sábado, 28 de maio de 2011

Podemos mudar! Podemos mudar?
















Raquel explica então o objectivo: "antes de pagarmos a dívida externa temos de saber que parte é nossa e que parte é dívida odiosa, causada pela especulação, e para isso temos de fazer uma auditoria". Esta acção, sustentou Raquel Freire, é a primeira de muitas que até 25 de Junho querem "alertar os portugueses para a cidadania", sublinhando que Portugal deve seguir o exemplo "da mais velha democracia do mundo, a Islândia, e pedir uma auditoria da dívida". A activista acredita que "já chega" e que desde o 25 de Abril de 1974 que Portugal "acumula uma dívida que não se sabe de onde vem". Por isso mesmo, este movimento resolveu "vir para a rua, onde também se exerce a cidadania e não apenas nos palácios", sustenta Raquel, lamentando o silêncio em volta da questão da renegociação.











sexta-feira, 27 de maio de 2011

FATAL como o destino.



Aqui.

Eu hoje acordei assim...

O caso da rua de S. Sebastião.




Todos concordamos que a cidade ideal não devia ter pilaretes.

Mas com a falta de civismo que temos em Portugal, teremos de concordar que os pilaretes são um mal menor.

Vejam este exemplo na Rua de S. Sebastião da Pedreira: onde foram colocados pilaretes os peões conseguem usar os passeios; mas onde não há pilaretes... é o império do estacionamento!

Esta rua é aliás um perfeito caso de estudo: a maior parte do tráfego é pedonal, mas o arruamento ainda está maioritariamente dimensionado para o tráfego automóvel.

E numa rua tão estreita (porque muito histórica!) já não deveria existir estacionamento à superfície. Com a supressão dos lugares de estacionamento já podia a CML alargar os canais pedonais e assim dar resposta às necessidades do tráfego pedonal.

Maria João Silva

Um livro imprescindível.



Se não tivesse as discos, não havia tanta agitação.







Prédio das discotecas Jamaica, Tokyo e Europa continua em obras e vai perder dois pisos

Os donos do prédio foram notificados para fazer obras em 2004

A intervenção, a cargo da autarquia, não deverá estar concluída antes do final de Junho. Até lá, as três casas do Cais do Sodré vão manter-se fechadas ao público ( por Marisa Soares in Publico )

Ainda não há uma data certa para a reabertura das discotecas Jamaica, Tokyo e Europa, no Cais do Sodré, em Lisboa, encerradas após a derrocada de parte do segundo andar do prédio onde estão alojadas, na Rua Nova do Carvalho. As obras de consolidação do edifício devoluto não devem estar concluídas antes do final de Junho. O prédio, que tinha sete andares, vai ficar com cinco.

O imóvel, cujos pisos superiores estavam em risco de ruína, está a sofrer obras a cargo da Câmara de Lisboa. Segundo Fernando Pereira, gerente da Jamaica, a autarquia está a custear a empreitada através de um fundo municipal de emergência destinado a obras de reabilitação urbana.

A Jamaica está encerrada desde 3 de Maio, dia em que uma parte do segundo andar abateu sobre o primeiro. A Tokyo e a Europa ainda abriram ao público algumas noites, mas foram forçadas a fechar por ordem da autarquia. Após uma vistoria, os técnicos camarários entenderam que o “elevado estado de degradação” do edifício estava a pôr em causa a segurança de pessoas e bens.
A 10 de Maio, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, decidiu tomar posse administrativa do prédio, perante os “incumprimentos sucessivos” dos proprietários, que já tinham sido notificados para fazer obras.

A intervenção em curso no prédio passa pela demolição das estruturas em risco, nos dois pisos superiores, e pela instalação de uma nova cobertura. Na página do Facebook dedicada à discoteca Tokyo, o gerente diz que tudo estará pronto para que o espaço possa abrir a 20 de Junho, de acordo com as previsões da câmara municipal. Mas o responsável da Jamaica é mais prudente. “As obras são complicadas. Se chover, por exemplo, pode atrasar tudo”, explica.

Enquanto isso, a Tokyo tem estado a funcionar aos fins-de-semana no bar Copenhagen, na Rua de São Paulo, onde se mantêm “o ambiente e a música” habituais da discoteca. Também a Jamaica vai ter, a partir da próxima semana, um espaço alternativo na cidade de Lisboa, onde vão ser realizadas festas que evocam os 40 anos daquele espaço mítico do Cais do Sodré. O seu responsável não quis ontem avançar qual será o local.

(in Público).

Lisbon Cycle Chic.





http://www.lisboncyclechic.com/