernandes vêm na sequência da tese defendida pela defesa, o que justifica ainda mais a indignação sentida", acrescentou o jurista.
No final da sessão, o advogado de Domingos Névoa, Artur Marques, afirmou que as testemunhas ouvidas ontem não acrescentaram nada ao processo. "O essencial é saber se aquelas expressões foram ou não proferidas e se são ou não difamatórias", sublinha o causídico. O julgamento prossegue a 19 de Fevereiro, com a análise do acórdão da primeira instância, que condenou Névoa por corrupção para acto lícito.
(in «Público»).
Durante o julgamento do caso de corrupção, Névoa afirmou que tinha sido Ricardo Sá Fernandes, irmão do autarca lisboeta, quem o tinha procurado para lhe pedir dinheiro, ao contrário do que sustentava a acusação. Esta "inversão dos factos" terá contribuído para que o advogado tivesse reagido violentamente contra Névoa, considerou ontem a defesa.
"O meu irmão estava revoltado com a perversão dos factos. Essas declarações reflectiram-se no seu estado de espírito", defendeu a juíza Paula Sá Fernandes, irmã do vereador na câmara de Lisboa. A magistrada considera que o uso da expressão "bandido" serviu para "tornar mais coloquial" a opinião do irmão e que a palavra foi usada "no seu sentido naif" para designar alguém que está fora da lei.
Também o arquitecto António Cruz Braga, amigo de Sá Fernandes, testemunhou que as afirmações do vereador foram feita num "contexto de tensão emocional". "Esta questão da corrupção é para ele uma luta continuada. Ele estava revoltado pela tentativa de inversão dos factos", afirmou.
Opinião semelhante tem o advogado Pedro Moniz Ramos. "Sentiu-se injuriado na sua honra. Esta é uma indignação comum a todas as vítimas", considera. "As declarações de Sá Fernandes vêm na sequência da tese defendida pela defesa, o que justifica ainda mais a indignação sentida", acrescentou o jurista.
No final da sessão, o advogado de Domingos Névoa, Artur Marques, afirmou que as testemunhas ouvidas ontem não acrescentaram nada ao processo. "O essencial é saber se aquelas expressões foram ou não proferidas e se são ou não difamatórias", sublinha o causídico. O julgamento prossegue a 19 de Fevereiro, com a análise do acórdão da primeira instância, que condenou Névoa por corrupção para acto lícito.
(in «Público»).
Bonde dos Prostitutos.
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Esta imagem é mais importante do que parece. Já tínhamos mostrado aqui que, na Rua da Academia das Ciências, os proprietários de um imóvel, para evitar a grafitagem, tinham mandado fazer uma bonita pintura mural. Há a ideia de que os grafiteiros não estragam o trabalho alheio. Afinal, é tudo «street art», não é? O Cézanne não pintava em cima de telas do Goya... Pois grafitaram o painel, com o dito selvagem «Bonde dos Prostitutos». Isto diz o quê? Que arte é este rabisco «Bonde dos Prostitutos»? Nada, não é nada de nada. Não diz nada, não acrescenta nada. É «arte»? Digam-m,e: isto é «arte»? É que Lisboa, de cima abaixo, está cheioa desta «arte». Solução: repressão. Forte e feita. Repressão.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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