segunda-feira, 16 de julho de 2012

Pavimentos.






Boa tarde


Ao fim de tempos infinitos, foram finalmente feitas obras no Terreiro do Paço, na zona junto ao Arco da Rua Augusta.

Alguém saberá se o pavimento dos passeios que para lá conceberam era para ficar assim, ao fim de pouco tempo?

(Junto duas fotos, a primeira desse tal "magnífico" pavimento, obtida junto ao gaveto para a Rua do Arsenal, e outra de um pavimento muito mais antigo, nessa mesma rua e a uma distância de poucas dezenas de metros, junto à CML).

Com os meus cumprimentos,



Zé Quitoles

ze.quitoles@iol.pt

terça-feira, 10 de julho de 2012

Baixa: o lixão patrimonial da humanidade.







Lisboa republicana.



Av. Dom Carlos I

Alvalade: as hortas urbanas.












Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. António Costa

C.c. Vereador Sá Fernandes, JF S.João de Brito, JF Alvalade


Este é o estado da generalidade dos passeios em Alvalade, mais precisamente na zona da Avenida da Igreja, Av. Rio de Janeiro e Av. E.U.A.

Desconhecemos de quem seja a culpa, mas será ou da CML ou das Juntas de Freguesia.

Achamos que é uma vergonha e que é a "falência" dos serviços camarários.

Até quando?

Melhores cumprimentos


Luís Marques da Silva, António Branco Almeida e Júlio Amorim







domingo, 8 de julho de 2012

L- 61 Juan Carlos I





















































































































Do L-61 Juan Carlos I, um navio da armada espanhola, podemos aprecia os mastros do Sagres - Navio-escola Sagres (III), que nasceu alemão e que é hoje um grande símbolo da Marinha portuguesa. O L-61 Juan Carlos I está acostado em Lisboa e ainda pode ser visitado hoje à tarde. A Europa comunitária também é isto. Um espaço onde todos nos encontramos.



O Navio-escola Sagres


Lançado ao mar em Hamburgo, a 30 de Outubro de 1937, o Leo Schlageter foi construído para servir como navio escola da Kriegsmarine. Numa fase de rápida expansão da marinha alemã e após os acordos de limitação de tonelagem celebrados com os ingleses, Berlim decidiu-se pela construção de uma esquadra de alto mar, cujo fim estratégico seria a intercepção das principais vias comerciais atlânticas.

Durante a II Guerra Mundial, o Leo Schlageter permaneceu estacionado e apenas reiniciou a sua carreira oceânica em 1944, provavelmente durante a fase final da guerra, quando se tornou necessário evacuar refugiados das províncias do leste da Alemanha (hoje pertencentes à Polónia e à Rússia). Em 14 de Novembro do mesmo ano foi danificado por uma mina russa em Sassnitz e teve que ser rebocado para Swinemuende. O final da guerra encontrou-o em Flensburg, a derradeira sede do governo do Reich, agora presidido pelo almirante Doenitz.

Confiscado pelos norte-americanos como presa de guerra, em 1948 foi vendido à marinha brasileira que o utilizou como navio escola Guanabara. Adquirido por Portugal em 1961, sofreu obras de restauro e foi baptizado como navio-escola Sagres (III), substituindo o Sagres (II). O antigo Sagres (II) é hoje um museu em Hamburgo e recuperou o seu velho nome de Rickmer Rickmers. Curiosamente, este veleiro tinha sido capturado pelos portugueses em 1916, num acto que se alargou a dezenas de navios comerciais alemães estacionados nos portos nacionais. Como represália, a Alemanha declarou guerra a Portugal.


A Europa também é a sua história.