quarta-feira, 28 de abril de 2010

Rua do Duque: «Excepto Limpeza...».



Imagens de Fernando Jorge.

Estacionamento: quem dá o exemplo...


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Caro Lisboa SOS,

Junto envio mais um bom exemplo da falta de civismo. Neste caso a questão é ainda mais grave porque a falta de civismo é originada por aqueles que deviam dar o exemplo.

Vamos imaginar que somos trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa e temos escrito em letras garrafais na nossa carinha o seguinte slogan "Não vandalize o que é seu. Estime", no âmbito de um programa denominado "Cidade Segura". Vamos agora imaginar que íamos à Barata Salgueiro e não tínhamos onde arrumar o carro. O que fazíamos? Com certeza que não era arrumar o carro em pleno passeio, mesmo com pilaretes de protecção do passeio. Depois queixem-se que o "povo" não é civilizado...

Com os melhores cumprimentos,

Tiago Santos

As Leis da República.


terça-feira, 27 de abril de 2010

Vamos à revista!

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"OLHÓ QUE CHOVE "- A POPULAR REVISTA À PORTUGUESA
Estreia hoje a grande revista "Olhó que chove" nos "Combatentes" na Rua do Possolo nº5-9

Aleluia!

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Na Alameda D. Afonso Henriques, as obras estão a acabar. Esperemos que de vez! Quantos anos estivemos sem relvado?

No Cais das Colunas, peregrinas saúdam reabertura do Terreiro do Paço.


Gosta disto? Acha que ficou bem?


Multas da EMEL são ilegais.

Reportagem de «O Diabo», de hoje.

Darwin Now, no Museu de História Natural.


Esta exposição celebra dois aniversários científicos: o bicentenário do nascimento de Charles Darwin e o 150. º aniversário da publicação da sua obra inovadora, A Origem das Espécies.

Inauguração
29 de Abril às 18h30

17h00 - Conferência
Tema: Charles Darwin and the rabbits of Porto Santo
Orador: Professor Nuno Ferrand, Universidade do Porto

Tema: Darwin and his value for today
Orador: Randal Keynes, tetraneto de Charles Darwin

A exposição está patente até 26 de Setembro.

Horário
Terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h00
Fim-de-semana, das 11h00 às 18h00
Encerra segunda-feira e feriados

Lisboa não é a cidade perfeita.

"As Horas do Douro", no Indie Lisboa 2010.


Dia 29 de Abril, às 19h00, no Grande Auditório da Culturgest,em Lisboa.

Dia 8 de Maio, às 19h00, no Museu do Douro, em Peso da Régua.


"IndieLisboa, 29 de Abril. Cumpre-se um dos sonhos do sociólogo militante da região do Douro."


Ainda não é um romance, com personagens que mostrem as histórias que o sociólogo gostava de contar, nem uma ópera que dê voz ao seu desejo de cantar - tristezas, nem vê-las, mesmo sendo das boas -, é um filme, um documentário, mais um sonho de António Barreto tornado realidade.

No próximo dia 29, estreia-se no IndieLisboa'10 - Festival Internacional de Cinema Independente o documentário "As Horas do Douro". Uma história sobre "a região do Douro, os vinhos e as vinhas do Douro e o Douro ao longo das quatro estações do ano", conta António Barreto ao i, depois de uma longa entrevista, a publicar amanhã, sobre a felicidade do país inteiro e outros assuntos igualmente sérios.

O militante do Douro teve a ideia há três anos, a partir dos seus livros, mas as rodagens - 50 dias e 130 horas - só começaram há um ano. "Não foi tudo seguido por causa das estações do ano", explica. O Douro, que vive à sombra da cultura do vinha e dos vinhos, é muito diferente na Primavera ou no Outono. É o que ficaremos a saber, através dos olhos de António Barreto, e quem sabe também da voz, primeiro no Indie e logo a seguir nas salas de cinema. O documentário de uma hora e meia não ficará de fora do circuito comercial e também será transmitido na televisão, na RTP.

Este amor nasceu há 10 anos, com o primeiro livro "Douro" (Edições Inapa), e foi existindo noutros livros sobre a região Património da Humanidade. "O guião foi feito com base nos meus livros", explica. O amor cresceu quando se voltou a cruzar com a realizadora Joana Pontes, a mesma que o acompanhou no "Portugal Social" e nos dois documentários sobre a televisão em Portugal. A produtora é a Filmes do Tejo - outro rio -, a mesma que produziu "Arena" de João Salaviza, a curta-metragem que teve direito a uma Palma de Ouro em 2009.

(in Jornal i, de 16 de Abril de 2010).