domingo, 19 de agosto de 2012

Retratos de Lisboa.



Feira da Ladra.

Na cama com Amanda Mair / I säng med Amanda Mair









O primeiro hotel ao ar livre do mundo, sem paredes e decorado com tecidos. Inserido no programa ‘Lisboa Na Rua’, o hotel vai estar instalado no Jardim da Estrela, de 18 a 19 de Agosto, e entre as suas divisões acontecem iniciativas gratuitas como oficinas de costura e um concerto da cantora sueca Amanda Mair.



O IKEA Hottel abre portas às 14h de sábado, dia 18. Nele encontram-se 26 quartos de sonho, com diferentes decorações, onde os vencedores do passatempo a decorrer na página oficial da IKEA no Facebook vão poder dormir, à luz das estrelas, na noite de sábado para domingo.



Durante o dia de sábado, o IKEA Hottel vai organizar oficinas de costura gratuitas, devidamente equipadas com máquinas de costura e tecidos. Vão decorrer três workshops (às 15h, às 16h30 e às 18h) e, em cada um deles, será produzido um objeto diferente. A lotação é limitada a 16 participantes por 'workshop', sendo preenchida por ordem de chegada, pelo que a organização aconselha os interessados a chegar com alguma antecedência.



Às 21h00, a música sueca invade o coreto do Jardim da Estrela, ao receber a cantora Amanda Mair, pela primeira vez em Portugal. Com apenas 17 anos, a Amanda lançou o primeiro álbum produzido por Philip Ekström (The Mary Onettes), com um estilo de música que passa pelo indie pop, eletrónica, piano pop e folk.Na manhã de domingo, o IKEA Hottel é o ponto de encontro entre as crianças e os tecidos que, com a ajuda dos adultos, podem participar em divertidos 'workshops' a partir das 11h.





















































































quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Avenida da República, Nº 37

O descaramento continua e a luta também:

FOI CHUMBADO

Avenida da República, Nº 37

O desfecho era de prever, e para o mesmo já tínhamos alertado aqui.

A história é a seguinte:

Este magnífico prédio de princípios do séc. XX, catalogado no Inventário Municipal da CML, foi objecto de um pedido similar em 2004, da autoria da sociedade imobiliária Crunch, Lda., mas foi na altura indeferido (22.8.2005 - imagine-se!).

Já em 2007, desta vez sob os desígnios da imobiliária Cepric, Lda., eis que é submetido à CML um projecto de alterações e ampliação (Proc. 1653/EDI/2007) que compreenderá a destruição quase total dos interiores deste edifício, com a ampliação de um novo corpo no pequeno e carismático logradouro, com a consequente construção de caves para estacionamento.

O prédio é fantástico e um dos mais carismáticos da Avenida da República.

Está em bom estado de conservação, perfeitamente recuperável em tudo quanto esteja mal.

Esse mesmo é o que pensam a Estrutura Consultiva do PDM que se manifesta contrária ao projecto.

O prédio é habitado em pelo menos 2 andares e lojas.

Paradoxal e inexplicavelmente, contudo, a actual vereação agendou para a reunião de CML da próxima 4ªF, dia 22 de Julho, a votação deste obtuso projecto, inqualificável acto de destruição maciça do património arquitectónico do séc. XX.

Onde pára a Ordem dos Arquitectos?

Onde pára o IGESPAR?

Onde param os sábios?

Estas coisas não vão continuar assim, POIS NÃO?

(Cidadania LX)

. Ver também aqui

Cidade de papel.


Av. da República.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Ensinar e educar...



Um mar de livros não reutilizáveis - O retrato da realidade que precisa mudar!

Todos os anos, em Portugal, 1.500.000 alunos usam mais de 9.000.000 de livros escolares.

Se não forem reutilizados o seu destino mais provável é o lixo!


A reutilização dos manuais escolares é uma atitude ecológica e amiga do ambiente.



O preço de cada manual escolar varia entre os 15€ e os 50€.

Todos os anos os manuais sofrem pequenas alterações que inviabilizam a sua reutilização e servem apenas para obrigarem as famílias a terem mais despesas.

Neste contexto, as famílias com mais de um filho ficam impedidas de reutilizar os respectivos manuais. As famílias mais numerosas são as mais penalizadas.

As famílias mais numerosas estão impedidas de reutilizar os livros dos irmãos mais velhos porque existe uma panóplia de manuais escolares com diferenças insignificantes.

A opção pelos manuais varia de professor para professor, de escola para escola e de ano para ano sem ter em conta os interesses dos alunos e das famílias.

Nos estabelecimentos de ensino não existe uma orientação junto dos docentes e dos alunos para a reutilização dos manuais escolares. Mesmo aqueles que são entregues gratuitamente pelo estado ou pelas autarquias às famílias com menos possibilidades económicas deviam ser devolvidos pelos beneficiários para serem reutilizados.

As escolas deviam criar os seus próprios bancos de livros (como já acontece em algumas, poucas em todo o país).

A edição de manuais escolares precisa de ser regulamentada tendo em conta as possibilidades das famílias e dos alunos. Não pode continuar a seguir uma lógica apenas comercial para proveito das editoras e exploração da economia das famílias e do Estado.

Apelamos a todos os alunos do 1.º ao 12.º ano que estimem os seus manuais escolares para que possam ser reutilizados.

Os manuais do 12.º ano são muito procurados porque os alunos que vão para as universidades deixam de recorrer aos bancos de livros para as trocas.

Apelamos a todas as famílias para que utilizem os bancos de trocas de manuais escolares onde podem entregar os manuais utilizados em anos anteriores para voltarem a ser utilizados por milhares de jovens cujas familias aqui recorrem.


Algo vai ter que mudar em Portugal!

Banco do Livro Escolar - troca de manuais escolares.



O Movimento pela reutilização dos livros escolares é um movimento informal de cidadãos que promove a criação e divulgação de bancos de recolha e troca gratuita de livros escolares em todo o País.

O objectivo único deste movimento é tornar a reutilização de livros escolares uma prática Universal em Portugal.

O nosso Lema: Reutilizar é ainda melhor que Reciclar!

Princípio de Honra do Movimento - Gratuitidade Total

Todo e qualquer produto ou serviço prestado por ou para o Movimento pela reutilização dos livros escolares ou a qualquer um dos seus bancos de recolha de livros escolares é gratuito. Nenhuma actividade deste movimento envolve dinheiro.

Como funciona o Movimento pela reutilização dos livros escolares?

O Movimento pela reutilização dos livros escolares promove a criação e divulgação de bancos de recolha e troca de livros escolares por todo o País. Os bancos de recolha de livros escolares recebem e disponibilizam Gratuitamente livros escolares usados. Verificado o Princípio de Gratuitidade, compete ao promotor de cada banco de recolha de livros escolares definir todas as respectivas regras de funcionamento.

Propriedade dos livros?
O Movimento pela reutilização dos livros escolares e os bancos de recolha associados não têm a propriedade dos livros que lhe são confiados. Apenas promovem a permuta entre as partes interessadas.

Quer abrir um banco de recolha de livros escolares na sua cidade?

Por todo o País ainda há muitas cidades que não dispõe de um banco de recolha de livros escolares. Contacte-nos e colabore com este movimento. Se já promove a reutilização de livros escolares de forma gratuita e quer associar-se a este movimento por favor contacte-nos.

Como ajudar este Movimento não tendo nem precisando de livro?
Para que esta ideia se transforme num sucesso e beneficie mais gente precisa de ser bem divulgada!

A melhor colaboração que pode dar é totalmente gratuita e passa apenas por 'partilhar' esta informação com os seus amigos.

Agradecemos antecipadamente a participação e divulgação desta ideia!
Pode acompanhar-nos no facebook:




Restaurante Bem-me-quer
Av. Almirante Reis N.152
Metro Arroios
Segunda a sexta das 15h00 às 18h30
Paula Cascais (Tel 218.476.678)
remover@bem-me-quer.pt



Sede do Clube Futebol Santa Catarina
Calçada do Combro, nº 49 – 1º Lisboa
Sempre com marcação prévia: 2ª a 6ª, das 20h30 as 22h00
Sábado e Domingo 16h00 as 18h00
Ana Marques e Sandra Guterres (Tlm 932.473.059)
passaaoproximo@gmail.com

Sapataria Salta Pocinhas
Avenida Luís Bívar, 17
2ªfeira a Sábado, das 11h00 às 13h00 e das 15h00 às 17h00
Carlos Sousa (Tlm 962.763.578)

Acof Marvila


Via Pricipal de Peões loja 3 e 4, Marvila
2ª a 6ª das 15h00 às 18h00 (encerra de 25 a 30 de Agosto)
Rafael Cataluna (Tlm 914.925.151)

Farmácia Reis Oliveira

Rua Cidade de Nampula, Olivais Sul
(Edif.Paris, lote 534 junto à esquadra da PSP, CGD e BPI
2ª a 5ª feira das 11h00 às 12h00 e das 16h00 às 17h00
Sábados das 16h00 às 17h00
reisoliveirafarma@gmail.com

Lisboa, capital do azulejo.



Imagem de Fernando Jorge

Publi-cidade: obrigado, Fernando Jorge!






Praça da Figueira...



Ano após ano, hoje uma consoante, amanhã uma vogal, letra a letra, vai caindo o dispositivo de publicidade da decrépita Pensão Coimbra Madrid na Praça da Figueira. Porque é que a CML não retira de uma vez por todas este, e tantos outros reclamos em semelhantes condições por toda a Baixa e zona da Almirante Reis? O FCLX já alertou por diversas vezes para este caso concreto - um canal de TV filmou isto! Estará a CML à espera que alguém perca a vida? Esta praça é o retrato fiel e perfeito de grande parte de Lisboa.
Fernando Jorge

Apoio ao Ruin'Arte!

.

O Ruin'Arte tem sido vilipendiado. Ao longo dos anos, Gastão Brito e Silva tem feito um trabalho NOTÁVEL de levantamento do património arruinado.
.
A nossa solidariedade e repúdio por calúnias anónimas:
.
http://ruinarte.blogspot.pt/2012/08/resposta-um-cobarde.html

De um leitor.




Passeio norte da Av. 24 de Julho, onde um peão nem sabe como há-de passar - talvez pelo meio da rua... - devido ao estado daquela "floresta" ocupando todo o passeio...


Zé Quitoles

domingo, 12 de agosto de 2012