sexta-feira, 1 de maio de 2009

A Lisboa eléctrica de Rafael Santos.














Contrastes no Rio Seco, Freguesia da Ajuda.

Margem esquerda:



Margem direita:



Tejo.

Lisboa também é isto, felizmente.

Chicco-esperto.


Avª Guerra Junqueiro.

Dia do Trabalhador.


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Dia do Trabalhador
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Soeiro Pereira Gomes
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Mural / Centro de Trabalho Partido Comunista Português.
Rua Soeiro Pereira Gomes, Lisboa
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Trabalho realizado com a participação de:
Américo Alves, Aníbal Alves, António Domingues, António Trindade, Armando Alves, Casquilho, Cipriano Dourado, Fernando Oliveira, Gil Teixeira Lopes, Henrique Ruivo, Ilário Teixeira Lopes, Isabel Sabino, Jaime Cenoura, João Vieira, Jorge Trindade, Jorge Vieira, José António Flores, José Dias Coelho, Lebroto, Lobato, Lurdes de Freitas, Manuel Augusto Araújo, Manuel Jorge, Manuel Moura, Maria Barreira, Maria Isabel Cabral, Matos Simões, Maurício Penha, Navarro Hogan, Pilo, Querubim Lapa, Reinaldo, Rodrigo, Rogério Amaral, Rogério Ribeiro, Rui Anahory, Teresa Dias Coelho, Vasco da Conceição e Virgílio Domingues.
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Contravenção, peão no chão.


Rua da Junqueira.

Já percebi porque é que chamam «portuguesa» à calçada.


Belém.

Batalha de Sombras.



António Paixão, Sedução

Colecção de Fotografia Portuguesa dos Anos 50
Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado

MUSEU DO NEO-REALISMO (VILA FRANCA DE XIRA)
ATÉ 14 DE JUNHO DE 2009

A colecção de fotografia do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, foi iniciada em 1999, com o processo de doação das obras fotográficas de Fernando Lemos, pela A. T. Kearney, Portugal.Na continuidade desta política de actualização dos acervos, foram incorporadas na colecção, através de aquisições e doações, um conjunto de obras fotográficas representativas das dinâmicas da fotografia portuguesa ao longo da década de 50, momento particularmente interessante e mal estudado da sua história.A fotografia portuguesa, neste período, reflecte de forma ímpar muitas das dissonâncias e conflitos estéticos então vividos, que só podem ser lidos e entendidos em articulação e cruzamento permanente com todas as outras áreas da vida cultural, social e política neste período.A “batalha de sombras” que estas imagem evocam, é a repercussão duma sociedade cada vez mais polarizada entre a perpetuação duma ilusão e o desengano, produzindo imagens ensombradas por uma cultura fotográfica e artística pouco debatida, ignorando-se mutuamente, e em que cada imagem é a expressão dum dilema entre a “arte pela arte” e as rupturas (im)possíveis em prol duma arte de dimensão e participação social e humanista.Mais do que uma batalha entre tradição e inovação assistimos a uma ambivalência entre representação e apresentação, técnica e inspiração, alta e baixa cultura, estética e ética, arte e ideologia. Na década de 50, todas as dissonâncias e incoerências são o reflexo duma relação interrogativa, se bem que muitas vezes inconsciente, do objecto fotográfico face aos diversos entendimentos estéticos da cultura portuguesa, assim como da sua história.Os autores e obras aqui apresentadas percorrem aspectos de grande diversidade, desde a fotografia amadora associativa e o meio salonista a ela associado, abordando a produção de autores inéditos, os amadores “anti-salonistas”, a fotografia no contexto dos movimentos neo-realista e surrealista, assim como a vocação ilustrativa e de inventário do objecto fotográfico. A apresentação desta colecção de fotografia do MNAC-MC, assenta numa interrogação crítica de toda esta diversidade, permitindo a constatação de ritmos múltiplos na sua articulação, que levantam debates subjacentes ao objecto fotográfico de interesse generalizado actualizado, nacional e internacionalmente.