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domingo, 2 de outubro de 2011
Optimus
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
A Lapónia fica na Baixa.

A Lapónia fica na Baixa e o Pai Natal chama-se João
por Clara Silva
Anda de metro, é campeão de pesca, entrega presentes em casa de futebolistas por 200 euros à hora e é o homem mais solicitado da quadra. O i passou o dia com o Pai Natal João
Aviso: a leitura deste texto está interdita a crianças que costumam receber presentes das mãos de tios mascarados com barbas falsas compradas nos chineses e a adultos que ainda acreditam que os presentes são importados da Lapónia.
O Pai Natal não existe. Mas se existisse morava na Baixa de Lisboa e não no Norte da Europa, como nos enganaram. Para testar esta teoria basta perguntar nos cafés e lojas perto da Rua Augusta pelo Pai Natal. O mais provável é indicarem-lhe João Gomes Ferreira, de 74 anos, Pai Natal há mais de 40. "Também sou conhecido aqui por John porque quando era novo era muito loirinho", conta-nos João, na sala de estar da sua casa perto da Rua da Madalena. Mesmo sem o fato vermelho e o barrete que costuma usar sentado num trono no último piso do El Corte Inglés é parecido com o Pai Natal. Tem um ar afável, olhos azuis e uma barba mimada todos os dias com amaciador, capaz de fazer inveja aos pais natais dos centros comerciais pelo mundo fora. "Já fui eleito por uma revista o quarto melhor Pai Natal da Europa", orgulha-se. "Mas nem sei bem qual, um casal de holandeses é que me contou."
Desengane-se quem pensa que o Pai Natal mora numa casa cheia de brinquedos e elfos atarefados. Na sala onde João nos recebe de manhã não há árvore de Natal nem brinquedos à vista, apenas uns doces que costuma pôr nos bolsos antes de sair de casa - "para se os miúdos me reconhecerem e pedirem" -, bibelôs que a sua mulher colecciona e várias taças e medalhas em cima de um móvel antigo. "São coisas que ganhei na pesca. É um dos meus passatempos."
De estrela a sem-abrigo
Como o seu turno de Pai Natal do El Corte Inglés só começa às quatro e meia da tarde, tem tempo para nos mostrar os três dossiês carregados de recortes de jornais e revistas onde apareceu nos últimos 20 anos ao lado de famosos como Bárbara Guimarães, Catarina Furtado e outras dezenas de caras conhecidas. No mesmo álbum tem também fotografias da neta com quem passa a noite de Natal. Sim, afinal o Pai Natal tem folga nessa noite para estar com a família e não anda por aí a entregar presentes que nem um louco. Aliás, teve tempo para entregá-los antes: "Comecei a 26 de Novembro e este ano até foi mais tarde do que o habitual." Além do trabalho no centro comercial, também distribui presentes em casa de clientes particulares, a quem cobra 200 horas por hora. "Acho que mereço esse valor porque faço as coisas com profissionalismo." Este ano teve quatro clientes, "um deles um jogador de futebol e outro um deputado".
Foi o Pai Natal da Worten durante cinco anos e já gravou anúncios de empresas como a Optimus, Feira Nova, Millennium, Sumol e BES, ao lado de Cristiano Ronaldo. "Estou inscrito em agências de figuração e durante o ano chamam-me para várias coisas." O visual permite-lhe fazer papéis diferentes. "Na série ''Inspector Max'' fui sem-abrigo e também já me convidaram para ir a Espanha fazer de Cristovão Colombo."
Depois de almoçar com a mulher e o filho, João costuma passar no café "O Buraco", na Baixa. "É do Manolo, um gajo bacano, podemos ir lá se quiserem." Assim que saímos do seu prédio, um rapaz grita-lhe: "Então, Pai Natal, estou à espera da prenda!" Pelo caminho, alguns vizinhos têm abordagens semelhantes e no café todos os conhecem. "Ele costuma sentar-se naquela mesa todos os dias", diz Manolo, o dono, enquanto aponta para um papel onde se lê "Reservado ao Pai Natal". "É aqui que o meu grupo se junta para comer e beber uns copos: um vendedor de camisas, dois farmacêuticos, outro Pai Natal..."
O metro é o novo trenó
Perto da três da tarde, João apanha o metro nos Restauradores (não tem carta de condução nem renas), perto da praça onde se iniciou na carreira de Pai Natal. "Foi há uns 40 anos. Fui para a rua com um fotógrafo e um burro. Dávamos um balão aos miúdos e as fotos saíam numa polaróide", recorda. "Entretanto o burro morreu e isso acabou. Só quando me reformei é que me dediquei mesmo a isto. Até lá não parei." João foi desenhador no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, vendedor de roupa, fez tratamento de metais e trabalhou na secretaria do Lisboa Ginásio.
Na viagem de metro pela linha azul ninguém o reconhece. Assim que chega ao El Corte Inglés equipa-se na casa-de-banho - "não uso botas, magoam-me os pés, prefiro sapatos com uma fivela dourada" - e sobe ao último piso, onde troca de turno com o colega que entrou às onze. "Já trabalhamos juntos há 20 anos e combinamos os horários. Inaugurámos o Colombo e aquilo era o pandemónio, só num fim-de-semana tirávamos mil fotografias." Agora, já não se tiram tantas. "Qualquer um com um telemóvel com câmara faz uma de longe."
Ao seu lado, o Pai Natal João tem uma caixa de correio onde os miúdos deixam as cartas. "Já deve estar quase cheia. Eles recortam os brinquedos dos catálogos com o preço e colam-nos numa folha." Em 2009, o brinquedo mais pedido foi a PS3. "Este ano anda para aí uma novidade qualquer que os putos querem todos, mas não me lembro do nome", diz. Em casa, tem um catálogo onde se mantém a par das novidades de brinquedos - "mas há tanta coisa que nem consigo estar actualizado". O pedido mais original de presente que teve aconteceu este ano: "Um miúdo pediu-me um dentinho, porque o dele tinha caído."
(in jornal «i»).
O Pai Natal não existe. Mas se existisse morava na Baixa de Lisboa e não no Norte da Europa, como nos enganaram. Para testar esta teoria basta perguntar nos cafés e lojas perto da Rua Augusta pelo Pai Natal. O mais provável é indicarem-lhe João Gomes Ferreira, de 74 anos, Pai Natal há mais de 40. "Também sou conhecido aqui por John porque quando era novo era muito loirinho", conta-nos João, na sala de estar da sua casa perto da Rua da Madalena. Mesmo sem o fato vermelho e o barrete que costuma usar sentado num trono no último piso do El Corte Inglés é parecido com o Pai Natal. Tem um ar afável, olhos azuis e uma barba mimada todos os dias com amaciador, capaz de fazer inveja aos pais natais dos centros comerciais pelo mundo fora. "Já fui eleito por uma revista o quarto melhor Pai Natal da Europa", orgulha-se. "Mas nem sei bem qual, um casal de holandeses é que me contou."
Desengane-se quem pensa que o Pai Natal mora numa casa cheia de brinquedos e elfos atarefados. Na sala onde João nos recebe de manhã não há árvore de Natal nem brinquedos à vista, apenas uns doces que costuma pôr nos bolsos antes de sair de casa - "para se os miúdos me reconhecerem e pedirem" -, bibelôs que a sua mulher colecciona e várias taças e medalhas em cima de um móvel antigo. "São coisas que ganhei na pesca. É um dos meus passatempos."
De estrela a sem-abrigo
Como o seu turno de Pai Natal do El Corte Inglés só começa às quatro e meia da tarde, tem tempo para nos mostrar os três dossiês carregados de recortes de jornais e revistas onde apareceu nos últimos 20 anos ao lado de famosos como Bárbara Guimarães, Catarina Furtado e outras dezenas de caras conhecidas. No mesmo álbum tem também fotografias da neta com quem passa a noite de Natal. Sim, afinal o Pai Natal tem folga nessa noite para estar com a família e não anda por aí a entregar presentes que nem um louco. Aliás, teve tempo para entregá-los antes: "Comecei a 26 de Novembro e este ano até foi mais tarde do que o habitual." Além do trabalho no centro comercial, também distribui presentes em casa de clientes particulares, a quem cobra 200 horas por hora. "Acho que mereço esse valor porque faço as coisas com profissionalismo." Este ano teve quatro clientes, "um deles um jogador de futebol e outro um deputado".
Foi o Pai Natal da Worten durante cinco anos e já gravou anúncios de empresas como a Optimus, Feira Nova, Millennium, Sumol e BES, ao lado de Cristiano Ronaldo. "Estou inscrito em agências de figuração e durante o ano chamam-me para várias coisas." O visual permite-lhe fazer papéis diferentes. "Na série ''Inspector Max'' fui sem-abrigo e também já me convidaram para ir a Espanha fazer de Cristovão Colombo."
Depois de almoçar com a mulher e o filho, João costuma passar no café "O Buraco", na Baixa. "É do Manolo, um gajo bacano, podemos ir lá se quiserem." Assim que saímos do seu prédio, um rapaz grita-lhe: "Então, Pai Natal, estou à espera da prenda!" Pelo caminho, alguns vizinhos têm abordagens semelhantes e no café todos os conhecem. "Ele costuma sentar-se naquela mesa todos os dias", diz Manolo, o dono, enquanto aponta para um papel onde se lê "Reservado ao Pai Natal". "É aqui que o meu grupo se junta para comer e beber uns copos: um vendedor de camisas, dois farmacêuticos, outro Pai Natal..."
O metro é o novo trenó
Perto da três da tarde, João apanha o metro nos Restauradores (não tem carta de condução nem renas), perto da praça onde se iniciou na carreira de Pai Natal. "Foi há uns 40 anos. Fui para a rua com um fotógrafo e um burro. Dávamos um balão aos miúdos e as fotos saíam numa polaróide", recorda. "Entretanto o burro morreu e isso acabou. Só quando me reformei é que me dediquei mesmo a isto. Até lá não parei." João foi desenhador no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, vendedor de roupa, fez tratamento de metais e trabalhou na secretaria do Lisboa Ginásio.
Na viagem de metro pela linha azul ninguém o reconhece. Assim que chega ao El Corte Inglés equipa-se na casa-de-banho - "não uso botas, magoam-me os pés, prefiro sapatos com uma fivela dourada" - e sobe ao último piso, onde troca de turno com o colega que entrou às onze. "Já trabalhamos juntos há 20 anos e combinamos os horários. Inaugurámos o Colombo e aquilo era o pandemónio, só num fim-de-semana tirávamos mil fotografias." Agora, já não se tiram tantas. "Qualquer um com um telemóvel com câmara faz uma de longe."
Ao seu lado, o Pai Natal João tem uma caixa de correio onde os miúdos deixam as cartas. "Já deve estar quase cheia. Eles recortam os brinquedos dos catálogos com o preço e colam-nos numa folha." Em 2009, o brinquedo mais pedido foi a PS3. "Este ano anda para aí uma novidade qualquer que os putos querem todos, mas não me lembro do nome", diz. Em casa, tem um catálogo onde se mantém a par das novidades de brinquedos - "mas há tanta coisa que nem consigo estar actualizado". O pedido mais original de presente que teve aconteceu este ano: "Um miúdo pediu-me um dentinho, porque o dele tinha caído."
(in jornal «i»).
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Felicidade! Vêem como vale a pena fazer petições?

Museu de Arte Popular: reabriu para contar a sua história e a nossa
por Maria Espírito Santo
Foi o Pavilhão do Mundo Português no Estado Novo, esteve para ser demolido, mas cinco mil assinaturas deram-lhe nova vida. Para ver a partir de segunda-feira
O museu foi inaugurado na década de 40, como um pavilhão provisório. As maiores dificuldades do edifício são estruturais, pela sua proximidade ao rio 1/1 + fotogalería .Cinco mil foi o número de assinaturas necessário para forçar a abertura das portas deste museu. Nasceu em 1940 pelas mãos da ditadura, com o nome de Pavilhão do Mundo Português. Era suposto ser uma construção temporária mas resistiu ao longo dos tempos para se tornar no Museu de Arte Popular (MAP). Esteve fechado ao público durante anos e até sofreu a ameaça de demolição. Mas o MAP vai reabrir completamente remodelado no dia 13, cheio de histórias para contar sobre si mesmo e Portugal.
Lá dentro o cheiro é a tinta. Os trabalhadores continuam a pintar, colar e serrar para deixar o espaço pronto para o dia de abertura. Apesar do ambiente de construção, a parede da entrada com grandes figuras de homens que carregam e arranjam redes de pesca, não deixa enganar. O mapa de Portugal, à direita, dividido por regiões, confirma o propósito do espaço: contar a história do povo português.
"Construtores do MAP: Um museu em construção" é o nome da exposição que estará patente durante seis meses. O objectivo é contar a história do museu e dos que estiveram envolvidos na sua construção. "Explicar quem eram estes construtores, artistas, arquitectos, ideólogos. Todo o percurso desde o princípio do século XX, até ao modernismo português" explica Andreia Galvão, actual directora do Museu de Arte Popular.
As origens do actual museu remontam a 1940, quando sob o regime salazarista foi construído o Pavilhão do Mundo Português. O espaço pretendia mostrar a identidade do país, dentro e fora dos seus limites. Em 1948 foi baptizado pelo nome que guarda até aos dias de hoje.
Com graves problemas de estrutura, encerrou em 2006, por decisão da ex-ministra da Cultura Isabel Pires de Lima que queria aí instalar o Museu da Língua Portuguesa. Entretanto muito burburinho se gerou à volta da instituição que reuniu cinco mil assinaturas a seu favor. Em 2009, a ministra da cultura, Gabriela Canavilhas anunciou que o Museu de Arte Popular renasceria.
"O museu está de pé e reabre com uma alavanca enorme do movimento cívico, por isso tem de ir ao encontro das pessoas" explica a directora. Andreia Galvão, arquitecta e professora, foi seleccionada num concurso público. Interessada neste período, a arquitecta acredita que esta é altura oportuna para um estudo científico e que antes "talvez não houvesse o distanciamento suficiente para fazer uma supra leitura". Andreia acrescenta, em tom de brincadeira, que "não se pode correr o risco, que é o que ninguém quer, de ser chamado fascista".
Entre a história de arte e a antropologia, a exposição é como uma viagem ao passado: do museu, da arte e da história do país. O espaço reúne entre 14 e 15 mil peças, que entretanto foram depositadas no Museu Nacional de Etnologia.
Destacam-se as famosas miniaturas que, para a directora, são "um dos pontos âncora da colecção". Estes objectos, que faziam parte da própria estratégia de comunicação do Estado Novo, apresentam "um Portugal amoroso, todo em pequenino", remata.
O nome do museu pode soar familiar à camada mais jovem. Foi o MAP que acolheu, em Novembro a última edição do Optimus Hype. Andreia Galvão confirma estas iniciativas são uma das formas de sustentabilidade dos museus e acrescenta que depois da reabertura "eventos com essa dimensão vão ser difíceis". Lado a lado com o museu, abrirá uma loja com produtos de artesanato.
Junto ao rio Tejo e à frente do CCB, este museu mostra outro tipo de arte: a regional. A directora rejeita a rivalidade com as formas de expressão contemporânea, declarando que "a arte não nasce do zero e todas as fontes de inspiração são válidas".
(in jornal «i»).
Lá dentro o cheiro é a tinta. Os trabalhadores continuam a pintar, colar e serrar para deixar o espaço pronto para o dia de abertura. Apesar do ambiente de construção, a parede da entrada com grandes figuras de homens que carregam e arranjam redes de pesca, não deixa enganar. O mapa de Portugal, à direita, dividido por regiões, confirma o propósito do espaço: contar a história do povo português.
"Construtores do MAP: Um museu em construção" é o nome da exposição que estará patente durante seis meses. O objectivo é contar a história do museu e dos que estiveram envolvidos na sua construção. "Explicar quem eram estes construtores, artistas, arquitectos, ideólogos. Todo o percurso desde o princípio do século XX, até ao modernismo português" explica Andreia Galvão, actual directora do Museu de Arte Popular.
As origens do actual museu remontam a 1940, quando sob o regime salazarista foi construído o Pavilhão do Mundo Português. O espaço pretendia mostrar a identidade do país, dentro e fora dos seus limites. Em 1948 foi baptizado pelo nome que guarda até aos dias de hoje.
Com graves problemas de estrutura, encerrou em 2006, por decisão da ex-ministra da Cultura Isabel Pires de Lima que queria aí instalar o Museu da Língua Portuguesa. Entretanto muito burburinho se gerou à volta da instituição que reuniu cinco mil assinaturas a seu favor. Em 2009, a ministra da cultura, Gabriela Canavilhas anunciou que o Museu de Arte Popular renasceria.
"O museu está de pé e reabre com uma alavanca enorme do movimento cívico, por isso tem de ir ao encontro das pessoas" explica a directora. Andreia Galvão, arquitecta e professora, foi seleccionada num concurso público. Interessada neste período, a arquitecta acredita que esta é altura oportuna para um estudo científico e que antes "talvez não houvesse o distanciamento suficiente para fazer uma supra leitura". Andreia acrescenta, em tom de brincadeira, que "não se pode correr o risco, que é o que ninguém quer, de ser chamado fascista".
Entre a história de arte e a antropologia, a exposição é como uma viagem ao passado: do museu, da arte e da história do país. O espaço reúne entre 14 e 15 mil peças, que entretanto foram depositadas no Museu Nacional de Etnologia.
Destacam-se as famosas miniaturas que, para a directora, são "um dos pontos âncora da colecção". Estes objectos, que faziam parte da própria estratégia de comunicação do Estado Novo, apresentam "um Portugal amoroso, todo em pequenino", remata.
O nome do museu pode soar familiar à camada mais jovem. Foi o MAP que acolheu, em Novembro a última edição do Optimus Hype. Andreia Galvão confirma estas iniciativas são uma das formas de sustentabilidade dos museus e acrescenta que depois da reabertura "eventos com essa dimensão vão ser difíceis". Lado a lado com o museu, abrirá uma loja com produtos de artesanato.
Junto ao rio Tejo e à frente do CCB, este museu mostra outro tipo de arte: a regional. A directora rejeita a rivalidade com as formas de expressão contemporânea, declarando que "a arte não nasce do zero e todas as fontes de inspiração são válidas".
(in jornal «i»).
quarta-feira, 31 de março de 2010
A gente tb. kurte Tokio Hotel, mas vocês exageram. bué!

Música: Regresso da banda alemã gera confusão no Parque das Nações
Polícia expulsa fãs de Tokio Hotel
Polícia expulsa fãs de Tokio Hotel
.
Rivalidades entre grupos de fãs, assaltos e menores identificados. Pode resumir-se desta forma os últimos dias de acampamento dos admiradores da banda alemã Tokio Hotel, no exterior do Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Cenário terminado ontem, depois de a polícia identificar todos os menores presentes no local (a maioria) e de ordenar que todas as tendas fossem desmontadas.
O grupo, fundado em 2001 por Bill e Tom Kaulitz, Georg Listing e Gustav Schäfer, só subirá ao palco do Atlântico no dia 7 de Abril, mas Catarina Santos, de 18 anos, não arriscou e quis garantir lugar na primeira fila. "Estou aqui desde o dia 26. De início fazíamos turnos e dormiam aqui oito ou nove pessoas, menores incluídos. Agora já não o vamos poder fazer", afirmou a jovem, entristecida com a ordem das autoridades policiais.
Os fãs começaram a chegar ao local no dia 24. Logo nessa noite foi registado um assalto. "Levaram apenas bebidas, mas tentaram roubar dinheiro", revelou ao CM um dos presentes. "A partir daí já não nos sentimos seguros." Mas os sustos não se ficaram por aqui: "Ontem, três rapazes voltaram cá. Começaram a atirar pedras às tendas. Houve pessoas que ficaram assustadas e chamaram a polícia."
O episódio foi o suficiente para que as autoridades decidissem expulsar os jovens e impedi-los de dormir no local. "Isto passou muito na televisão. As pessoas pensam que estamos aqui sem autorização, mas os pais sabem", finalizou uma admiradora do grupo.
"POR ELES TUDO VALE A PENA"
Tem 18 anos, é estudante universitária, mas também fã incondicional da banda de adolescentes que desperta histeria um pouco por todo o Mundo. Sofia Albergaria chegou ao Pavilhão Atlântico no dia 24 e foi a primeira vencedora do Optimus Secret Shows, que levou ao Rock Hall, no Luxemburgo, cem admiradores dos Tokio Hotel para assistirem a um concerto privado, a 20 de Fevereiro.
"Cheguei aqui [Pavilhão Atlântico] dia 24. Por mim só vinha mesmo para o concerto. Também acho um exagero vir duas semanas antes, mas por eles tudo vale a pena", disse Sofia ao Correio da Manhã. Sobre as restrições impostas pela polícia, a jovem não tem dúvidas: "Compreendo a situação. Mas também sabemos que o fazem por causa dos bares e dos bairros sociais que há na zona".
SAIBA MAIS
CONCERTO CANCELADO
A 16 de Março de 2008 a laringite que afectou o vocalista dos Tokio Hotel, Bill Kaulitz, obrigou ao cancelamento do concerto no Pavilhão Atlântico. O anúncio, feito por elementos da banda quando a sala já estava cheia, levou às lágrimas centenas de fãs.
40 euros é o preço do bilhete mais caro para o concertodo dia 7 de Abril, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Os ingressos para o Balcão 2 têm um custo de 28 euros e os da Plateia valem 33 euros.
ÚLTIMO ÁLBUM
‘Humanoid’ é o nome do quarto e mais recente álbum do grupo. Foi lançado em Outubro de 2009 com duas versões: uma em inglês e outra em alemão. Será apresentado em Lisboa, no âmbito da digressão ‘Welcome to Humanoid City Tour’.
(in Correio da Manhã).
O grupo, fundado em 2001 por Bill e Tom Kaulitz, Georg Listing e Gustav Schäfer, só subirá ao palco do Atlântico no dia 7 de Abril, mas Catarina Santos, de 18 anos, não arriscou e quis garantir lugar na primeira fila. "Estou aqui desde o dia 26. De início fazíamos turnos e dormiam aqui oito ou nove pessoas, menores incluídos. Agora já não o vamos poder fazer", afirmou a jovem, entristecida com a ordem das autoridades policiais.
Os fãs começaram a chegar ao local no dia 24. Logo nessa noite foi registado um assalto. "Levaram apenas bebidas, mas tentaram roubar dinheiro", revelou ao CM um dos presentes. "A partir daí já não nos sentimos seguros." Mas os sustos não se ficaram por aqui: "Ontem, três rapazes voltaram cá. Começaram a atirar pedras às tendas. Houve pessoas que ficaram assustadas e chamaram a polícia."
O episódio foi o suficiente para que as autoridades decidissem expulsar os jovens e impedi-los de dormir no local. "Isto passou muito na televisão. As pessoas pensam que estamos aqui sem autorização, mas os pais sabem", finalizou uma admiradora do grupo.
"POR ELES TUDO VALE A PENA"
Tem 18 anos, é estudante universitária, mas também fã incondicional da banda de adolescentes que desperta histeria um pouco por todo o Mundo. Sofia Albergaria chegou ao Pavilhão Atlântico no dia 24 e foi a primeira vencedora do Optimus Secret Shows, que levou ao Rock Hall, no Luxemburgo, cem admiradores dos Tokio Hotel para assistirem a um concerto privado, a 20 de Fevereiro.
"Cheguei aqui [Pavilhão Atlântico] dia 24. Por mim só vinha mesmo para o concerto. Também acho um exagero vir duas semanas antes, mas por eles tudo vale a pena", disse Sofia ao Correio da Manhã. Sobre as restrições impostas pela polícia, a jovem não tem dúvidas: "Compreendo a situação. Mas também sabemos que o fazem por causa dos bares e dos bairros sociais que há na zona".
SAIBA MAIS
CONCERTO CANCELADO
A 16 de Março de 2008 a laringite que afectou o vocalista dos Tokio Hotel, Bill Kaulitz, obrigou ao cancelamento do concerto no Pavilhão Atlântico. O anúncio, feito por elementos da banda quando a sala já estava cheia, levou às lágrimas centenas de fãs.
40 euros é o preço do bilhete mais caro para o concertodo dia 7 de Abril, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Os ingressos para o Balcão 2 têm um custo de 28 euros e os da Plateia valem 33 euros.
ÚLTIMO ÁLBUM
‘Humanoid’ é o nome do quarto e mais recente álbum do grupo. Foi lançado em Outubro de 2009 com duas versões: uma em inglês e outra em alemão. Será apresentado em Lisboa, no âmbito da digressão ‘Welcome to Humanoid City Tour’.
(in Correio da Manhã).
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