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domingo, 24 de janeiro de 2010

Casamentos de Santo António: afinal, houve um «mal entendido»...


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Patriarca critica casamentos 'gay'

Cardeal-patriarca aproveitou ontem a missa da festa do padroeiro de Lisboa, São Vicente, e a presença do presidente da autarquia, António Costa, para reafirmar que a "Igreja nunca aceitará a equivalência ao casamento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, seja qual for o enquadramento legal que lhe venha a ser dado".

Na homilia da cerimónia que decorreu, ao início da noite, na sé patriarcal, D. José Policarpo fez duras críticas ao projecto de lei do Governo, poucos dias após a polémica instalada entre a Câmara e o Patriarcado, a propósito da possibilidade de os casamentos de Santo António se alargarem, este ano, a casais homossexuais.

Numa mensagem clara e directa, o cardeal patriarca começou por salientar que a presença da Igreja na construção da cidade deve fazer-se através de uma "convergência cooperante com outras instituições com responsabilidade". Entre as quais, disse, a autarquia, a Santa Casa da Misericórdia e as instituições da sociedade civil.

Mas D. José Policarpo lembrou que é dever da Igreja levar à cidade "a sua verdade, a sua visão sobre o homem e sobre a dignidade da vida". Por isso, acrescentou, "ninguém estranhará que, através da Igreja, o amor solícito de Deus ganhe foros de cidadania". De seguida, falou dos "pontos concretos que desafiam o compromisso cooperante de todos os intervenientes na construção da Cidade".

Sobre o projecto de lei dos casamentos homossexuais, D. José considerou "que altera a dignidade da família natural, levará ao enfraquecimento da sua auto-estima, e contribuirá para o enfraquecimento da comunidade familiar". O patriarca foi mais longe, considerando que "Não se salvará a Cidade se não se salvar a família."

Sobre a controvérsia dos casamentos de Santo António, iniciativa da autarquia, na qual a Igreja colabora através da celebração dos matrimónios, D. José Policarpo não se pronunciou. Recorde-se que a câmara avançou a possibilidade de, este ano, as candidaturas se poderem abrir a casais gays e o Patriarcado equacionou o abandono da iniciativa, por não se rever nos seus contornos actuais.

Esta informação da câmara viria, contudo, a ser corrigida dois dias mais tarde, num comunicado onde o próprio António Costa garantiu que nenhuma alteração às condições de acesso à iniciativa seria decidida sem a consulta prévia da Igreja Católica. O presidente falou ainda na existência de um entendimento entre as duas partes sobre os Casamentos de Santo António. Acordo formal que o Patriarcado disse desconhecer.

No final da missa, e à semelhança do que acontece sempre na solenidade de São Vicente, o presidente da autarquia colocou uma arranjo de flores sobre as relíquias do padroeiro da cidade. Depois, patriarca e presidente cumprimentaram-se e, já na sacristia, trocaram breves palavras.

À saída da cerimónia, aos jornalistas, António Costa esclareceu que a polémica com a Igreja se tratou de um mal entendido e garantiu que não é intenção da câmara abrir a iniciativa aos casais gays.
(in «Diário de Notícias»).
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O respeitinho é muito bonito...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Debaixo de terra. Sete palmos.

Lisboa debaixo de terra O Palácio Foz

Lisboa debaixo de terra - As Galerias Romanas da Rua da Prata
http://www.youtube.com/watch?v=Ivs6km260Kk

Lisboa debaixo de terra A SÉ de Lisboa
http://www.youtube.com/watch?v=quO0qXC8EFI&feature=related

Lisboa debaixo de terra - Bairro Estrela D'Ouro
http://www.youtube.com/watch?v=vbOW0meYjv4&feature=related

Lisboa debaixo de terra O Teatro Romano
http://www.youtube.com/watch?v=KgRO3C6lxkA&feature=related

Lisboa debaixo de terra - o Reservatório da Patriarcal
http://www.youtube.com/watch?v=l_INtKF8d1g&feature=related

Lisboa debaixo de terra O Convento de Corpus Christi
http://www.youtube.com/watch?v=QMKvo0ZqGVQ&feature=related

Lisboa debaixo de terra O Aqueduto das Aguas Livres
http://www.youtube.com/watch?v=fr2Et9XIvkI&NR=1

Lisboa debaixo de terra O Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros
http://www.youtube.com/watch?v=9XGps3kHVfE&feature=related

Lisboa debaixo de terra O Padrão do Chão Salgado
http://www.youtube.com/watch?v=poyiROJFmM8&feature=related

Lisboa debaixo de terra A Muralha Fernandina
http://www.youtube.com/watch?v=9MCUTjKaFxw&feature=related

Lisboa debaixo de terra Os Moinhos de Vento
http://www.youtube.com/watch?v=PtDw4vK-qkI&feature=relat

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Festival de Órgão de Lisboa.



Começa na próxima sexta-feira o Festival de Órgão de Lisboa que, pela primeira vez, terá concertos no Museu dos Jerónimos.

A edição deste ano do Festival Internacional de Órgão de Lisboa, o segundo maior da Europa, começa na próxima sexta-feira, e, pela primeira vez, integra o Mosteiro dos Jerónimos e alarga-se a Torres Vedras. O festival tem direcção artística de João Vaz e António Duarte,
O concerto de encerramento terá lugar no Mosteiro dos Jerónimos, a 5 de Outubro, com José Luis González Uriol, em que serão apresentadas obras de Haendel e Haydn pela Orquestra Nacional do Tejo, com direcção de Alberto Roque, contando ainda com a participação do Coro de Câmara de Lisboa. Além do Mosteiro de Belém, estão previstos concertos na Basílica da Estrela, nas igrejas de S. Roque e S. Nicolau e na Sé Patriarcal, em Lisboa, além da Matriz de Oeiras, concelho que já o ano passado recebeu o Festival, e a da Misericórdia, em Torres Vedras. A cidade de Torres Vedras recebe pela primeira vez o Festival: na Igreja da Misericórdia tocamRoberto Fresco, Rui Paiva e Yoann Tardivel-Erchoff

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A Sé Patriarcal ou Catedral Patriarcal.


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Temos uma Patriarcal. Pouca atenção se dá a este facto mas, actualmente, apenas existem três patriarcados cristãos no mundo: o Patriarcado de Roma, o Patriarcado de Veneza e o Patriarcado de Lisboa. Passei a tarde na Catedral Patriarcal de Lisboa. O ambiente, em alturas de celebração (Páscoa, Natal...), é mais envolvente. A iluminação das velas, o incenso, a música, os cânticos litúrgicos e o calor humano são qualquer coisa que nos aquece o coração, sejamos crentes ou não. Mas quem só puder visitar a Sé de Lisboa noutras ocasiões não irá certamente arrepender-se.
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Apesar de muito modificada na sua estrutura e no seu recheio depois do terramoto de 1755 e, mais tarde, pelas obras de restauro empreendidas no final do século XIX e inícios do século XX, a Igreja de Santa Maria Maior (Sé Patriarcal de Lisboa), coeva da conquista de Lisboa aos Mouros, em 1147, reutilizou o sítio onde antes se erguia, segundo é tradição, uma mesquita de cinco naves. A arquitectura da Sé de Lisboa revela uma clara inspiração no modelo românico da Sé Velha de Coimbra. (in desdobrável informativo da Catedral Patriarcal de Lisboa) A partir do século XIII foram introduzidas alterações profundas em estilo gótico por D. Dinis e D. Afonso IV.
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Arco românico e arco gótico
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Capela do Senhor Jesus da Boa Sentênça.
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Aqui nasceu a primeira irmandade da Misericórdia.
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José, o Príncipe do Egipto.
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O Arcanjo São Gabriel.
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Moisés encontrado nas águas do Nilo e a sentença de Salomão.
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Estrada romana encontrada nas escavações nos claustros.
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Túmulo de Lopo Fernandes Pacheco, século XIV...
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... e sua mulher D. Maria Villalobos.
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Presépio barroco (1766), com figuras em terracota, da autoria do escultor Joaquim Machado de Castro. Pode ser visto numa das capelas do Deambulatório.
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Entrada de acesso à sala do Capítulo, onde se encontra o Museu de Arte Sacra.
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Vitrais da rosácea na fachada principal.
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Na sala do Capítulo, que hoje está adaptada a Museu. podemos apreciar algumas peças de grande qualidade, como a Custódia de 1760, da autoria do ourives Joaquim Caetano de Carvalho; várias pinturas da escola de Pedro Alexandrino com temas bíblicos, como o “Judite e a cabeça de Holofernes” e ainda, uma sedia gestatória e os flabelos utilizados nas procissões.
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Tecto da Sala do Capítulo.
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Sedia gestatória e Flabelos na sala do Capítulo.
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Judite e a cabeça de Holofernes.
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Vistas de Lisboa a partir da sala do Capítulo.
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