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quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de janeiro de 2010
Casamentos de Santo António: afinal, houve um «mal entendido»...

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Patriarca critica casamentos 'gay'
Cardeal-patriarca aproveitou ontem a missa da festa do padroeiro de Lisboa, São Vicente, e a presença do presidente da autarquia, António Costa, para reafirmar que a "Igreja nunca aceitará a equivalência ao casamento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, seja qual for o enquadramento legal que lhe venha a ser dado".
Na homilia da cerimónia que decorreu, ao início da noite, na sé patriarcal, D. José Policarpo fez duras críticas ao projecto de lei do Governo, poucos dias após a polémica instalada entre a Câmara e o Patriarcado, a propósito da possibilidade de os casamentos de Santo António se alargarem, este ano, a casais homossexuais.
Numa mensagem clara e directa, o cardeal patriarca começou por salientar que a presença da Igreja na construção da cidade deve fazer-se através de uma "convergência cooperante com outras instituições com responsabilidade". Entre as quais, disse, a autarquia, a Santa Casa da Misericórdia e as instituições da sociedade civil.
Mas D. José Policarpo lembrou que é dever da Igreja levar à cidade "a sua verdade, a sua visão sobre o homem e sobre a dignidade da vida". Por isso, acrescentou, "ninguém estranhará que, através da Igreja, o amor solícito de Deus ganhe foros de cidadania". De seguida, falou dos "pontos concretos que desafiam o compromisso cooperante de todos os intervenientes na construção da Cidade".
Sobre o projecto de lei dos casamentos homossexuais, D. José considerou "que altera a dignidade da família natural, levará ao enfraquecimento da sua auto-estima, e contribuirá para o enfraquecimento da comunidade familiar". O patriarca foi mais longe, considerando que "Não se salvará a Cidade se não se salvar a família."
Sobre a controvérsia dos casamentos de Santo António, iniciativa da autarquia, na qual a Igreja colabora através da celebração dos matrimónios, D. José Policarpo não se pronunciou. Recorde-se que a câmara avançou a possibilidade de, este ano, as candidaturas se poderem abrir a casais gays e o Patriarcado equacionou o abandono da iniciativa, por não se rever nos seus contornos actuais.
Esta informação da câmara viria, contudo, a ser corrigida dois dias mais tarde, num comunicado onde o próprio António Costa garantiu que nenhuma alteração às condições de acesso à iniciativa seria decidida sem a consulta prévia da Igreja Católica. O presidente falou ainda na existência de um entendimento entre as duas partes sobre os Casamentos de Santo António. Acordo formal que o Patriarcado disse desconhecer.
No final da missa, e à semelhança do que acontece sempre na solenidade de São Vicente, o presidente da autarquia colocou uma arranjo de flores sobre as relíquias do padroeiro da cidade. Depois, patriarca e presidente cumprimentaram-se e, já na sacristia, trocaram breves palavras.
À saída da cerimónia, aos jornalistas, António Costa esclareceu que a polémica com a Igreja se tratou de um mal entendido e garantiu que não é intenção da câmara abrir a iniciativa aos casais gays.
Patriarca critica casamentos 'gay'
Cardeal-patriarca aproveitou ontem a missa da festa do padroeiro de Lisboa, São Vicente, e a presença do presidente da autarquia, António Costa, para reafirmar que a "Igreja nunca aceitará a equivalência ao casamento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, seja qual for o enquadramento legal que lhe venha a ser dado".
Na homilia da cerimónia que decorreu, ao início da noite, na sé patriarcal, D. José Policarpo fez duras críticas ao projecto de lei do Governo, poucos dias após a polémica instalada entre a Câmara e o Patriarcado, a propósito da possibilidade de os casamentos de Santo António se alargarem, este ano, a casais homossexuais.
Numa mensagem clara e directa, o cardeal patriarca começou por salientar que a presença da Igreja na construção da cidade deve fazer-se através de uma "convergência cooperante com outras instituições com responsabilidade". Entre as quais, disse, a autarquia, a Santa Casa da Misericórdia e as instituições da sociedade civil.
Mas D. José Policarpo lembrou que é dever da Igreja levar à cidade "a sua verdade, a sua visão sobre o homem e sobre a dignidade da vida". Por isso, acrescentou, "ninguém estranhará que, através da Igreja, o amor solícito de Deus ganhe foros de cidadania". De seguida, falou dos "pontos concretos que desafiam o compromisso cooperante de todos os intervenientes na construção da Cidade".
Sobre o projecto de lei dos casamentos homossexuais, D. José considerou "que altera a dignidade da família natural, levará ao enfraquecimento da sua auto-estima, e contribuirá para o enfraquecimento da comunidade familiar". O patriarca foi mais longe, considerando que "Não se salvará a Cidade se não se salvar a família."
Sobre a controvérsia dos casamentos de Santo António, iniciativa da autarquia, na qual a Igreja colabora através da celebração dos matrimónios, D. José Policarpo não se pronunciou. Recorde-se que a câmara avançou a possibilidade de, este ano, as candidaturas se poderem abrir a casais gays e o Patriarcado equacionou o abandono da iniciativa, por não se rever nos seus contornos actuais.
Esta informação da câmara viria, contudo, a ser corrigida dois dias mais tarde, num comunicado onde o próprio António Costa garantiu que nenhuma alteração às condições de acesso à iniciativa seria decidida sem a consulta prévia da Igreja Católica. O presidente falou ainda na existência de um entendimento entre as duas partes sobre os Casamentos de Santo António. Acordo formal que o Patriarcado disse desconhecer.
No final da missa, e à semelhança do que acontece sempre na solenidade de São Vicente, o presidente da autarquia colocou uma arranjo de flores sobre as relíquias do padroeiro da cidade. Depois, patriarca e presidente cumprimentaram-se e, já na sacristia, trocaram breves palavras.
À saída da cerimónia, aos jornalistas, António Costa esclareceu que a polémica com a Igreja se tratou de um mal entendido e garantiu que não é intenção da câmara abrir a iniciativa aos casais gays.
(in «Diário de Notícias»).
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O respeitinho é muito bonito...
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Festival de Órgão de Lisboa.

Começa na próxima sexta-feira o Festival de Órgão de Lisboa que, pela primeira vez, terá concertos no Museu dos Jerónimos.
A edição deste ano do Festival Internacional de Órgão de Lisboa, o segundo maior da Europa, começa na próxima sexta-feira, e, pela primeira vez, integra o Mosteiro dos Jerónimos e alarga-se a Torres Vedras. O festival tem direcção artística de João Vaz e António Duarte,
O concerto de encerramento terá lugar no Mosteiro dos Jerónimos, a 5 de Outubro, com José Luis González Uriol, em que serão apresentadas obras de Haendel e Haydn pela Orquestra Nacional do Tejo, com direcção de Alberto Roque, contando ainda com a participação do Coro de Câmara de Lisboa. Além do Mosteiro de Belém, estão previstos concertos na Basílica da Estrela, nas igrejas de S. Roque e S. Nicolau e na Sé Patriarcal, em Lisboa, além da Matriz de Oeiras, concelho que já o ano passado recebeu o Festival, e a da Misericórdia, em Torres Vedras. A cidade de Torres Vedras recebe pela primeira vez o Festival: na Igreja da Misericórdia tocamRoberto Fresco, Rui Paiva e Yoann Tardivel-Erchoff
O concerto de encerramento terá lugar no Mosteiro dos Jerónimos, a 5 de Outubro, com José Luis González Uriol, em que serão apresentadas obras de Haendel e Haydn pela Orquestra Nacional do Tejo, com direcção de Alberto Roque, contando ainda com a participação do Coro de Câmara de Lisboa. Além do Mosteiro de Belém, estão previstos concertos na Basílica da Estrela, nas igrejas de S. Roque e S. Nicolau e na Sé Patriarcal, em Lisboa, além da Matriz de Oeiras, concelho que já o ano passado recebeu o Festival, e a da Misericórdia, em Torres Vedras. A cidade de Torres Vedras recebe pela primeira vez o Festival: na Igreja da Misericórdia tocamRoberto Fresco, Rui Paiva e Yoann Tardivel-Erchoff
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Vieira e S. João de Brito: visita guiada.

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Divulgamos esta mensagem:
Caro Amigo (a):
No próximo Sábado, dia 14 de Fevereiro, orientarei, em visita explicada, os espaços na Mouraria, onde nasceu S. João de Brito, e de Alfama, onde nasceu o Padre António Vieira. O ponto de encontro é a porta da Igreja de Nossa Senhora da Saúde, no Largo do Martim Moniz, às 10 horas. Calcula-se terminar junto da Sé Patriarcal, um pouco antes das 13h00 horas. A participação é livre.
Pode levar os amigos que entender, sobretudo os interessados em história, em missões, em igreja em Portugal, em olissipografia, etc…
Até o tempo está a melhorar… para uma belíssima manhã…
Até Sábado, com os melhores cumprimentos,
Padre João Caniço sj
No próximo Sábado, dia 14 de Fevereiro, orientarei, em visita explicada, os espaços na Mouraria, onde nasceu S. João de Brito, e de Alfama, onde nasceu o Padre António Vieira. O ponto de encontro é a porta da Igreja de Nossa Senhora da Saúde, no Largo do Martim Moniz, às 10 horas. Calcula-se terminar junto da Sé Patriarcal, um pouco antes das 13h00 horas. A participação é livre.
Pode levar os amigos que entender, sobretudo os interessados em história, em missões, em igreja em Portugal, em olissipografia, etc…
Até o tempo está a melhorar… para uma belíssima manhã…
Até Sábado, com os melhores cumprimentos,
Padre João Caniço sj
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
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