
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Da Faculdade à estupidez ou há mais pessoas que se licenciaram ao domingo.
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«Sabemos que a chacina nazi teve como alvo o extermínio de uma raça [sic], confundir um crime à humanidade com a homofobia, para lá de miopia histórica é pura demagogia. Os monumentos devem ser erigidos para homenagear pessoas ou comunidades que pela sua relevância social, independentemente da sua orientação sexual, prestaram serviços relevantes à sociedade. Se um dia construírem uma estátua de Santana Lopes esperemos que seja pelo seu valioso contributo para a cidade de Lisboa e não pela sua conduta heterossexual de macho latino.»
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«A religião foi empurrada para o interior do templo e para o contexto estritamente individual e familiar, deixando de ter influência colectiva. Os ateus, agnósticos e não-cristãos tornaram-se os cidadãos de primeira-classe [Deus nos livre!]. Parte significativa das minorias saiu do armário e os grupos que se organizaram corporativamente passaram a ter uma agenda política, atraindo activistas de outras causas, muitas vezes sob o pretexto de valores cristãos, como o respeito pela dignidade humana, a igualdade e a liberdade de pensamento, para implementar uma sociedade pós-cristã e em clara ruptura com os valores do passado.»
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«Sem qualquer estigma de homofobia confesso que no campo da educação e dos léxicos as coisas começam a ficar confusas: “esposa” deixa de se ser apenas a mulher do marido e pode também ser o homem do marido ou a mulher da esposa [?!]. Vamos precisar de muitas revisões ortográficas, melhores educadores e de crianças mais inteligentes.»
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Nós também...
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«Gostava de ver mais polícias nas ruas de Lisboa», declarações da governadora civil de Lisboa ao «Diário de Notícias», de 2 de Setembro de 2009.
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Nós também... quando é a própria governadora civil de Lisboa a dizer isto, batemos no fundo.
Casa do Governador do Forte do Bom Sucesso: destruída!
Santana Lopes reuniu-se com bloggers.

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Santana Lopes juntou, no Café Martinho da Arcada, vários bloggers. Devido à sua reduzida dimensão e fraca audiência, Lisboa SOS não foi convidado. Estamos muito lixados. Mesmo muito. Sentimo-nos escorraçados, tipo pedros pintos da blogosfera, estão a ver? Subrepticiamente, à nossa maneira, fizemo-nos, no entanto, representar neste encontro. O repórter Lisboa SOS encontra-se no lado esquerdo da imagem, disfarçado de Fernando Pessoa. Estão a ver um quadro na parede com um sujeito magrela de bigodinho e óculos redondos? Somos nós. Ou, melhor, é o jovem Bernardo Soares, eficiente repórter Lisboa SOS, a recibos verdes. Quem diz que somos um blogue anónimo? Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro, a equipa que produz e leva até si esta miséria de blogue que dá pelo nome de «Lisboa SOS».
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
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